DANCIN' DAYS

estreia SEGUNDA na SIC a novela onde vale a pena sonhar!

ÍDOLOS

Domingo temos músicas do século XXI com os 10 finalistas

BOA TARDE

O talk show das tardes da SIC

ROSA FOGO

Assiste à novela no horário nobre da SIC

FINA ESTAMPA

Já estreou na SIC!

30 de outubro de 2010

Clara de Sousa em entrevista

Clara de Sousa é uma das figuras mais emblemáticas da informação da SIC, canal a que chegou após passagens pela RTP e pela TVI. Sem querer falar do passado, a jornalista adianta que é em Carnaxide que se faz a melhor informação televisiva de Portugal. Para tal, salienta o papel de Francisco Pinto Balsemão.
A Clara de Sousa teve oportunidade de entrevistar todos os principais líderes políticos portugueses. Que leitura faz do actual panorama político nacional?
O País atravessa um dos momentos mais difíceis dos seus quase 37 anos de democracia, só comparável à crise dos anos 80, quando tivemos a intervenção do FMI. São tempos de que me lembro muito bem. Lembro-me da escassez de alguns produtos, do excesso de outros por falta de poder de compra. Lembro-me, no entanto, que as famílias, apesar de terem pouco, ainda conseguiam fazer alguma poupança.
E actualmente?
Hoje dificilmente o conseguem, o que agrava ainda mais a situação. Os tempos exigem modelos económicos claros e lideranças políticas fortes e que inspirem confiança. É isso que falta um pouco por toda a Europa. O défice é também de confiança. As pessoas até aceitam fazer sacrifícios mas precisam de ter a convicção de que vale a pena, de que o caminho que estamos a trilhar é o mais correcto.
E, na sua opinião, estamos no caminho correcto?
Neste momento, sinto que as expectativas não são nada animadoras para a maioria dos portugueses.
Como viu a saída de Manuela Moura Guedes da TVI?
Assisti a todo o processo de fora. Não tenho os elementos que me permitam ter uma opinião fundamentada. Mas, mesmo que os tivesse, também não acharia correcto fazê-lo. É uma matéria que não me diz respeito.
Seria um reforço interessante para a informação da SIC?
Essa é uma pergunta que terá de fazer aos responsáveis da estação.
Mas gosta do estilo de jornalismo que Moura Guedes pratica?
Sobre a Manuela Moura Guedes não me pronuncio mais. Não acho correcto fazê-lo. Nunca o fiz e não é agora que o vou fazer.
Teve oportunidade de trabalhar nos três canais generalistas. Que leitura faz da informação de cada um?
É verdade que trabalhei nas redacções dos três canais, mas em relação à RTP e, sobretudo, à TVI, são hoje muito diferentes dos tempos em que lá estive.
Como telespectadora, qual é a sua opinião?
Como telespectadora acho que cada um cumpre o seu papel, sendo que a SIC é a que tem o maior desafio: manter a credibilidade sem ser institucional e ser suficientemente inovadora, criativa e apelativa, sem ser sensacionalista. Temos uma informação independente, plural e adulta, que é uma das principais marcas da estação.
Onde encontra a informação mais independente?
SIC significa Sociedade Independente de Comunicação. Ou seja, desde o primeiro momento, desde que foi criada, que a independência está na matriz da estação. Temos o privilégio de ter um patrão que é jornalista e que sempre foi um grande defensor da liberdade de imprensa, ainda antes do 25 de Abril de 1974. Em todos estes anos sempre deu provas de que o principal património de uma redacção é a sua liberdade e a sua independência.
Francisco Pinto Balsemão é uma referência?
A este nível é uma figura inspiradora e de referência. Por isso, e respondendo à sua pergunta, a informação mais independente está na SIC.
Alguma vez foi pressionada enquanto jornalista?
Sim, já falei várias vezes sobre isso e não vale a pena estar a repisar sobre um acontecimento que aconteceu na RTP no final da década de 90.
Mas o que é que, exactamente, se passou na RTP?
Não vou repisar. Já não é importante.
