DANCIN' DAYS

estreia SEGUNDA na SIC a novela onde vale a pena sonhar!

ÍDOLOS

Domingo temos músicas do século XXI com os 10 finalistas

BOA TARDE

O talk show das tardes da SIC

ROSA FOGO

Assiste à novela no horário nobre da SIC

FINA ESTAMPA

Já estreou na SIC!

31 de outubro de 2011

Tu podes ser o próximo!


Já somos 800!
Junta-te AQUI!

Diogo renova com a SIC por mais 3 anos

Diogo Morgado, de 31 anos, vai continuar a ser uma das estrelas da SIC. A estação de Carnaxide já fez chegar ao actor o novo contrato e aguarda que, nos próximos dias, tudo possa ficar decidido com uma resposta positiva. "Ele irá assinar um novo contrato que é válido por três anos", revela ao DN uma fonte próxima de Diogo Morgado. O actor, que foi protagonista da novela Laços de Sangue, onde contracenou com Diana Chaves, já tem um novo projecto no horizonte, ainda que a estação privada de Pinto Balsemão não queira adiantar, para já, se é outra novela ou uma série.
DN

Fama Show com melhor resultado de sempre!

O magazine da SIC ‘Fama Show’ registou neste domingo de Halloween 39.5% de share, registando dessa forma a melhor marca de sempre, desde a estreia em 2008. 
Apresentado por Vanessa Oliveira, Cláudia Borges, Rita Andrade, Andreia Rodrigues e Laura Figueiredo, o programa do início das tardes de domingo conseguiu 37.4% e 38.9% nos targets comerciais e destacou-se em todas as classes sociais, tendo a marca de 33.7% na classe A/B e 47.3% na classe D. 
O magazine liderou dos 4 aos 34 anos e a partir dos 45 anos , fazendo notar-se a marca de 49.1% nas idades compreendidas entre os 25/34 anos. 
‘Fama Show’ é, na atualidade, o programa de entretenimento mais antigo da SIC, é líder desde a primeira emissão e tem em 2011 uma média acumulada de 29.8% de quota de mercado, contribuindo para isso rubricas fixas como: “O Mundo de Carolina”, “Intimidades”, “Fala por ti”, “A Vida antes da fama” e um acompanhamento dos eventos da atualidade. 
Daniel Oliveira, autor e coordenador do formato afirma “a satisfação pelo resultado alcançado, mas sem ilusões. Estes são números que já não se usam na televisão que hoje conhecemos, em que a tendência é para haver uma acentuação da distribuição de públicos pelas várias plataformas. No entanto – acrescenta - o Fama acaba por ser um dos paradigmas dessa nova forma de olhar a indústria: Ser eficaz somente com o essencial, fazendo da criatividade o motor do programa”.

Jornal da Noite e Primeiro Jornal no top e na liderança!


A informação da SIC neste domingo foi a preferida dos espectadores que viram tv neste domingo. O Jornal da Noite, conduzido por Maria João Ruela, foi mesmo o programa mais visto do dia alcançando 27,9% de share e 11,1% de rating. O Primeiro Jornal, também liderou o horário. O noticiário de Pedro Mourinho alcançou 38,1% de share e 9,7% de audiência média. 

Cabo – 30,2%
TVI – 25,0%
SIC – 23,9%
RTP1 – 17,3%
RTP2 – 3,5%

Insensato Coração estreia hoje na SIC

Algumas curiosidades sobre a novela 

  • Um dos cenários da novela é um avião real que foi montado no próprio Projac 
  • As gravações de Insensato Coração começaram em Florianópolis em Setembro de 2010
  • Ao longo da novela vamos poder ver muito movimento: cenas de wakeboard, festas em praias, clubes, restaurantes e boates. 
  • Foram construídos 2 cidades cenográficas: uma com 6 mil metros quadrados e outra com 10 mil metros quadrados onde são gravados as cenas de exterior. Um shopping também foi construído no Projac 
  • Em estúdio foram produzidos 112 cenários onde se desenrolará a maior parte da nova novela da SIC. 
  • Como já é hábito nas produções da TV Globo, os actores antes de começarem a gravar estiveram em aulas e cursos para saber mais ao pormenor o que se vai passar. 
  • Vamos ter dança “folk” na novela que será representada por Irene (Fernanda Pães Leme). 
Estreia às 23h30

30 de outubro de 2011

Daniel Oliveira "Queremos abrir o leque de convidados" do Alta

A infância marcada pela toxicodependência dos pais não deixou mágoas. Obstinado, Daniel Oliveira quer sempre mais e melhor. Ao lado de Andreia Rodrigues, o apresentador anseia por construir uma família feliz. 
Quando lhe perguntam "O que dizem os seus olhos?", responde sempre que "o melhor ainda está para vir". É a ambição que o move? 
Sim, e é a certeza de que outro tipo de pensamento não seria saudável. Se achasse que o melhor já passou viveria em angústia permanente. 
Como surgiu a ideia de publicar vinte entrevistas do ‘Alta Definição’? 
A televisão passa muito rápido e há coisas que as pessoas viram de passagem e não retiveram da melhor forma. Assim está escrito. A ideia era que coubessem muitas mais. 
Qual foi a entrevista mais difícil de fazer? 
Há entrevistas difíceis por razões diferentes. A do António Feio foi difícil porque estava a caminhar sobre uma linha muito ténue entre o que é privado – relacionado com a doença – e aquilo que ele queria expor. O que fiz foi deixar--me levar pelas respostas. A do Vítor de Sousa também foi difícil porque ele tinha acabado de expor a sua intimidade [sobre homossexualidade], e o tom das perguntas podia ser ofensivo. 
Diz que o segredo das suas entrevistas é nunca se sentir superior ao entrevistado. E inferior, já se sentiu? 
Não. Sinto-me em pé de igualdade. O nosso propósito é o mesmo. Sinto que há um momento de partilha em que eu tento descodificar uma série de detalhes. Sentir-me inferior significaria que eu estaria fascinado ou com receio de alguma coisa. E também não me sinto superior porque há tantas coisas que não sei e que aquelas pessoas que estou a entrevistar sabem que seria errado, do ponto de vista humano, pensar que não tenho mais nada para aprender. 
Há alguém que quisesse muito entrevistar e tenha recusado? 
Que tenha recusado não, mas falta-me entrevistar muitas pessoas, como o presidente do FC Porto. Além disso, queremos abrir o leque dos convidados ao âmbito político. 
Já houve alguma resposta positiva nesse sentido?
Já. Concretização da mesma é que ainda não, por força das agendas. 
Acha que os políticos se expunham "sem maquilhagem e sem tabus"? 
Acho que é um grande desafio. Tem muito a ver com a forma como os espectadores os vão receber. 
Deixou a carteira profissional de jornalista para poder fugir de polémicas e temas delicados? 
Não foi para fugir a polémicas. Quando fui para a RTP fazer a ‘Operação Triunfo’, não era um trabalho jornalístico: podia tomar partido, dar opinião, fazer publicidade... Não me escuso às minhas responsabilidades e nesse sentido farei as perguntas que tenho de fazer sem nenhum tipo de comprometimento com os entrevistados. 
Estaria disposto a combinar as perguntas antes da entrevista? 
Não, nem com políticos nem com ninguém. O programa tem um propósito de verdade. 
Já fez vários exclusivos com jogadores de futebol. Tem muitos amigos nesse meio? 
Tenho, mas também tenho amigos apresentadores e actores. Os programas que faço com jogadores acabam por criar essa imagem de que sou muito próximo deles, mas só sou de alguns. 
Há quem o acuse de bajular os jogadores para conseguir as entrevistas... 
Normalmente, as críticas têm dois patamares: ou as pessoas não gostam do meu entrevistado ou de mim, ou então são oriundas do meio em que trabalho e há a intenção dessa pessoa de fazer o mesmo que eu faço. Aquilo não são programas jornalísticos, são de entretenimento e isso significa ter alguma dose de espectacularidade. 
Cristiano Ronaldo abriu-lhe as portas da sua casa. Como conseguiu? 
Sempre achei que é um propósito benigno para o futebol dar voz e imagem aos artistas. Enquanto espectador, teria curiosidade em saber algumas coisas que são menos conhecidas, como ver se o Ronaldo joga à bola em casa e como é que joga... 
Que relação tem com ele? 
Falamos de vez em quando por mensagens. 
Também dizem que é arrogante. Como é que se defende? 
Não tenho de me defender. Se arrogância é obstinação, eu não me importo nada com isso. Às vezes tem a ver com uma cultura de exigência que é absolutamente necessária para fazer estes programas. Quem está perto de mim sabe que não é bem assim. 
É difícil trabalhar consigo? 
Não, se as pessoas tiverem essa exigência para com elas próprias.
Criou um jornal aos 13 anos. O que é que levou uma criança a interessar-se por jornalismo?
Era um interesse por comunicar. Dava-me a possibilidade de fazer uma coisa diferente.
Na altura idolatrava as estrelas de televisão. A fama fascinava-o?
Não, fascinava-me o mundo da televisão. Não acho que a fama por si só seja alguma coisa de relevante.
Tornou pública a dependência dos seus pais face à droga. Como é que nunca se desviou e era um aluno exemplar?
Fui sempre um aluno que cumpria, mas nunca fui exemplar. Acho que todos nós somos fruto das nossas circunstâncias e eu não tenho nenhum termo de comparação com nenhuma outra vida.
Nunca se sentiu uma criança revoltada?
Nunca me senti revoltado, sempre fui bem resolvido.
Que relação tem actualmente com os seus pais?
Boa, muito boa, muito saudável. Eles são muito novos, têm ambos 47 anos, e somos muito próximos.
O que recorda de melhor da infância?
As futeboladas com os amigos na rua, mesmo que estivesse a chover.
Queria ser jogador de futebol... Era o meu sonho, mas acabou por não se concretizar de forma efectiva. Agora jogo futebol de vez em quando para colmatar essa lacuna.
Mas a paixão continua...
Sim, sobretudo agora, direccionada para o meu primo [Diogo Salomão], que joga no Corunha. O futebol na infância tem uma importância vital, mas ao crescermos percebemos que há coisas mais importantes.
Aos 14 anos ganhou o campeonato nacional de xadrez. O que é que esse jogo lhe ensinou?
É muito norteador na forma como eu vivo a minha vida e sei antecipar problemas. Tenho mais do que um caminho como opção.
Dois anos depois chegou à redacção da SIC. Alguma vez pensou chegar onde está hoje?
Não, nunca. Era inimaginável, mas de alguma forma esse pensamento continua a existir, isto é, continuo sempre a achar que isto pode acabar amanhã. Vai haver um dia em que aparecerá alguém para ocupar o meu lugar. Não é que viva em angústia, mas sei que isto pode mudar de um dia para o outro.
Como começou a trabalhar novo, acha que perdeu uma parte importante da juventude?
Perdi a adolescência a partir dos 16 anos, mas também vivi intensamente. Só não pude privar tanto com os amigos.
Está atento ao que escrevem sobre si na internet?
Sim, sim. É importante estar sintonizado com a realidade, mas procuro relativizar. Não serei tão bom como algumas pessoas dizem, mas também não sou tão mau.
Sempre foi muito cioso da vida privada. Isso está relacionado com o facto de ter trabalhado numa revista de social?
Não, tem a ver com o facto de gostar que seja assim. É a preservação de um espaço que é meu, mas sem dramatismo. Sou por natureza muito recatado, mas não ando escondido.
(...)
Como "o melhor ainda está para vir", o que se segue ao ‘Alta Definição’?
‘Alta Definição’. É assim que eu vivo. Não digo, como a maior parte dos meus colegas, que o meu sonho é ter um talk show. Não estou no programa de forma transitória, isto é, não o sinto como: ‘estou a fazer isto, mas o meu sonho é fazer aquilo’.

