Portugal 2011 > Frei Fernando Ventura na SIC Notícias

Frei Fernando Ventura é um Franciscano Capuchinho, que se tem distinguido por ser uma voz desassombrada, um observador contundente, direto e inconformado. 
Testemunha atenta do nosso tempo, preocupado com a crise profunda que atravessamos, vem à SIC Notícias partilhar ideias e esperanças…
Uma entrevista conduzida por António José Teixeira para ver este sábado, a partir das 23h, na SIC Notícias.

Comentários

António Palma disse…
Assisti a parte da sua entrevista na SIC noticias e quero dar-lhe os parabéns pela forma aberta e frontal como atacou o problema que actualmente vivemos em Portugal.
Só é pena que os visados façam orelhas moucas, relativamente ás soluções que são avançadas nos debates levados a cabo nos vários canais de televisão. Como v. Ex.a disse e muito bem, se todos aqueles que receberam subsídios da Europa e não fizeram os investimentos que deviam, em vez disso compraram ferraris, vivendas, férias de luxo, etc, fossem responsabilizados, talvez o país não estivesse a braços com tamanha crise. O Senhor Presidente da República, que agora se mostra tão preocupado com a situação do país, será, do meu ponto de vista, o principal responsável, porque foi na vigência do seu governo que entraram em Portugal, todos aqueles milhões de escudos e cuja fiscalização na execução dos projectos candidatos aos fundos, foi ZERO.
Obrigado
António Palma
Carlos Sá disse…
subuintOuvi atentamente a sua entrevista ao A.J.Teixeira e fiquei a admirá-lo mais ainda. A sua frontalidade, o seu espírito de missão, enquanto padre, mas sobretudo como cidadão lúcido, destemido e construtivo, fazem de si um exemplo a seguir num país onde impera a acefalia, o marasmo, a partidocracia, a presunção...
Não se importe com os comentários/críticas de espíritos menores. Esses não têm a grandeza de quem é simples e diz as verdades simplesmente.
Obrigado.
Professor Carlos Sá.
O meu livro disse…
É preciso ter a coragem de ficar só, e protestar contra a desonestidade cultural dogmática e idólatra tradicional, estabelecida e documentada historicamente em Portugal. Este é o meu lema, desde a segunda metade da década de 80, quando a minha vida correu risco, face a um processo de fraude, de que fui vitima, houve morte, pôs em risco a minha identidade existencial, o colapso eminente, apelei superiormente, fui silenciado. Na década de 90, numa militância de cidadania activa, usei o direito de indignação, na imprensa nacional, denunciando o aumento de fraude e corrupção em Portugal, em documentos de intervenção social, deparei-me com o mesmo silêncio social e político em todos os quadrantes da esquerda à direita. A alta autoridade contra a corrupção, foi extinta pela maioria do PSD em 1992, escondendo, o aumento do manto e ninho de corrupção, que conduziu à presente situação. Em 1994 participei no Congresso. Portugal: Que futuro, onde as conclusões foram ignoradas politicamente. Em 1995 tornei público O Manifesto À Consciência Nacional, silenciado na comunicação social. Este é um problema dogmático cultural, onde a lei e justiça funciona mal, e o Canon da lei não se cumpre em Portugal, não há cidadão e governo que resista em Portugal, com esta cultura histórica dogmática tradicional. A rotura é com o dogma cultural idólatra de infabilidade tradicional. Precisamos de uma democracia cultural sem dogmas, de sabedoria nacional, reformadora social, da consciência e inteligência intelectual e espiritual, contra os corporativismos e o atraso nacional, a iliteracia intelectual disfuncional, de alienação e manipulação social, discriminatória de desigualdade e injustiça social, prejudica a democracia o desenvolvimento sustentado, o estado social em Portugal…
O meu livro disse…
É preciso ter a coragem de ficar só, e protestar contra a desonestidade cultural dogmática e idólatra tradicional, estabelecida e documentada historicamente em Portugal. Este é o meu lema, desde a segunda metade da década de 80, quando a minha vida correu risco, face a um processo de fraude, de que fui vitima, houve morte, pôs em risco a minha identidade existencial, o colapso eminente, apelei superiormente, fui silenciado. Na década de 90, numa militância de cidadania activa, usei o direito de indignação, na imprensa nacional, denunciando o aumento de fraude e corrupção em Portugal, em documentos de intervenção social, deparei-me com o mesmo silêncio social e político em todos os quadrantes da esquerda à direita. A alta autoridade contra a corrupção, foi extinta pela maioria do PSD em 1992, escondendo, o aumento do manto e ninho de corrupção, que conduziu à presente situação. Em 1994 participei no Congresso. Portugal: Que futuro, onde as conclusões foram ignoradas politicamente. Em 1995 tornei público O Manifesto À Consciência Nacional, silenciado na comunicação social. Este é um problema dogmático cultural, onde a lei e justiça funciona mal, e o Canon da lei não se cumpre em Portugal, não há cidadão e governo que resista em Portugal, com esta cultura histórica dogmática tradicional. A rotura é com o dogma cultural idólatra de infabilidade tradicional. Precisamos de uma democracia cultural sem dogmas, de sabedoria nacional, reformadora social, da consciência e inteligência intelectual e espiritual, contra os corporativismos e o atraso nacional, a iliteracia intelectual disfuncional, de alienação e manipulação social, discriminatória de desigualdade e injustiça social, prejudica a democracia o desenvolvimento sustentado, o estado social em Portugal…