E na SIC, alguma vez aconteceu?
Na SIC, onde estou há 10 anos, nunca sofri qualquer pressão ou tentativa de condicionamento do meu trabalho. Tenho total liberdade. Nunca deixei de fazer nenhuma pergunta que considerasse relevante a nenhum entrevistado. E também nunca ninguém me veio dizer que não devia ter feito determinada pergunta. Na SIC, o que recebi sempre foram desafios profissionais exigentes, autonomia e poder de decisão, além de um grande sentido de responsabilidade. Nunca, em nenhum momento, me faltou o incentivo e o apoio para dar o melhor de mim.
Como é a relação de trabalho com o Rodrigo Guedes de Carvalho?
É uma excelente relação entre duas pessoas que se respeitam pessoal e profissionalmente e que são amigas. Penso que isso era percebido por todos os que nos seguiam quando fazíamos dupla no ‘Jornal da Noite’.
Sendo jornalista, por que aceitou integrar um projecto de entretenimento como o ‘Família Superstar’?
Já na altura expliquei porque o fiz. Fazia sentido e nunca colidiu com o meu trabalho enquanto jornalista. Houve um maior grau de proximidade com o público, que sinto ter sido positivo. Estou convencida de que as pessoas não mudaram a sua opinião sobre o meu trabalho enquanto jornalista pelo facto de ter sido jurada do ‘Família Superstar’.
Analisando à distância, voltaria a fazê-lo?
Neste momento, não sei dizer-lhe se o faria mais uma vez. Dependeria do projecto. Mas, para ser muito franca, não é nada que procure ou que me preocupe.
Que programas gosta de ver na televisão?
Noticiários, programas de grande reportagem das cadeias britânicas e norte-americanas que passam regularmente na SIC Notícias, séries de vários géneros – da medicina a policiais – e talk shows, tanto portugueses como estrangeiros. Além disso, sou cinéfila e tenho uma longa lista de filmes para ver quando tiver tempo.
Que estilo de informação e de jornalismo é que aprecia mais?
Sabe... vou contar-lhe uma coisa que acontecia há muitos anos e que se perdeu um pouco...
Então?
Quando eu era miúda, fazia-se silêncio ao jantar para ver o noticiário, porque era importante sabermos o que estava a acontecer no País e no Mundo e de que forma isso nos afectava. Para mim, a hora das notícias sempre foi um momento solene. É assim que ainda hoje a encaro, enquanto jornalista/pivô e enquanto telespectadora. Há uma formalidade na comunicação que eu continuo a defender acerrimamente.
Existem outros projectos que gostaria de desenvolver em televisão ou noutras áreas para além da informação?
E tempo para isso? Há ainda muitas pessoas que pensam que o pivô de um noticiário chega uma hora antes para se maquilhar e pentear e ler depois as notícias. Pois vou dar-vos outra novidade: é uma ideia totalmente irreal. A preparação que exige um noticiário deixa pouco tempo para outros desafios. O próprio noticiário já é um grande desafio, todos os dias. Nós sabemos como começa e tudo pode acontecer de permeio. Temos de estar sempre preparados para qualquer eventualidade e dominar o stress que isso inevitavelmente também nos causa.
Mas, mesmo assim, tem conseguido fazer outro tipo de trabalhos...
Uma vez que divido a apresentação com o Rodrigo, tenho tido oportunidade de sair mais vezes do estúdio para fazer especiais de informação, entrevistas e debates, como foram, por exemplo, os frente-a-frente para as Legislativas do ano passado.
PERFIL
Clara de Sousa completa em Novembro 43 anos. Natural do Estoril, a jornalista começou por fazer rádio, em 1986. Em 1991 estreou-se no programa da RTP 1 ‘Há Desporto’. Dois anos depois rumou para a TVI, sendo um dos primeiros rostos da informação do canal de Queluz de Baixo. Ainda regressou à RTP, mas há dez anos que trabalha na SIC, onde faz parceria com Rodrigo Guedes de Carvalho no ‘Jornal da Noite’. Foi casada com Francisco Penim, de quem tem dois filhos. Em 2009 casou com André Marques.