INTIMIDADES
Quem gostaria de convidar para um jantar a dois?
A Andreia.
Quem é, para si, a mulher mais sexy do Mundo?
A minha mulher.
O que não suporta no sexo oposto?
Muito poucas coisas me irritam realmente nas mulheres...
Qual é o seu maior vício? Mandar mensagens de telemóvel. Qual foi o último livro que leu?
A ‘Relíquia’, de Eça de Queiroz.
O filme da sua vida?
Gostei muito do ‘Crash - Colisão’.
Cidade preferida?
Sou completamente fascinado por tudo o que o Rio de Janeiro tem para oferecer.
Um desejo?
Ser pai.
Complete. A minha vida é...
Pouco dormida.

PERFIL
Daniel Oliveira tem 30 anos e é produtor e apresentador do programa ‘Alta Definição’, da SIC, cargos que concilia com a coordenação do ‘Fama Show’. Foi um dos jornalistas fundadores da SIC Notícias e o autor do ‘Só Visto’, da RTP 1. Lançou este mês o livro ‘O que Dizem os Teus Olhos’. Namora com a repórter da SIC Andreia Rodrigues.

29 de outubro de 2011

Para Margarida Marinho a SIC está a fazer um belíssimo trabalho em ficção

Actualmente a gravar uma novela da TVI, a actriz Margarida Marinho em entrevista ao Correio da Manhã considera que na ficção do canal de Carnaxide se “está a fazer um belíssimo trabalho” acrescentando que “quem não não pensa assim é um autísta. 
Sobre as novelas da SIC, a actriz considera que “as novelas têm uma construção colada à produção brasileira e é muitíssimo boa”.

SIC cai, pela segunda vez na mesma semana, para o 4.º lugar

Nesta sexta-feira a SIC voltou a ocupar o lugar de quarta-feira, o 4.º lugar das audiências dos "canais" mais vistos A RTP1 venceu a estação de Carnaxide por 1,0% de share.
A SIC teve no Jornal da Noite como o seu programa mais visto do dia (2.º horário com o Telejornal da estação pública a liderar o horário) tendo sido nesta sexta o 4.º mais visto com 27,6% e share e 10,8% de rating.
Cabo - 28,2%
TVI - 25,2%
RTP1 - 21,8%
SIC - 20,8%
RTP2 - 4,1%

28 de outubro de 2011

Grande Reportagem no domingo e debate na segunda!

Domingo, dia 30 de Outubro, no ‘Jornal da Noite’ 

Os pais de uma menina de seis anos, a quem foi diagnosticado um tumor no rim, rejeitaram a quimioterapia pós-operatória imposta pelo IPO. 
O caso seguiu para tribunal que decidiu forçar os tratamentos. Os pais tiveram de fugir de casa para que a sentença não fosse aplicada. Este é um trabalho de reportagem de Pedro Coelho e José Silva (imagem), com Patrícia Fonseca (Visão), Edição de Imagem de Ricardo Tenreiro e Grafismo de Isabel Cruz. Poderá encontrar em anexo uma sinopse mais alargada desta ‘Grande Reportagem’. 

Segunda feira, dia 31 de Outubro, debate sobre ‘Grande Reportagem’ Safira 
Debate conduzido por Clara de Sousa, no ‘Jornal da Noite’ Este caso lança dois tipos de dúvidas: uma clínica e outra legal. A clínica: será a quimioterapia a única terapêutica com resultados efetivos no combate ao cancro? Não seria mais eficaz poder associá-la a outros tratamentos, ainda em fase experimental, como a utilização de células do sistema imunitário? Até que ponto é que a atribuição do prémio Nóbel da medicina 2011 não vem abrir uma janela de oportunidade a essa associação, tornando esse tipo de terapias, ainda não convencionadas, ao alcance dos cidadãos? 
Cada doente tratado com quimioterapia custa em média aos Estados 50 mil euros – não estará o tratamento do cancro muito refém da indústria farmacêutica? A questão legal: um adulto pode recusar qualquer tipo de tratamento, mas uma criança (os pais dela) não. Este caso levanta a dúvida relativa ao direito à escolha: pode o IPO sobrepor-se aos pais quando os pais dizem que vão à procura de uma solução cientifica, mesmo que não convencionada, em substituição da quimioterapia? Pode a justiça fazer copy paste dos argumentos científicos do IPO (que se prova não serem inteiramente verdadeiros) e, sem ouvir os argumentos dos pais, tomar a decisão de os obrigar a levar a filha ao tratamento de quimioterapia; e se o não fizerem correrem o risco de perder a guarda da menina? Afinal nunca esteve em causa uma situação de emergência (caso de morte iminente), ainda que a juíza, influenciada pelos argumentos do IPO, tenha atuado exclusivamente nesse sentido? São estas as grandes questões a que este debate, conduzido por Clara de Sousa, tentará dar resposta. 

