SIC Blogue entrevista Andreia Rodrigues

Andreia Rodrigues
As notícias dadas sobre o fim do Grande Tarde, a hipótese de apresentar o Just Duet, o seu futuro no canal e o casamento são alguns dos temas desta entrevista a Andreia Rodrigues que até há bem pouco tempo esteve nas tardes da SIC.

O Portugal Fashion marca o seu regresso à televisão depois do final do Grande Tarde. Como é que encara este regresso?
(risos) Sendo a SIC a parceira oficial do Portugal Fashion, este ano calhou ser eu a fazer os especiais tanto para a SIC como para a SIC Mulher. Nós vamos estando sempre na televisão.
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Falou-se muito do seu regresso à televisão ao lado do João Manzarra para a condução do Just Duet. O que é que aconteceu para não se concretizar?
Eu não sei quem é que disse isso. Eu só vi isso por notícias que foram dadas e não vi ser dito por ninguém do canal. Portanto não vou comentar uma coisa sobre a qual nunca tive conhecimento e sobre uma coisa que para mim nunca esteve em cima da mesa. É algo que não sei.

Ficam saudades do daytime depois do final do Grande Tarde?
A vida é feita de ciclos e eu aprendi cedo a aceitar as coisas e a vivê-las com a intensidade que têm de ser vividas. Tudo é importante. Foram quase dois anos e meio de Grande Tarde onde aprendi muito sobre televisão, sobre pessoas, sobre histórias. Sem dúvida que me ensinou muito estar diariamente em direto. Exige muito de nós e uma preparação especial que tentei fazer o mais possível do início ao fim. Faz parte da evolução terminar e começar um novo projeto.
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Mas foram sete anos ininterruptos sempre em antena com vários projetos
Se nós olharmos para a história e se soubermos em que mundo da televisão vivemos temos a consciência de que todos já tiveram períodos das suas vidas em que não estiveram no ar. São ciclos, quando começamos um programa só temos uma certeza: ele um dia acaba apesar de não sabermos quanto tempo dura.

Como é que se prepara para um programa?
Primeiro eu gosto efetivamente de saber sobre as coisa, depois tenho de mostrar respeito pelos meus convidados tentando saber o mais possível sobre quem vou entrevistar. Digo isto sobre o Grande Tarde ou sobre outro qualquer programa. Estando num direto, por exemplo, se eu tiver de falar sobre um determinado tema tenho de o fazer e por isso sou obrigada a ter ferramentas suficientes que permitam ao espectador saber mais sobre aquilo. Tento, no fundo, ir além daquilo que me é fornecido pela equipa.

O Daniel dá-lhe conselhos relativamente à preparação de uma entrevista?
Nós conseguimos separar as coisas e apesar de estarmos juntos eu quando comecei a trabalhar em televisão não conhecia o Daniel. Eu quando fui para a SIC eu não conhecia o Daniel e ele já estava no Fama Show onde eu depois vim a fazer parte depois de ter ido a um casting com outras pessoas. Nessa altura, antes de existir qualquer tipo de relação que não a profissional, eu comecei a admirá-lo enquanto profissional e aprendi por observação. Ele enquanto líder estava junto da equipa dele a mostrar como queria que as coisas fossem feitas. Lembro-me perfeitamente de o Daniel Oliveira nos dizer que o nosso trabalho acabava só quando o programa terminava e eu sigo isso ainda hoje em dia. Preocupo-me com as audiências, com o que resultou e não resultou e do porquê de não ter resultado. Eu gosto de ver o meu programa no final e na altura quando fazia programas gravados não havia um que eu não visse.
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É crítica do seu trabalho?
Só vendo o meu trabalho é que posso saber onde posso evoluir e inspirar-me. Ver o meu trabalho é essencial e com o Grande Tarde isso não acontecia porque era diário mas às vezes sentia a necessidade de ver partes dos programas para ver se estava com alguma expressão repetida. Eu não acho que sou perfeita e isso para mim é um motor que me faz querer fazer mais e melhor. Gosto de me preparar. Aquilo que dita a minha entrega e empenho não é o horário, o canal, se é ou não em direto. Eu gosto de fazer o que faço e é lógico que vamos evoluindo. A minha passagem pelo Fama Show teve o seu tempo assim como o Gosto Disto, o Cante se Puder!. Aquilo que eu sinto é que quando houver um projeto que faça sentido para mim e para a SIC então lá estarei.

E já há esse projeto?
A televisão está em constante mudança e só não estou no ar desde o final de fevereiro. Quando houver novidades elas serão conhecidas a seu tempo.

O facto de se ter revelado tão cedo prejudicou o final do programa?
Não sei e estar a tirar conclusões precipitadas não faz sentido. Acho que a ideia e a pressão de quando é que volto ao ecrã faz parte e todas as pessoas já tiveram dois, três meses parados ou até mais. Somos vários profissionais e é normal que haja uma gestão de ativos. Estive sete anos de forma ininterrupta no ar, praticamente sem férias porque os projetos se colavam uns aos outros. Da mesma maneira que isso acontece, acontece o resto. Estou absolutamente tranquila e paz. Brevemente vamos ter mais uma surpresa, uma espécie de campanha entre aspas…
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Da Cien, a marca da qual é embaixadora?
Não, não. Essa é uma grande campanha e estou muito orgulhosa de ser o rosto da marca porque efetivamente uso o creme. Férias propriamente ditas foi só uma semana. Obviamente gosto muito daquilo que faço porque estou super tranquila.

Como é que surge o coisasnossas.pt?
Eu já tinha feito alguns projetos e como tenho um facebook com alguma expressão – para gostar clica AQUI – e senti a necessidade de ter um espaço de, com tempo, dar mais a quem me segue. Acho que é importante evoluir e olhar para o mundo digital não menosprezando a área mas valorizando porque é um complemento à própria televisão. Dá-me imenso gozo e aqui posso porque tenho liberdade para o fazer e é algo que queria e precisava de fazer.

Para desligar da televisão também?
Não mas porque o projeto em que estava inserida tinha uma lógica definida e não tinha esse espaço. Parte da necessidade de por a mão na massa, do ponto zero até ao resultado final.

O site que também dá para ir falando do casamento já que 2017 é o ano do “sim!”…
Não é propriamente sobre o meu casamento mas sobre os casamentos em geral mas partindo da ideia de que me vou casar porque há uma série de dúvidas que se impõem nesta altura e por isso achei que faz todo o sentido e por isso mesmo existe a rubrica Estou Noiva e agora?.

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