28 de outubro de 2010

Dona da SIC com lucro de 2 Milhões

A Impresa teve um resultado líquido de 2,06 milhões de euros nos primeiros nove meses do ano, o que representa um crescimento de 728% em relação aos 249 mil euros do período homólogo de 2009.
Nos resultados anunciados hoje pela empresa, o grupo presidido por Francisco Pinto Balsemão teve uma redução de 10,9% na dívida líquida, que se fixou em Setembro nos 229,2 milhões de euros. Em Setembro de 2009, a dívida do grupo Impresa era de 257,3 milhões de euros.
O grupo Impresa registou receitas de 193,9 milhões de euros entre Janeiro e Setembro de 2010, o que, comparado com os 180,9 milhões de euros de igual período de 2009, representa um crescimento de 7,2%. No entanto, o grupo presidido por Francisco Pinto Balsemão teve um resultado líquido negativo de 1,3 milhões de euros no terceiro trimestre de 2010, o que compara com os 2,4 milhões de euros positivos de igual período de 2010.
O EBITDA nos primeiros nove meses do ano foi de 17,9 milhões de euros, o que compara com os 17,3 milhões de euros de igual período de 2009. No terceiro trimestre de 2010, o EBITDA da holding de media foi 3,3 milhões de euros, tendo descido 57,7% em relação aos 7,9 milhões de euros do trimestre homólogo de 2009.
A SIC generalista e os canais temáticos captaram receitas de 122,8 milhões de euros durante os primeiros nove meses de 2010, tendo crescido 10,8% face aos 110,8 milhões de euros do ano anterior. Em publicidade, os canais da SIC tiveram um encaixe de 73,5 milhões de euros nos primeiros nove meses do ano, o que espelha um crescimento de 14,3% em relação aos 64,3 milhões de euros do período homólogo de 2009. Os custos operacionais dos canais de televisão foram de 110,7 milhões de euros entre Janeiro e Setembro de 2009, o que representa um crescimento de 11,5% em relação aos 99,3 milhões de euros de 2009.
Em publicidade, a principal fonte de receitas do grupo, a holding de media teve, durante os primeiros meses do ano, proveitos de 106,4 milhões de euros. Este valor, comparado com os 97,4 milhões de euros do período homólogo de 2009, reflecte uma subida de 9,2%. No terceiro trimestre de 2010, as receitas publicitárias de todas as áreas de negócio do grupo foram de 30,9 milhões de euros, o que representa uma subida de 3,2% face aos cerca de 30 milhões de euros do período homólogo de 2009.
JdN

Condenados visto por mais de 1 milhão (c/vídeo)

Estreou ontem Condenados na SIC que promete trazer para a praça pública um jornalismo de investigação desenvolvido por Sofia Pinto Coelho e pela equipa que idealiza o programa. Condenados no primeiro programa retratou a condenação de um ex agente da GNR (Guarda Nacional Republicana) que supostamente assassinou a tiro 2 companheiros seus numa operação dentro de um automóvel no distrito de Bragança.
O programa foi o mais visto da SIC! O canal colocou o programa como o 6.º mais visto da televisão portuguesa no dia de ontem com share de 28,4% e 11,0% de audiência média. 1.040,49 foi o número de espectadores que assistiram à estreia de Condenados.

(re)veja o primeiro episódio da série de investigação criminal!