Convidados: 

  • Nuno Miranda – Diretor Clínico do IPO; 
  • Miguel Oliveira e Silva – Médico – Presidente da Comissão Nacional de Ética para as Ciências da Vida; 
  • Rita Fonseca Marques – Jurista, Mestre em Saúde Pública e Professora Universitária.

Best Of do Rock in Rio Brasil na SIC K e SIC Radical

As melhores imagens do ‘Rock in Rio’ no Rio de Janeiro vão passar, num Best Of em exclusivo, na SIC Radical e na SIC K! 
Quem não conseguiu assistir ao regresso do ‘Rock in Rio’ à cidade maravilhosa, poderá assistir na antena da SIC Radical e da SIC K, às melhores imagens do festival. 
A não perder os trechos das atuações de estrelas suficientes para fazer brilhar o céu a noite inteira: Metallica , Stevie Wonder, Red Hot Chili Peppers, Jamiroquai, Guns N' Roses, Slipknot, Katy Perry, Coldplay, Rihanna, Motörhead, Sepultura e Les Tambours du Bronx, System Of a Down, Elton John, Joss Stone, Ivete Sangalo e Shakira e muito mais! 

Estreias na SIC Radical: 

  • Ep. 1 – Sábado 29 Outubro, 22h15 
  • Ep. 2 - Domingo 30 Outubro, 21h00 
  • Ep.1 e 2 – Terça 1 Novembro, 16h30 


Estreia na SIC K: 

  • Ep.1 e 2 – Segunda 31 Outubro das 00h15 às 02h20

Jornal da Noite lidera horário e SIC sobe

Depois de na quarta-feira ter ficado em 4.º lugar, a SIC nesta quinta-feira subiu ao 3.º posto deixando a RTP1 para trás. O jornal da Noite – que continua a ser o programa forte da estação – foi uma vez mais o mais visto da SIC no dia de ontem vencendo mesmo a concorrência. Em 2.º lugar, o Jornal da Noite – que teve a revelação de Duarte Lima (AQUI) – teve 31,0% de share e 12,7% de rating. 
Cabo – 27,0% 
TVI – 25,0% 
SIC – 23,3% 
RTP1 – 21,1% 
RTP2 – 3,6%

José Pedro Aguiar Branco na SIC Notícias

Os cortes orçamentais atingem tudo e todos. Os militares não fogem à regra. Revoltados por sucessivos sacrifícios prometem sair à rua em protesto. 
José Pedro Aguiar Branco é Ministro da Defesa e vem à SIC Notícias amanhã à noite, a partir das 23h, explicar como se gere uma dimensão de soberania que dá sinais de uma mal-estar preocupante. 
Uma entrevista de António José Teixeira.

Aprender depois de emigrar nos Perdidos e Achados

O final dos anos noventa ficou marcado em Portugal pela chegada de inúmeros imigrantes de Leste. Famílias inteiras que deixavam para trás países como a Ucrânia, a Rússia ou a Moldávia, em busca de melhores condições económicas e sócias. 
Várias reportagens na época retratavam a integração escolar dos filhos destes imigrantes. Em comum, todas sublinhavam a excelente capacidade de aprendizagem que as crianças revelavam ter. No ‘Perdidos e Achados’ fomos à procura de algumas destas crianças. Encontrámos Artiom, que conhecemos com 13 anos em 2002. 
Voltámos também a falar com Nadyia e Maria, colegas do 10º ano, na escola Gil Vicente em 2004. Na reportagem do próximo sábado revelamos o percurso que fizeram e no que se tornaram anos depois de iniciado o percurso escolar em Portugal. 

Jornalista. Isabel Osório 
Imagem: Jorge Oliveira 
Edição: João Nunes 
Produção: Diana Matias; Madalena Durão 
Coordenação: Sofia Pinto Coelho 
Direção: Alcides Vieira

27 de outubro de 2011

Peso Pesado em livro a partir de amanhã!

capa do novo livro do Clube do Livro SIC
Depois do sucesso do Plano de 12 Semanas de Exercício e Dieta do primeiro livro ‘Peso Pesado’, os portugueses podem agora aprender como manter o peso ideal - o maior desafio de todos. Este é o livro que ensina a cozinhar com conta, peso e medida, sem ter de abdicar dos alimentos saborosos. 
Em ‘Peso Pesado - Manter o Peso: Receitas Para Vencer’, Teresa Branco oferece ao leitor mais de 50 receitas para manter o peso ideal e dicas práticas para poupar e adaptar as receitas ao gosto e à carteira de cada um. A autora explica ainda a importância que cada refeição tem. 
Este novo título do “Clube do Livro SIC” conta ainda com os testemunhos inspiradores de todos os ex-concorrentes e dos leitores do primeiro livro da série.

SIC ultrapassada pela RTP1 cai para o 4.º lugar


Esta quarta-feira não correu bem para os lados de Carnaxide. O canal foi ultrapssado pela RTP1 no dia em que o Jornal da Noite se mantém como o programa mais visto do dia. Em 5.º lugar, o Jornal da Noite fecha o top5 com 23,7% de share e 10,0% de rating. 

Cabo – 28,2%
TVI – 26,2%
RTP1 – 21,1%
SIC – 20,0% 
RTP2 – 4,5%

26 de outubro de 2011

Ângelo Rodrigues à conversa com os fãs de Rosa Fogo

Na sequência do que tem acontecido nas últimas semanas, o Facebook da novela Rosa Fogo apresenta esta quinta-feira mais uma entrevista a um actor ou actriz da novela onde ninguém é o que parece. Esta quinta-feira o Estêvão da novela é entrevistado. A partir das 15h Ângelo Rodrigues estará no facebook oficial da novela para responder a todas as questões! 
Não perca esta oportunidade de estar à conversa com um actor da sua novela da noite da SIC!
Fonte: blog Rosa Fogo

Curto Circuito e Instituto Português de Sangue em dádiva

No próximo dia 31 de outubro, dia das Bruxas, o programa da SIC Radical ‘Curto Circuito’, em colaboração com o Instituto Português do Sangue irá levar a cabo uma original e inédita ação promocional da Dádiva Benévola de Sangue em Portugal. 
O presidente do Instituto Português do Sangue, Dr. Álvaro Beleza, participará no programa e simultaneamente, no exterior do Estúdio (Parque Holanda, em Carnaxide), irá realizar-se uma Sessão de Colheita em Unidade Móvel, das 15:00H às 20:00H, onde todos os que desejarem podem efetuar a sua dádiva. A surpresa é que alguns poderão fazê-lo no estúdio, tornando assim público o seu gesto de solidariedade. Este tipo de ação marca um ponto de viragem na Promoção da Dádiva de Sangue, pois pretende-se de uma forma bem-humorada desmistificar a Dádiva de Sangue, esperando que os mais jovens adiram a esta causa, rejuvenescendo a faixa etária dos dadores, garantindo desta forma a continuidade da autossuficiência do país em componentes sanguíneos. Para mais informações, contactar: 

Curto Circuito
Raquel Carmo
Email: raquelcarmo@sigma3.pt
Telef.: 214 245 637
www.facebook.com/curtocircuito
www.sic.sapo.pt/sicradical/programas/curto-circuito

Instituto Português do Sangue
Telef.: 217 921 030
www.ipsangue.org

Jornal da Noite mantém-se como mais visto da SIC

O Jornal da Noite foi, nesta terça-feira, dia 25 de Outubro o programa mais visto da SIC. Em 4.º lugar do top de 5 programas mais vistos do dia, o Jornal da Noite teve 24,0% de share e 9,9% de audiência média sendo, no entanto, o menos visto do hor´rio das 20h. No total, a SIC ficou com 21,1%. 
Cabo – 27,5% 
TVI – 26,3% 
SIC – 21,1% 
RTP1 – 20,9%
RTP2 – 4,3%

Europa XXI no ar até Janeiro de 2012


A contenção europeia está a chegar à União Europeia e pode estar em causa a exibição do programa Europa XXI da SIC Notícias assim como os programas com apoio do Parlamento Europeu nas rádios. O director do gabinete do PE afirma que já está a seguir a "lógica de contenção da União Europeia" ao abrir o concurso apenas para as televisões, excluindo os restantes meios. 