O meu livro disse…
É preciso ter a coragem de ficar só, e protestar contra a desonestidade cultural dogmática e idólatra tradicional, estabelecida e documentada historicamente em Portugal. Este é o meu lema, desde a segunda metade da década de 80, quando a minha vida correu risco, face a um processo de fraude, de que fui vitima, houve morte, pôs em risco a minha identidade existencial, o colapso eminente, apelei superiormente, fui silenciado. Na década de 90, numa militância de cidadania activa, usei o direito de indignação, na imprensa nacional, denunciando o aumento de fraude e corrupção em Portugal, em documentos de intervenção social, deparei-me com o mesmo silêncio social e político em todos os quadrantes da esquerda à direita. A alta autoridade contra a corrupção, foi extinta pela maioria do PSD em 1992, escondendo, o aumento do manto e ninho de corrupção, que conduziu à presente situação. Em 1994 participei no Congresso. Portugal: Que futuro, onde as conclusões foram ignoradas politicamente. Em 1995 tornei público O Manifesto À Consciência Nacional, silenciado na comunicação social. Este é um problema dogmático cultural, onde a lei e justiça funciona mal, e o Canon da lei não se cumpre em Portugal, não há cidadão e governo que resista em Portugal, com esta cultura histórica dogmática tradicional. A rotura é com o dogma cultural idólatra de infabilidade tradicional. Precisamos de uma democracia cultural sem dogmas, de sabedoria nacional, reformadora social, da consciência e inteligência intelectual e espiritual, contra os corporativismos e o atraso nacional, a iliteracia intelectual disfuncional, de alienação e manipulação social, discriminatória de desigualdade e injustiça social, prejudica a democracia o desenvolvimento sustentado, o estado social em Portugal…
Caro Frei Fernando …
Assisti, não à entrevista de Sábado mas à repetição de hoje, à hora de almoço, da sua notável prestação na SIC Notícias.
Prescindo, de imediato e com humildade, de qualquer análise ou interpretação pessoal do que ouvi de sua boca, simplesmente, porque, estando em integral sintonia com as suas ideias, tudo o que pudesse dizer seria uma manifestação idiota, porque demasiado arrogante, de as tentar repetir.
Gostaria, apenas, de sugerir a quem ainda não teve a feliz oportunidade de o escutar ou de o ler, que o fizesse sem percas de tempo. Porque, a sua PALAVRA encerra um segredo especial que só os muito afurtunados saberão compreender e dela beneficiar. BEM HAJA !!!
O meu livro disse…
É preciso ter a coragem de ficar só, e protestar contra a desonestidade cultural dogmática e idólatra tradicional, estabelecida e documentada historicamente em Portugal. Este é o meu lema, desde a segunda metade da década de 80, quando a minha vida correu risco, face a um processo de fraude, de que fui vitima, houve morte, pôs em risco a minha identidade existencial, o colapso eminente, apelei superiormente, fui silenciado. Na década de 90, numa militância de cidadania activa, usei o direito de indignação, na imprensa nacional, denunciando o aumento de fraude e corrupção em Portugal, em documentos de intervenção social, deparei-me com o mesmo silêncio social e político em todos os quadrantes da esquerda à direita. A alta autoridade contra a corrupção, foi extinta pela maioria do PSD em 1992, escondendo, o aumento do manto e ninho de corrupção, que conduziu à presente situação. Em 1994 participei no Congresso. Portugal: Que futuro, onde as conclusões foram ignoradas socialmente e politicamente. Em 1995 tornei público O Manifesto À Consciência Nacional, silenciado na comunicação social. Este é um problema dogmático cultural, onde a lei e justiça funciona mal, e o Canon da lei não se cumpre em Portugal, não há cidadão e governo que resista em Portugal, com esta cultura histórica dogmática tradicional. A rotura é com o dogma cultural idólatra histórico de infabilidade tradicional da consciência e inteligência intelectual e espiritual em Portugal. Precisamos de uma democracia cultural sem dogmas, de sabedoria nacional, reformadora social, da consciência e inteligência intelectual e espiritual, contra os corporativismos e o atraso nacional, a iliteracia intelectual disfuncional, de alienação e manipulação social, discriminatória de desigualdade e injustiça social, prejudica a democracia o desenvolvimento sustentado, o estado social em Portugal. A rotura é com o dogma cultural tradicional.
Fernando PÊRA disse…
Pergunto: Porque é que a mais que excelente entrevista feita por António José Teixeira ao Frei Fernando Ventura no principio deste mês, ainda não está disponível na Internet?
O meu livro disse…
Só existe uma alternativa reformadora, a doutrinas e ideologias dogmáticas. O Cristianismo Bíblico, anti-dogmático e idólatra tradicional…
O meu livro disse…
Só existe uma alternativa reformadora, a doutrinas e ideologias dogmáticas. O Cristianismo Bíblico, anti-dogmático e idólatra tradicional…
O meu livro disse…
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