27 de outubro de 2010

Condenados sem Miguel Sousa Tavares

A SIC estreia esta quarta-feira a minissérie "Condenados", uma aposta do canal para a nova temporada na área da informação, com base num trabalho de investigação criminal de Sofia Pinto Coelho. A preocupação com os erros judiciários tem acompanhado a carreira da jornalista, que aponta o dedo ao processo de investigação judicial em Portugal.
"Um erro de identificação pode destruir a vida de uma pessoa, e neste caso foi o que provavelmente aconteceu". A estória triste de Éder Fortes seria igual a muitas outras do mundo do crime - condenado a quatro anos e meio de prisão por ter roubado um telemóvel - se a vítima não tivesse garantido, desde o primeiro dia, que não tinha sido ele.
Numa minissérie de investigação criminal Sofia Pinto Coelho revela-nos o pesadelo de Éder desde que uma testemunha, Mário Horta, o identificou como autor do roubo, dado-chave para levar o juiz a decretar a sua prisão. Mais outras três estórias de homens que terão sido vítimas de erro judicial serão exibidas na SIC a partir de hoje, às quartas-feiras, depois do Jornal da Noite, até 17 de Novembro.
Num exercício de estilo inovador, a jornalista da estação de Carnaxide, que trabalhou com os editores e repórteres de imagem João Nunes e Manuel Chaves, faz uma narrativa de cada caso baseando-se nos suportes audio e papel que explorou durante mais de um ano, em que saiu à procura de pistas que pudessem "ajudar a compreender como procedem os juizes perante a necessidade de ter que proferir uma sentença".
"São casos em que a dúvida se mantém depois da sentença, mas não fazemos um julgamento ao julgamento", refere o director de informação da SIC, Alcides Vieira. E Sofia Pinto Coelho confirma esta perspectiva dizendo que se limitou a "explorar um conjunto de elementos que não foram tidos em conta ou não foram julgados". Por isso, não é revelado o tribunal nem o nome do juiz em nenhum dos casos.
Mas Sofia Pnto Coelho aponta o dedo à fase de investigação: "investiga-se de maneira preguiçosa e mal". Apesar de haver uma testemunha que afirmou em tribunal que à hora do assalto, no dia 23 de Julho de 2004, Éder não estava no Cacém (local do roubo), mas sim na Reboleira, o juiz preferiu apoiar-se na prova de identificação, considerando que a testemunha mentiu. O condenado acabaria por perder todos os recursos. Éder cumpriu a pena até ao fim. Mas, agora, continua preso.

Sem Miguel Sousa Tavares
Depois da emissão do programa, haverá um debate dedicado ao caso na SIC Notícias, com a moderação de Miguel Ribeiro. Inicialmente, o projecto incluía a participação de Miguel Sousa Tavares, numa edição pensada para o canal generalista, mas a estação mudou, entretanto, de planos.
JN

Sérgio Casca é um dos Condenados!

Jornalista há muito especializada em assuntos de justiça, Sofia Pinto Coelho não quer fazer justiça na televisão. "Eu não digo que estes homens foram condenados inocentemente, apenas me limitei a investigar pontas soltas na acusação e que permitem questionar se a justiça pode ou não errar", conta ao DN.
É com esta premissa que a SIC avança hoje para Condenados, uma série de quatro reportagens de investigação criminal, exibidas no Jornal da Noite, à quarta-feira, a que se seguirá um debate na SIC Notícias.
A jornalista dedicou mais de um ano a trabalhar nos casos de Sérgio Casca, Éder Fortes, Carlos Ferreira e Ismael Simões, "quatro rostos de uma justiça que também pode errar". "Nalguns casos há pistas que não foram devidamente exploradas, testemunhos que foram ignorados, decisões que nos deixam perplexos. Noutras, apenas dúvidas que ficam sem resposta e que ajudam a entender quão difícil é o trabalho dos juízes", prossegue a jornalista.
O programa estreia hoje, com a história de Sérgio Casca, condenado em 1998 pelo homicídio de dois colegas da GNR. Passou dez anos na prisão, de onde saiu há dois anos. "Ele é um transmontano muito fechado, não é muito falador, e se ele estiver inocente, obviamente que foi uma vida destroçada", afirma Sofia Pinto Coelho.
A especialista da SIC já conhecia o condenado desde 2000, quando o entrevistou na prisão para o Jornal da Noite. "Não tinha perdido o rasto à história, mas já não tinha o contacto dele. Liguei para a junta de freguesia da aldeia onde reside e consegui chegar à fala com ele", recorda.
Depois de dez anos privado de liberdade e sempre a reclamar inocência, Sérgio Casca não esquece o tempo que viveu atrás das grades. "Nas longas horas de conversas que tivemos, há uma frase que ele me disse que eu não sou capaz de esquecer: "Perdi o crescer da minha filha e o envelhecer dos meus pais". É uma frase muito simples, mas cheia de sentido", observa Sofia Pinto Coelho.
No Jornal da Noite de hoje, e para lá da primeira reportagem de Condenados, a SIC exibirá ainda peças de enquadramento e de comentário, tendo ouvido o bastonário da Ordem dos Advogados, António Marinho e Pinto, e o juiz Rui Rangel. "São opiniões completamente extremadas e radicalmente opostas", nota Sofia Pinto Coelho, que está ciente da polémica que o programa vai criar. "A justiça mexe com a vida das pessoas. E esta investigação, tenho consciência, mexe com a justiça", disse, assumindo-se preparada para os comentários que surgirão após a exibição do trabalho.
DN

26 de outubro de 2010

O Outono chega sexta-feira à SIC!