A SIC Notícias, para Portugal, foi a única a concorrer e recebeu 80 mil euros para ajuda à produção anual do programa ‘Europa XXI', que visa "esclarecer os cidadãos das diversas dinâmicas do Parlamento Europeu". ‘Europa XXI' é apresentado por Miguel Ribeiro e vai estar no ar até Janeiro de 2012. "Temos tido boas audiências. No Verão chegámos aos 100 mil telespectadores", conta ao CM Rebecca Abecassis, autora do programa.

25 de outubro de 2011

Insensato Coração estreia segunda-feira


Com mais de 70 actores no elenco, Insensato Coração está a chegar à SIC e a sua estreia está agendada para a próxima segunda-feira, dia 31 de Outubro.

A novela Insensato Coração irá substituir no horário nobre Araguaia - na recta final - sendo que a estreia está marcada para as 23h30.

Edição da Noite da SIC Notícias na AR

Ana Lourenço conduz a emissão
Hoje a SIC Notícia fará a Edição da Noite no Salão Nobre da Assembleia da República. Na emissão conduzida por Ana Lourenço estarão em debate dois painéis no dia em que se reúne o Conselho de Estado e na véspera de um Conselho Europeu decisivo para o futuro da UE. 
São convidados do primeiro painel: 

  • Frei Bento Domingues 
  • Rui Moreira, presidente da Associação Comercial do Porto
  • António Sampaio da Nóvoa, reitor da Universidade de Lisboa 
  • Bettencourt Picanço, presidente do Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado 


São convidados do segundo painel: 

  • Luís Montenegro, presidente do Grupo Parlamentar do PSD 
  • Carlos Zorrinho, presidente do Grupo Parlamentar do PS 
  • Nuno Magalhães, presidente do Grupo Parlamentar do CDS 
  • Bernardino Soares, presidente do Grupo Parlamentar do PCP 
  • Luís Fazenda, presidente do Grupo Parlamentar do BE 
  • Heloísa Apolónia, deputado de Os Verdes

Lesão obriga José a deixar a herdade do Peso Pesado

Perdeu 20 quilos em três semanas e era considerado o concorrente mais temido no ‘Peso Pesado’. No entanto, uma grave lesão no pé direito dita o fim da participação de José no concurso da SIC. Hoje, o concorrente terá de abandonar o programa. 
Após uma ida ao hospital, os treinadores avisam José de que tem de ser operado, não podendo continuar em jogo. E é, através da internet, que o concorrente dá a má notícia aos colegas. Entre os concorrentes há um sentimento de tristeza, apesar de Carlos admitir que José era o seu grande adversário. 
Enquanto isso, Marco e João continuam decididos a perder o maior número de quilos e, por isso, aproveitam a noite para, tranquilamente, irem para o ginásio.

HOJE na SIC!

Jornal da Noite é o 5.º mais visto

Clara de Sousa conduziu o noticiário
Esta segunda-feira o programa mais visto da SIC foi o Jornal da Noite. O noticiário foi o 5.º mais visto do dia e teve um share de 25,4% e 10,3% de rating. 
Cabo – 27,8% 
TVI – 26,3% 
SIC – 21,4% 
RTP1 – 20,7% 
RTP2 – 3,8%

Bento Rodrigues de parabéns

O jornalista da SIC Bento Rodrigues, natural da Lousã (Coimbra), está de parabéns ao completar hoje mais um aniversário. O principal rosto do bloco informativo das 13h – que podemos por vezes ver no Jornal da Noite – está de parabéns.

24 de outubro de 2011

Alta Definição com Jorge Palma

Jorge Palma é o convidado de Daniel Oliveira deste sábado. Depois de Maya ter sido entrevistada no último programa, a página do Alta Definição no Facebook revelou esta tarde o convidado de sábado do Alta. Considerado por muitos o melhor autor de canções do país, o músico fala de tudo!! Entrevista para ver e gravar! Sábado às 14h na SIC... Encostem-se a nós!!

Jornal da Noite na liderança de domingo

A SIC colocou o Jornal da Noite como o programa mais visto do canal neste domingo. 13,6% de rating e 30,6% fizeram com que o bloco informativo da SIC fosse o mais visto do dia ocupando o primeiro lugar do top. 
Já o Peso Pesado que ditou mais uma expulsão foi o 2.º programa mais visto da SIC e o 4.º do dia apesar de não ter conseguido vencer a concorrência. A expulsão de Helena da herdade teve 11,4% de rating e 28,2% de share. 
Cabo – 29,0% 
TVI – 27,7% 
SIC – 23,1% 
RTP1 – 16,2% 
RTP2 – 3,9%

23 de outubro de 2011

Helena abandona o Peso Pesado

Com José a ser eleito o Peso Pesado da semana uma vez mais coube à equipa azul ir para a sala da eliminação. 
Com quatro votos com o nome Helena, a concorrente termina assim a sua participação no concurso. As 200 gramas perdidas na primeira pesagem e as 800 gramas perdidas na pesagem de hoje colocaram a concorrente de Matosinhos está assim de regresso a casa

Concorrente responde às questões dos fãs
É já nesta segunda-feira que a concorrente eliminada estará no facebook do programa a responder às questões dos fãs do programa no Facebook. A partir das 15h Helena responde a todas as questões na página do programa no facebook!
Para já a concorrente responde às questões de Daniel Oliveira no Peso Pesado - especial.

Regressa amanhã à SIC!


a partir das 14h desta segunda-feira!

Peso Pesado em 6.º e SIC nos 20,0%


Sem espaço no top5, o programa mais visto deste sábado foi o diário de Peso Pesado. O treino da última oportunidade antes de mais uma expulsão – que ocorre hoje – foi uma das partes do programa mais visto deste sábado na SIC. O diário do Peso Pesado foi o 6.º programa mais visto do dia com 24,9% de share e 8,8% de rating.

Cabo – 33,3%
TVI – 24,6%
SIC – 20,0%
RTP1 – 17,6%
RTP2 – 4,5%

Sobreviventes sobre o P.A.I.G.C.

Uma reportagem de Lúcia Gonçalves
As vidas de Duarte Fortunato, António Teixeira, Manuel Vidal e António Baptista cruzaram-se na prisão da Guiné Conacri, quando decorria a guerra colonial. 
O 1º cabo Duarte Dias Fortunato foi capturado pelas tropas do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde no dia 22 de Fevereiro de 1971. 
Foi durante a operação “Mabecos” que caiu nas mãos no inimigo. Nos primeiros 6 meses de cativeiro, era interrogado dia sim, dia não e castigado sempre que não colaborava. Esteve preso durante 3 anos e 8 meses. António Teixeira, condutor do exército, estava sozinho junto da viatura quando quatro homens do P.A.I.G.C. o cercaram. Sem escolha, seguiu com os guerrilheiros pelo mato e temeu perder a vida logo ali. 
Chegou à prisão de Conacri 2 dias depois. Manuel Vidal estava prestes a entrar ao serviço, no posto de vigilância, quando foi surpreendido pelos homens do P.A.I.G.C. 
Quando chegou à prisão de Conacri ficou isolado num quarto. Durante meses sobreviveu a arroz e água. António Baptista chegou à Guiné na véspera de Natal de 1971. Foi colocado no quartel de Saltinho, onde esteve apenas 4 meses até ser apanhado pelo inimigo numa emboscada. Depois do seu desaparecimento, foi dado como morto pelo exército português. 
Na pequena freguesia de Crestins, em Moreira da Maia, foi feito um funeral em nome da sua alma. Mas António regressou. Durante 29 meses, esteve junto com os outros militares, na prisão da Guiné Conacri. Perdidos no tempo, os prisioneiros enfrentaram um cativeiro sem saber se alguma vez voltariam à vida que deixaram em Portugal. 
Debateram-se com a incerteza, o vazio, a solidão. A revolução de Abril trouxe-lhes a liberdade. As marcas ficaram para sempre. 
Um reportagem com coordenação de Lúcia Gonçalves.

22 de outubro de 2011

Jornal da Noite é o mais visto e SIC nos 20,8%

O Jornal da Noite foi o 5.º programa mais visto do dia de ontem e o mais visto da SIC. O canal colocou o noticiário de Rodrigo Guedes de Carvalho como o programa mais visto do dia com 26,6% de share e 9,9% de rating. No entanto, foi o programa menos visto do horário das 20h. 
Cabo – 29,1%
TVI – 26,7%
SIC – 20,8% 
RTP1 – 19,3%
RTP2 – 4,1%

Sabiam que....

O jogo que deu o apuramento ao Sporting para os 16 avos-de-final da Liga Europa, transmitido na quinta-feira pela SIC, foi o programa mais visto do dia, com 14,8% de audiência e 34,8% de share. A vitória da equipa de Alvalade foi vista por 1.381.014 telespectadores.

Pedro Mourinho > "A SIC é a grande tv em Portugal"

Como chegou à SIC? 
Há onze anos estava na RTP e vim a convite do Nuno Santos e do Emídio Rangel para integrar a equipa de fundação da SIC Notícias. Havia uma incerteza imensa, porque era o primeiro canal de informação em Portugal, não sabíamos se ía correr bem, ter sustentabilidade financeira para singrar, ter espectadores. As coisas estavam muito bem estabelecidas, o mercado não se movimentava muito, havia a RTP, a SIC e a TVI, o cabo estava a dar os primeiros passos. Acabou por se revelar um grande sucesso, portanto foi uma aposta ganha e uma óptima escolha a nível pessoal e profissional. 
Foi a primeira cara da SIC N. Como se prepararou para esse momento? 
Da mesma forma que todos o fizemos enquanto equipa da SIC N. Integrámos o projecto em Junho de 2000, e o canal só arrancou em Janeiro de 2001. Durante todos esses meses fomo-nos preparando, vestindo a pele de jornalistas a quem, a partir de dia 8 de Janeiro de 2001, a vida iria mudar substancialmente, porque alguém dizia, com razão, que a SIC N era um avião que ía levantar voo e nunca mais aterrava. Mas foi uma escolha de quem dirigia a SIC, porque ainda não se tinha percebido se o canal ía arrancar à noite ou na edição da manhã, que ía fazer com a Ana Lourenço e a Alexandra Abreu Loureiro. Coube-me esse momento que é, de facto, um grande momento na carreira de qualquer pessoa que integre um projecto destes. Percebe-se que, a partir daí, se faz parte da história da televisão em Portugal. Por muitos anos que viva e por muitas coisas que faça, o arranque da SIC N será muitas vezes o momento pelo qual serei lembrado. 
O que o marcou mais nesse instante? 
Há um elemento de grande responsabilidade porque nada pode falhar. O que me recordo mais é da ansiedade e expectativa de todos os colegas no momento em que o canal arranca. Sentir que naqueles segundos tudo correu bem, ouvir uma série de aplausos, porque na altura a redacção da SIC N funcionava atrás do estúdio e estava cheia, ninguém dormiu nessa noite, estávamos todos lá para apoiar. Era importante ter um grande arranque, para que as pessoas olhassem para o primeiro dia da SIC N. Quem ligou a SIC N naquele dia certamente não se sentiu defraudado. Era um canal de notícias de âmbito internacional, estávamos em todo o lado onde estava a acontecer alguma coisa nesse dia. Além do mais tínhamos uma notícia que era só nossa, uma investigação a propósito das radiações por urânio empobrecido, que eram deixadas pelos bombardeamentos da Nato no Kosovo, era o grande assunto do momento, e levou todas as rádios a citarem-nos nessa manhã e os jornais a fazerem manchete no dia seguinte com a nossa história. Foi um dia perfeito para a SIC N, que nenhum dos outros canais de 24 horas de informação que está no mercado e que surgiram depois conseguiu até hoje. Esse é o ponto fundamental de partida: nós somos assim, vamos ser assim a nossa vida toda, somos sérios e profissionaais, apesar de muito novos e estamos aqui para servir as pessoas. 
A decisão de ter uma equipa jovem foi consciente para associar a um canal novo a uma equipa nova? 
Quando me foram buscar, e à Clara de Sousa e Ana Lourenço, já trabalhava há muitos anos na televisão. Era um cocktail perfeito, porque se juntaram pessoas que, sendo profissionais há uma série de anos, eram novas e havia um compromisso de futuro com elas, ainda tinham potencial de crescimento mas já eram valores muito seguros e talentos emergentes que podiam assegurar o futuro do canal. Houve a preocupação de mostrar, num projecto novo, pessoas novas, mas também caras que eram os novos valores dos canais generalistas, sobretudo dos concorrentes, e isso deu ao canal outra credibilidade. 
Mas havia o compromisso de que essa juventude se reflectisse numa informação mais irreverente e arrojada? 
Procuramos isso todos os dias, quer na SIC quer na SICN. Não fugir ao nosso compromisso com os telespectadores com uma informação rigorosa, séria, independente, mas ao mesmo tempo procurando sempre novos caminhos. E há uma série de gente aqui que é muito boa nesse papel. A esse nível a SIC é a grande televisão em Portugal. Costumo dizer que quando estava na RTP tinha um grande fraquinho pela SIC e é verdade, julgo que todos os jornalistas de televisão em Portugal o têm. 
Gravação do spot "Estamos Juntos"
Que ingredientes fazem da SIC Notícias diferente? 
As pessoas que aqui trabalham. A meu ver são os melhores profissionais de TV do País. Existe muita autonomia e liberdade criativa. As chefias confiam muito nos profissionais que aqui trabalham e dão-nos oportunidade de mostrar e poder ser irreverentes, de apostar e arriscar. E é assim que se vai conseguindo chegar mais além. Depois, a nossa redacção é um sítio onde se respira liberdade. Coordeno jornais na SIC há muitos anos e nunca senti a mínima forma de pressão e isso é muito importante. Podemos não ser os mais bem pagos do mercado, mas isso vale muito dinheiro. 
Enquanto jornalista, do que é que abdicou para se dedicar à coordenação? 
Apliquei-me mais na função de pivô, mas muitas vezes faço grande reportagem ou reportagem no exterior, e gosto imenso. Mas quando surgiu a oportunidade de coordenar e ao mesmo tempo criar conteúdos não a desperdicei. Desenhei o ‘Jornal da Meia-Noite’ (JMN), o ‘Primeira Página’, alguns dos espaços da SIC N, participei no início de ‘O Dia Seguinte’ e ‘Tempo Extra’. É algo que me agrada muito fazer, criar jornais a partir do nada, fazer algo diferente, com um cenário diferente e conteúdos mais irreverentes, com uma componente de imagem mais forte. 
Trabalhando na SIC e SICN, como faz a ligação entre os dois canais? 
São independentes, mas a redacção funciona em conjunto. A dada altura foi colocada a hipótese de assumir a coordenação e apresentação do ‘Primeiro Jornal’ de fim-de-semana. Não é fácil, primeiro em termos de tempo, porque nos obriga a uns horários muito estranhos. Mas a SIC tem muitos pivôs capazes de assumir o ‘Primeiro Jornal’ ou o ‘Jornal da Noite’, e isso é bom para quem manda, mas foi um passo natural de carreira. Quem aqui trabalha, também quer que o seu trabalho tenha uma visibilidade diferente e que o canal generalista, naturalmente, tem. Mas gosto imenso de o fazer porque é como andar na corda bamba todos os fins-de-semana, ou todas as noites e isso também nos dá alguma adrenalina. 
Não está cansado de tantos anos no ‘JMN’? 
O ‘JMN’ é importante para mim, uma espécie de filho. Faço parte da mobília, não me sentiria bem em deixá-lo, porque existe uma ligação quase sentimental. Se me perguntar se gostava de ser pivô a tempo inteiro na generalista, não vou esconder essa ambição. Mas o importante é sentir-me parte da equipa que faz a informação da SIC. 
E que outras áreas gostava de desenvolver? 
Trabalhar na SIC N é estar sempre a postos para qualquer coisa. O último trabalho que fiz de reportagem exterior foi no temporal da Madeira, há um ano e meio, estava a coordenar o ‘Primeiro Jornal’, aquilo aconteceu num sábado de manhã, mandaram-me para lá e todos nós queremos estar dentro desses momentos, porque é aliciante. E estou aqui sempre a postos para ser enviado para onde for preciso, para o fim do mundo. 
Mas há gostos pessoais e áreas que um profissional se sente mais à vontade para desenvolver. Qual é a do Pedro? 
Gosto de apresentar, de fazer reportagem, mas o que gosto de facto é de criar. Criar conteúdos, jornais, programas de informação. Essa é a minha grande valência. Provavelmente é a que as pessoas menos conhecem, mas é o que gostava de continuar a aperfeiçoar. 
No fundo, é um trabalho de bastidores. 