Com a oferta de um automóvel!
Veja AQUI!

Skunk Anansie ao vivo no ÍDOLOS!


Escrito nas Estrelas com novo máximo de audiência

A novela da SIC, Escrito nas Estrelas, obteve o máximo da temporada no dia 21 de Outubro, quinta-feira, com 6.2% de audiência média e 30.6% de share. Escrito nas Estrelas aborda o outro lado da vida. A história centra-se em Daniel (Jayme Matarazzo) que, após ter falecido, conta com a ajuda da sua mãe, também falecida, para compreender a sua morte e sua nova condição de existência. Estreou a 11 de Outubro com 5.1% de audiência média e 30.1% de share.

O primeiro Condenado!


ESTREIA AMANHÃ NA SIC!

SIC volta ao 3.º posto

TVI 27,7%
RTP-1 25,8%
SIC 22,6%
Cabo 19,4%
RTP-2 4,5%

Nota de destaque: Jornal da Noite com 27,1% de share e 10,7% de audiência média com mais de 1 milhão de espectadores (1,012,113). Foi o 5.º programa mais visto do dia.

25 de outubro de 2010

O vídeo do novo centro de produção da SIC!

Delegação da SIC em Matosinhos a partir de 2011

As obras de requalificação do antigo Matadouro Municipal arrancam no próximo dia 3 de Novembro.
A data foi avançada pelo Presidente da Câmara Municipal de Matosinhos, Dr. Guilherme Pinto, hoje, dia 25 de Outubro, no final de uma visita ao antigo Matadouro Municipal, situado entre as ruas Conselheiro Costa Braga, Afonso Cordeiro e Sousa Aroso.
“Matosinhos-Sul transformou-se num caso de sucesso. Neste momento, é o local mais procurado da Área Metropolitana do Porto. Esta aposta mostra que a cidade não é mono funcional”, referiu o edil.
Presentes na visita estiveram o Vice-presidente da Autarquia, Dr. Nuno Oliveira, a Vereadora do Ambiente, Dr.ª Joana Felício, o Vereador da Cultura, Fernando Rocha, o Vereador do Desporto, Dr. José Guilherme Aguiar, além de representantes das empresas que ficarão instaladas no Centro de Inovação de Matosinhos.
As instalações serão remodeladas e requalificadas, num investimento global de mais de 6 milhões de euros, que envolve 15 parceiros do sector privado, entre os quais o Grupo Impresa. De resto, foi a mudança de instalações do Grupo Impresa do Porto para Matosinhos que despoletou o interesse de outras empresas que manifestaram o desejo de transferir as suas instalações de concelhos como o Porto, Maia e Vila Nova de Gaia, para Matosinhos.
O Centro de Inovação de Matosinhos deverá estar em pleno funcionamento até ao final do primeiro semestre de 2011. “Houve alguns percalços, mas em Matosinhos, tudo o que começa tem que acabar. Vamos cumprir o que está no contrato com a Impresa. O processo de adjudicação está em fase de audiências dos interessados”, esclareceu o Dr. Guilherme Pinto.
CM Matosinhos

Grande Reportagem e SIC ocupam o 2.º lugar

TVI - 29,8%
SIC - 24,3%
Cabo - 21,9%
RTP1 - 20,2%
RTP2 - 3,8%

Nota de destaque: Grande Reportagem como o 2.º programa mais visto do dia com share de 33,3% e 13,6% de audiência média.

24 de outubro de 2010

12 finalistas mais 1 escolhido pelo público!

Joceline, Gonçalo, Maria Manuel, Maria Bradshow, Ricardo Costa, Sandra Pereira, Mónica, Adriano, Carolina, Gerson, Raquel e Martim Vicente. São estes os 12 finalistas do Ídolos que a partir da próxima semana pisam o palco do Ídolos para Milhões de portugueses verem. Mas não são só eles que vão lá estar. O público vai decidir quem é o 13.º elemento! Será a Mónica Stürken ou será o Neemias Silva?