É , mas depois torna-se muito visível. Como pivô visto a pele do jornal que estou a fazer, é como vestir umas calças ou um casaco que me assentam de forma perfeita, como a minha roupa. Se coordenar e apresentar um jornal que foi concebido por mim, é o ideal. Não deixo de ter visibilidade por causa disso. As pessoas não são obrigadas a saber que fui eu que criei o jornal, mas ele está lá, mesmo que não seja eu a apresentá-lo. 
E quando vê outros pivôs a apresentar num cenário seu? 
Gosto de estar também no papel de espectador, de perceber o que funciona melhor e pior, o que pode ser corrigido. É quase avaliar o meu próprio trabalho. 
Em onze anos, o que mudou na SIC N? 
Mudámos nós, que estamos mais velhos. Demos consistência e credibilidade à SIC N, o que alguns no início achariam difícil de alcançar. Fomos sempre líderes de audiências, apesar de existirem mais 50 canais no cabo, outras duas estações concorrentes, que tentaram sempre chegar ao nosso patamar de audiências e por alguma razão não conseguiram. Isso quer dizer que as pessoas continuam a dar preferência à SIC N. Nada mudou, mas fomos construindo um caminho sério de confiança em relação às pessoas e a quem nos vê. 
Pedro Mourinho no antigo cenário da informação
Fonte: Facebook
Muitos duvidaram do resultado de um canal de 24h diárias de informação, em português. Ficou surpreendido com a apetência dos portugueses por notícias? 
A SIC N mudou a forma como a comunicação e como as notícias se processam em Portugal. Era algo que a rádio já fazia mas com menos impacto. A SIC N conseguiu pôr os políticos a comunicarem uns com os outros, na reacção pronta logo às 8 da manhã, sobre a notícia do dia. Não era algo habitual e foi também muito importante para criar hábitos nos espectadores. Alguém que compra o jornal da manhã lê determinada notícia, mas sabe que se ligar a SIC N já vai ter uma reacção de alguém a quem a notícia diz respeito. 
Quais foram os momentos mais importantes? 
O arranque da SIC N foi um dia em cheio, de emoções fortes e o concretizar de um marco profissional. Todo o primeiro ano, repleto de acontecimentos, desde o 11 de Setembro, a queda da ponte de Entre os Rios, o início da guerra no Afeganistão, o massacre de Fortaleza... Parecia que todos os dias acontecia algo de grande impacte noticioso. Pessoalmente, há várias histórias que me marcam. A morte do Miki Feher, porque foi algo que toda a gente tinha acabado de ver, em directo na tv, e ninguém tinha percebido o que tinha acontecido, a não ser que algo de muito mau se tinha passado. Estava a trabalhar, e foi uma noite de expectativa para mim e para os telespectadores, para saber o que tinha acontecido com aquele jogador do Benfica. Acho que todos quisémos que ele tivesse conseguido sobreviver e ultrapassar aquele momento, e no fim a notícia não foi essa. Ainda hoje, quando penso nisso, causa-me angústia, mas a notícia tinha que ser dada. Já está longe, e não me lembro todos os dias, mas em termos de carreira foi um momento forte para mim. 
Houve outros momentos em que teve que forçar o distanciamento, e ser apenas a pessoa que dá a notícia? 
Isso fazemos todos os dias, porque todos os dias há imagens que nos chocam, somos humanos. Seja cá ou lá fora, somos confrontados diariamente com histórias de miséria e amargura, de dramas terríveis, de crime e acidentes. Mas também há o outro lado, de histórias que nos fazem sorrir e ter esperança. Quando entramos, o lado emocional fica lá fora e aqui a nossa tarefa é informar, dar as notícias com rigor, isenção e imparcialidade. Mas também não acho que a apresentação de telejornais deva ser totalmente objectiva, há sempre um lado grande de subjectividade, isso deve ser dado a perceber aos espectadores, porque eles também reagem ao que estão a ver. Mas por regra, o jornalismo televisivo, tal como qualquer outro, deve ser objectivo. 
A nível de investimento técnico, o que é a SIC tem hoje para oferecer? 
Hoje, com a internet, podemos fazer directos a partir do momento em que temos uma ligação de dados, em qualquer ponto do mundo, de forma muito autónoma, basta carregar uma mochila às costas. Fazer directos em movimento era algo que não era possível há três anos. Estamos a caminhar muito rapidamente para o HD, os cenários virtuais estão a ser aperfeiçoados e são quase perfeitos, o ‘JMN’ é inteiramente virtual. Lembro-me de que quando fui para a televisão, o chrome era uma novidade, e nem sequer tinha profundidade, era uma parede verde onde se podia projectar uma imagem e a pessoa aparecia à frente. Tecnicamente, nem sequer era perfeito. Hoje, basta desenhar o cenário que se quiser, e isso sente-se na informação, porque existe uma limitação física de estúdios, de espaço, e é a possibilidade de, no mesmo sítio, termos cenários diversos. 
Mas a técnica só veio melhorar e facilitar o trabalho do jornalista? 
Sim, é um bom aliado. Quando fui para a RTP, as equipas de reportagem tinham um repórter de imagem, um assistente de áudio, motorista... hoje uma equipa de reportagem é um jornalista e um repórter de imagem. E conseguem, em reportagem no exterior, fazer o trabalho, editar, enviar, e isso foram avanços permitidos pelo avanço da tecnologia, porque cada vez temos mais meios para fazer melhores coisas. 
A técnica não desvirtuou parte do trabalho do jornalista? 
Não, a investigação e pesquisa faz-se da mesma forma, mas para a TV, e até imprensa e rádio, é muito mais fácil trabalhar de forma mais rápida. Ganha-se em tempo e penso que também em qualidade. É mais fácil rectificar trabalhos. O jornalismo só teve a ganhar com o avanço da técnica e vai ter seguramente ainda mais a ganhar. 
A SIC N foi a primeira, há onze anos, mas hoje temos a RTP Informação e a TVI 24. Ainda faz sentido mais um canal de informação? 
Acho que não. O mercado é muito limitado. A verdade é que eles existem há uma série de anos, e se existem é porque o mercado diz que podem existir, mas não acho que faça muito sentido, e a longo prazo vai sobreviver aquele que tiver mais audiências e a maior capacidade de dar a imagem de confiança às pessoas, e que é a SIC Notícias. 
Os outros dois ficam pelo caminho? 
Não sei muito bem o que vai acontecer na televisão, parece que vão privatizar uma licença da RTP. Isso não é fácil para o mercado e obviamente para nós, SIC e TVI é mau. Não vivemos da ajuda do Estado e se houver mais um player no mercado isso significa que haverá menos dinheiro no bolo publicitário. E a televisão com menos dinheiro para ser produzida será mais barata e de pior qualidade. Não é bom para os espectadores, nem para quem tem as televisões. Não sei como vai ser o futuro, mas quantos mais canais de informação surgirem, pior para todos. 
Fonte: Facebook
No grupo Impresa as dificuldades são públicas. Os constrangimentos afectam o trabalho? 
Afectam, mas o nosso objectivo é superarmo-nos todos os dias e fazer sempre mais com menos. Temos a consciência de que o País está a atravessar uma crise imensa, dentro de uma conjuntura internacional que não é nada fácil, e acho que toda a gente, não só aqui, se capacitou disto: trabalhar mais e fazer melhor, com menos. E o menos é,naturalmente, menos dinheiro. 
No caso da SIC é também com menos pessoas, porque houve um processo de rescisões. Isso sente-se na redacção? 
O importante é que os espectadores não o sintam, e que o trabalho continue a ser feito com a qualidade de sempre e isso tem sido conseguido. O futuro do Pedro passa em exclusivo pela SIC? Pela SIC, sim. Gosto muito de trabalhar aqui. Não posso dizer que desta água não beberei, mas da forma como as coisas estão, a SIC é a minha estação, vesti a camisola e é aqui que quero fazer a minha carreira, porque sinto, sobretudo, que o que tenho aqui é uma carreira a desenvolver. Que já vai a meio, mas que chegará mais longe, e não sei que qualquer outro lugar me poderia dar isso. 
E onde é que poderá chegar? 
Apesar de pensar em termos individuais, integro-me numa equipa e o que quero é fazer parte de uma estação de sucesso. O meu desejo final é que SIC consiga sair desta crise e depois voltar à liderança.
Recebeu convites para ir para a TVI 24 ou para a RTP Informação? 
Não. 
E se surgissem? 
A SIC é a minha estação. Poderia ponderar, mas a redacção é um sítio onde se respira liberdade e isso é muito importante. 
Não sentiu isso na RTP?
Não senti a autonomia que as pessoas podem ter aqui, isso nunca senti, nem essa liberdade de poder fazer e criar. No meu tempo era complicado, mas não sei como as coisas estão agora. 