VOTE!
MARIA STÜRKEN - 760 300 513
NEEMIAS SILVA - 760 300 514
(custo da chamada 0,60€+IVA)

Condenados, estreia esta quarta-feira na SIC!


ESTREIA QUARTA-FEIRA NA SIC
A SEGUIR AO JORNAL DA NOITE

SIC em 2.º no sábado

TVI 30,4%
SIC 22,2%
Cabo 21,8%
RTP-1 20,3%
RTP-2 5,3%

Nota de destaque: Jornal da Noite como o mais visto do dia em 3.º lugar do top da tv portuguesa com 29,9% de share e 10,8% de audiência média. 1.021.572 foi o número de espectadores do bloco informativo da SIC.

"The Biggest Loser" brevemente na SIC

Reza o aforismo popular que "Não há fome que não dê em fartura" e os "reality shows" parece estarem a voltar em força. A TVI abriu o precedente e agora a SIC segue-lhe os passos, tendo na calha três formatos do género. Um deles é a adaptação de "The biggest loser".
Após a febre que contagiou o pequeno ecrã português os "reality" gozaram de um período de pausa. No entanto, esta "rentrée" televisiva assinalou o seu regresso através da antena de Queluz, com "Casa dos segredos". Ora, a SIC responde ao trunfo da concorrência com "The biggest loser": um conteúdo no qual só pessoas com flagrante excesso de peso estão aptas a participar e cujo propósito é, pois, que emagreçam a olhos vistos.
O formato não será totalmente desconhecido dos espectadores portugueses. A SIC Mulher tem em exibição a sua versão original da chancela da cadeia norte-americana NBC, tendo-a baptizado com o nome de "O peso certo". E sem dúvida que se tem verificado uma aposta ganha, não fosse o conteúdo mais visto da sua grelha. No passado mês de Setembro, "O peso certo" obteve uma média de 24,1% de "share" - quota de espectadores - liderando o "ranking" da tabela.
Além de ter ficado à frente de programas como os do dr. Oz, de Ellen DeGeneres, ou de Oprah Winfrey, todos eles com créditos firmados no que às audiências diz respeito, também no total do universo cabo, sobretudo atendendo ao leque de canais temáticos, o "reality " alcança bons resultados quanto à adesão do público.
Trata-se, então, de um conjunto de sinais que conferem alguma segurança face à performance da adaptação do programa ao contexto português. Por cá, o facto de a taxa de obesidade se observar cada vez mais galopante pode constituir outro indicador de um suscitar de interesse junto dos potenciais concorrentes. Este formato reveste-se de um ângulo de pressupostos pela positiva. Ou seja, para lá da componente de mero entretenimento, pretende prestar um serviço que se prende com fins de saúde.
Mas se haverá muitos aspirantes a perder quilos de gordura só se saberá nos princípios do ano que se avizinha, data prevista para a estreia do formato, segundo avançou fonte interna da SIC.
JN

"O objectivo de Condenados não é libertar ninguém"

Pode ou não a justiça falhar? Há ou não cidadãos a cumprir pena por erro judicial? Estas questões são o fio condutor de Condenados, a minissérie de investigação criminal da SIC que conta a história de quatro homens que poderão ter sido vítimas de erros judiciais.
Com estreia marcada para esta quarta-feira, dia 27, após a transmissão do Jornal da Noite, a primeira reportagem mostra o caso de Sérgio Casca, um homem condenado a dez anos de prisão pelo homicídio de dois colegas da GNR. Uma im pressão digital no espelho retrovisor da viatura de serviço, utilizada pelos três homens, foi a única prova considerada em tribunal.
Segue-se, a 3 de Novembro, o testemunho de Éder Fortes, um jovem condenado a quatro anos e meio de prisão. Tinha 18 anos quando foi acusado de ter roubado um telemóvel. O assaltante e a vítima do roubo garantiram que Éder era inocente. À hora do assalto, o jovem encontrava-se a trabalhar no Cacém, defendeu em tribunal uma testemunha.
Carlos Ferreira - preso por 11 anos e que garante que uma testemunha mentiu em tribunal - e Ismael Simões, acusado e condenado por alegadamente ter violado a cunhada, fecham o conjunto das quatro reportagens.
Debruçado sobre provas e sentenças judiciais, Condenados não é um formato que pretenda pôr em causa a justiça portuguesa, asseguram os responsáveis da SIC. "Isto não é um julgamentos aos julgamentos. Condenados não é um julgamento aos juízes, às sentenças. Prova disso é que não divulgamos o nome nem de juízes nem dos tribunais", começou por defender ao DN Alcides Vieira, director de Informação da estação de Carnaxide. "A reportagem não opina sobre nada. O objectivo destes trabalhos não é libertar ninguém. Há aqui, sim, um trabalho de investigação jornalística", sustentou ainda, para acrescentar: "Há, porém, nestes casos, técnicas de investigação judicial que não foram tidas em conta."
Sofia Pinto Coelho, jornalista licenciada em Direito e autora das reportagens, fala em "exercício de rigor": "Sou uma pacifista. O meu exercício é científico. 99,5% dos juízes julgam e bem". E mostra-se segura de que existem ainda mudanças a fazer. "Nós, enquanto País, encaramos com muita naturalidade a mentira em tribunal. O principal drama da nossa Justiça é a insegurança", considera.
DN