PERFIL 
Nascido em Lisboa a 30 de Abril de 1972, Pedro Mourinho formou-se em Jornalismo na Universidade Autónoma, mas estreou-se na RTP aos 18 anos. Foi o rosto de ‘Caderno Diário’, mas é sobretudo conhecido por ter sido a primeira cara da SIC N a chegar ao ecrã dos portugueses. Após onze anos em Carnaxide, diz que, além do 11 de Setembro, o momento mais marcante foi a morte do jogador do Benfica Miklós Fehér, em 2004. “Ainda hoje me causa angústia, mas a notícia tinha de ser dada”, recorda. “Quando entramos, o lado emocional fica lá fora, mas também há sempre um lado subjectivo na apresentação de telejornais”.

21 de outubro de 2011

Maioria quer o regresso do Big Show em 2012!

74% dos leitores querem o regresso
do programa à SIC!
A revelação foi feita na passada sexta-feira pela imprensa e baseando-se nessa notícia o SIC Blogue questionou os leitores do blogue a propósito do regresso do Big Show SIC em 2012 à antena do canal. A conclusão é uma: a maioria dos leitores quer ver o Big Show de volta à SIC. 74% responderam SIM à pergunta “Big Show SIC em 2012?”. 
Apenas 25% das respostas cairão no NÃO. No total foram apurados um total de 111 votos, 83 dos quais para a opção SIM e 28 para a opção NÃO!

Mais de 4 horas de autógrafos e a 3.ª edição nas bancas

A presença do apresentador da SIC Daniel Oliveira no Porto para o lançamento do livro «Alta Definição – O que dizem os teus olhos» provocou uma enchente na Fnac do NorteShopping, em Matosinhos, no passado dia 19. Mais de 300 pessoas acorreram ao local para uma sessão de perguntas e respostas, com direito a autógrafos e fotografias, que se prolongou durante mais de 4 horas. Muita gente marcou lugar naquele espaço desde as 17h (cerca 4 horas antes) e privaram com o rosto do magazine da SIC. O livro vai já na 3 edição, com mais de 15.000 exemplares vendidos em menos de um mês, sendo um sucesso editorial da Guerra & Paz, na colecção do Clube do Livro SIC. 
 O périplo pelo país vai continuar, no próximo dia 31 em Faro e dia 1 em Coimbra e nos próximos dois fins-de-semana na região da Grande Lisboa. 

Próximas sessões de autógrafos 

  • Continente, Amadora - 22 de Outubro, sábado, 17h00 
  • Pingo Doce, Sintra Retail Park - 23 de Outubro, domingo, 11h00 
  • Continente, CC Colombo - 29 de Outubro, sábado, 17h00 
  • Continente, Oeiras Parque - 30 de Outubro, domingo, 11h00 
  • Jumbo, Forum Algarve, Faro – 31 de Outubro, segunda-feira, 18h00 


Próxima sessão de apresentação 

  • Bertrand, CC Dolce Vita, Coimbra – 1 de Novembro, terça-feira, 16h00

Casamentos de Sto. António no Perdidos e Achados

Os casamentos de Santo António existem há mais de 50 anos. Esta tradição lisboeta foi criada com o intuito de ajudar os casais mais pobres a casar. 
Após uma longa interrupção, a celebração dos casamentos de Santo António foi retomada já na década de 90. 
Em 1999, 17 casais foram selecionados para casar numa cerimónia apoiada pela Câmara Municipal de Lisboa e transmitida em directo pela SIC. Lina e António, Isabel e Fernando e Sandra e Luís estavam entre os pares que subiram ao altar. Passados 12 anos, o ‘Perdidos e Achados’ foi à procura dos três casais. 
Quisemos saber se continuam juntos, se têm filhos e como recordam o casamento. Este sábado, faça uma viagem pelo álbum de memórias de três casamentos de Santo António. 

Jornalista: Patrícia Mouzinho 
Imagem: Franco Santos 
Edição: João Nunes 
Produção: Diana Matias e Madalena Durão 
Coordenação: Sofia Pinto Coelho 
Direção: Alcides Vieira

João Adelino Faria não fecha portas a um possível regresso

JAF e Andreia Vale nos 10 anos da SIC Notícias
Televisivamente nasceu na SIC e actualmente é um dos rostos do principal bloco de informação da RTP1. João Adelino Faria deu uma entrevista à NTV onde não fecha uma porta ao regresso ao canal de Carnaxide. O pivô – que diz que a SIC nunca desapareceu da sua vida – quando questionado sobre se voltava a vestir a camisola da SIC “não sei… nunca pensei em estar na RTP” acrescentando de seguida que “o que sinto é que o meu ADN televisivo nasceu na SIC”

SIC com Liga Europa em primeiro

A Liga Europa deu o primeiro lugar dos programas mais vistos de ontem à SIC. Com 34,8% de share e 14,6% de rating, o jogo da prova Sporting X Leixões foi o programa mais visto do dia na tv portuguesa. Foi, aliás, o único programa da SIC a aparecer no top5. 
Cabo – 26,6%
TVI – 26,3%
SIC – 23,7%
RTP1 – 19,1%
RTP2 – 4,3%

20 de outubro de 2011

Perfeito Coração está de volta para o horário das 14h

Fez sucesso no horário nobre da SIC quando foi emitida! Perfeito Coração está de volta à SIC... desta vez para o horário da tarde (14h00). 
A partir de segunda-feira, a novela em que Ricardo Pereira e Sandra Barata Belo são os protagonistas vai voltar a fazer-lhe companhia.
A vida quotidiana, os crimes e os maus tratos, os cultos, as crises pessoais, os estigmas da sociedade e raptos são alguns dos temas desta novela. Uma novela de Pedro Lopes produzida pela SP Televisão para a SIC.

Insensato Coração estreia brevemente (c/vídeo)


Maya em Alta Definição

Actualmente é a cara do programa Cartas da Maya – o Dilema. A taróloga mais conhecida dos portugueses desvenda alguns dos segredos da sua vida em mais um Alta Definição que irá para o ar neste sábado à tarde. 
Eunice Cristina Maia Moraes de Carvalho nasceu a 21 de Dezembro de 1959 na Amadora. Já foi professora, artista de circo, actriz. Actualmente é taróloga, publicitária, comunicadora e directora de relações públicas. A sua colaboração com a SIC vem de há alguns anos para cá. Começou a dizer os signos no extinto SIC 10 Horas e Fátima. Conduziu ao lado de Nuno Graciano o Contacto quando Rita Ferro Rodrigues deixou o programa. 
Depois de estar afastada durante algum tempo, Maya está de volta à televisão com um programa de astrologia e este sábado é a entrevistada de Daniel Oliveira num programa onde os espectadores do canal vão poder ver os bastidores da sessão de autógrafos que decorreu no Porto.

Norteshopping encheu-se para ver Daniel Oliveira

Depois de Lisboa e arredores eis que Daniel Oliveira esteve esta noite no Porto na apresentação do seu mais recente livro "Alta Definição - o que dizem os teus olhos".
A Fnac foi pequena para tanta gente e houve pessoas a ter de esperar mais de 3 horas para receber um autógrafo, dar dois dedos de conversa e poder tirar uma fotografia com o anfitrião do programa Alta Definição.
Os autógrafos vieram depois da própria apresentação do livro. Uma conversa animada com perguntas vindas da plateia directamente para o Daniel em que o próprio apresentador confessou, em jeito de brincadeira, que depois de tantos livros assinar o seu braço vai-se lembrar deste dia.
Recorde-se que o livro está já na sua segunda edição sendo que brevemente sairá para as bancas a 3.ª edição do mesmo!

19 de outubro de 2011

António José Teixeira entrevista Isabel Jonet

Diz que o motor da sua vida é a luta contra o desperdício. Indigna-se com a especulação financeira com bens de consumo, que atribui ao trigo o valor do ouro. É presidente do Banco Alimentar contra a Fome e conhece como poucos a realidade social do país. Num tempo de austeridade e preocupação com o futuro, Isabel Jonet vem à SIC Notícias partilhar o seu olhar sobre o país. 
Uma entrevista de António José Teixeira para ver neste sábado, 22 de Outubro, pelas 23h00 na SIC Notícias.

Insensato Coração está a chegar


brevemente na SIC!

SIC teve o Jornal da Noite como mais visto

Com a Liga dos Campeões na RTP1, a SIC foi o canal que mais desceu face a terça-feira. A SIC teve no Jornal da Noite como o programa mais visto do dia no canal. De resto, o Jornal da Noite superou o noticiário da TVI sendo o noticiário mais visto às 20h - altura em que a RTP1 transmitia o jogo de futebol da Liga dos Campeões - ao alcançar 21,5% de share e 9,4% de rating.
Cabo - 26,6%
RTP1 - 24,9%
TVI - 23,5%
SIC - 20,9%
RTP2 - 4,1%

Depois de Lisboa... o livro Alta Definição é apresentado no Porto


SIC e SIC Mulher no Portugal Fashion

A SIC e a SIC Mulher são novamente as televisões oficiais do ‘Portugal Fashion’, esta 29ª edição realiza-se entre os dias 20 e 23 de outubro, no emblemático Edifício da Alfândega, no Porto. Este apoio resulta de uma parceria criada há já vários anos, e que pretende reforçar a associação ao que melhor se faz em Portugal no mundo da Moda. 
A SIC e SIC Mulher vão marcar presença no ‘Portugal Fashion’ com o conceito I Love Portugal Fashion. Gifts, balões e fotografias serão a base deste conceito e o Facebook da SIC Mulher será a plataforma que dará um forte apoio na sustentação deste conceito, seguindo a estratégia de comunicação e associação a redes sociais, por parte das marcas. Esta 29ª edição do ‘Portugal Fashion’, denominada Star Up irá apresentar inovadoras fórmulas para a próxima primavera/verão e Luis Buchinho irá abrir a passerelle. 
Mais uma vez será dada também a oportunidade a talentos emergentes da moda nacional, de apresentarem as suas criações na passerelle principal do Portugal Fashion. 
Como já tem vindo a ser hábito, irão ser transmitidos programas diários na SIC, SIC Mulher e SIC Internacional, entre 25 de outubro e 2 de novembro, bem como um compacto final a passar na SIC Mulher e SIC Internacional no dia 3 de novembro, Cláudia Borges, apresentará estes especiais dedicados à moda. talentos emergentes da moda nacional, que têm assim a oportunidade de revelar as suas criações na passerelle principal do Portugal Fashion 
A SIC ira disponibilizar no seu site em www.sic.sapo.pt/portugalfashion todas as informações sobre os horários dos desfiles, e irá fazer a transmissão online. A SIC Mulher fecha assim com chave de ouro o mês dedicado à moda.

18 de outubro de 2011

Vida Selvagem atingiu o máximo de 2011

O documentário Vida Selvagem, que a SIC transmite habitualmente aos domingos, registou o melhor resultado do ano a 16 de Outubro, com 6.3% de audiência média e 28.9% de share, superando o anterior valor alcançado a 25 de Setembro, com 5.9% de audiência média e 26.2% de share.
Marktest

SIC com 22,2% de share nesta segunda-feira

Cabo – 26,8%
TVI – 25,3%
SIC – 22,2%
RTP1 – 22,0%
RTP2 – 3,7%

17 de outubro de 2011

TV Globo não quer entrar no capital da SIC

A Globo inaugurou esta segunda-feira a sede europeia da TV Globo em Lisboa. A cadeia de televisão brasileira desmentiu os rumores que avançavam com a possibilidade de entrar no capital da SIC, adiantando apenas que vai produzir conteúdos em Portugal. 
A inauguração da sede europeia da TV Globo decorreu esta tarde no novo espaço localizado na Avenida Fontes Pereira de Melo, em Lisboa. Nos dias que antecederam a inauguração, circulavam notícias que davam conta da existência de contactos entre Pinto Balsemão e responsáveis brasileiros para a entrada da Globo no capital da SIC, algo que foi recusado pelos responsáveis da rede de televisão brasileira. 
O director da Globo, Octávio Florisbal, vincou que a estação não está interessada em tal abordagem. «Os nossos accionistas decidiram que o nosso foco está em produzir conteúdos de qualidade», explicou, antes de acrescentar: «Não temos, do ponto de vista estratégico, nenhum objectivo de sermos distribuidores de conteúdos». Apesar de desmentirem a entrada no capital da estação de Pinto Balsemão, os responsáveis da Globo não colocaram de parte eventuais parcerias em termos de produção de conteúdos, algo que o director de negócios, Ricardo Scalamandré, deixou transparecer. 
 «Estamos namorando. Como, e quando vamos casar, leva o seu tempo», sublinhou. Em 1994, a Globo assinou com a SIC um contrato de exclusividade e, em 2010, as estações co-produziram a novela Laços de Sangue, nomeada este ano para um Emmy, na categoria de Melhor Novela. Em Portugal, existem cerca de 40 mil subscritores do canal pago da Globo e, em Angola, o número aumenta para 220 mil. A nova sede europeia vai empregar 12 pessoas, sendo oito delas portuguesas.

José Manuel Mestre absolvido em processo com 15 anos nos tribunais

O Tribunal da Relação do Porto confirmou a absolvição do jornalista da SIC José Manuel Mestre pelo crime de difamação ao presidente do Futebol Clube do Porto, Pinto da Costa . O processo, que já tem 15 anos, chegou a ir ao Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, que deu razão ao jornalista. 
O caso tornou-se também um exemplo da morosidade da Justiça. Regressou à primeira instância que anulou a sentença condenatória, decisão agora confirmada pelo tribunal superior. Nesta altura, Pinto da Costa já só poderá recorrer para o Tribunal Constitucional.

Programas da SIC fazem sucesso lá fora

Lua Vermelha já foi vendido para
vários países da América Latina

Apesar de existirem várias negociações em curso, um dos êxitos internacionais é ‘Lua Vermelha', cujos direitos foram vendidos a países da América Latina e América do Norte. 

O programa de apanhados de Nuno Graciano e Sofia Cerveira ‘Tás Aqui Tás Apanhado' é outro dos formatos vendido fora de Portugal, assim como o trabalho ‘José Mourinho - O Melhor Treinador do Mundo' da autoria de Nuno Luz já foi negociado com cerca de 20 países.
Premiado várias vezes internacionalmente, ‘O Regresso dos Incríveis' com Cristiano Ronaldo e com Pepe também está na lista dos programas vendidos pela SIC para o estrangeiro