23 de outubro de 2010

Programas de êxito na SIC Mulher

Este tem sido, definitivamente, o ano da SIC Mulher. A estação de Carnaxide tem batido recorde atrás de recorde e apresenta os melhores resultados de audiências da sua história. Uma performance que tem sido sustentada, sobretudo, por grandes êxitos internacionais, como ‘The Biggest Loser’ (‘Peso Certo’), ‘Project Runway’ ou ‘America’s Next Top Model’.
"O ‘Peso Certo’ é o programa que alavanca esta subida, mas estamos a crescer desde que estreamos o ‘Project Runway’. As pessoas gostam muito deste tipo de formatos", diz à Correio TV Sofia Carvalho, a directora da SIC Mulher. Para a responsável o êxito é explicado por se tratar de "programas de emoção". "As pessoas acabam por se afeiçoar a uma determinada pessoa e acompanham o desenrolar das eliminatórias. Criam o hábito e ficam na SIC Mulher e acabam por ver três ou quatro programas".
Com esta estratégia de fidelização, Sofia Carvalho diz que os bons resultados são um "misto" com o sucesso de programas nacionais. "Um dos objectivos do canal é produzir localmente. É isso que nos diferencia", sublinha. Um dos exemplos é ‘Querido Mudei a Casa’, no ar há seis anos e o programa português mais visto da estação.
"Muito satisfeita" com os resultados do canal, Sofia Carvalho diz que este é um crescimento sustentável. E a ambição é melhorar. "Queremos continuar a superar as expectativas", diz.
Para tal, a directora da SIC Mulher mostra-se confiante com a nova grelha, desde logo com os programas nacionais. "Todos têm grande potencial", diz. As principais apostas são ‘Mais Mulher’, apresentado por Ana Rita Clara, ‘Entre Nós’, de Adelaide Sousa, ‘Amor sem Limites’, programa de sexologia conduzido pela médica Maria do Céu Santo, e ‘Chakall & Pulga’, formato que "alia a gastronomia à cultura". Além disso, vai lançar ‘Freefashion by Freeport’, uma parceria com o Freeport que vai proporcionar mudanças de visual.

DO CABO PARA O GENERALISTA
‘The Biggest Loser’ (‘O Peso Certo’) é o maior sucesso da SIC Mulher e, em breve, vai ter uma edição portuguesa, já que a SIC comprou os direitos de produção do programa. Questionada se vai colaborar no projecto, Sofia Carvalho apenas diz que a SIC Mulher "está sempre pronta a colaborar".
CM

22 de outubro de 2010

Carlos Moura em Campanha de Outono

Ao que o SIC Blogue conseguiu apurar Carlos Moura poderá ser um dos coordenadores da emissão especial do dia 29 de Outubro em que a SIC vai dar-lhe a possibilidade de ganhar um automóvel (veja AQUI). A emissão dedicada ao Outono vai estar no ar durante todo o dia da próxima sexta-feira e o apresentador, que na SIC já esteve à frente de formatos como "Boca a Boca" à noite ou "Ligou ganhou" nas manhãs do canal isto para não falar dos sketches humorísticos no Levanta-te e Ri, poderá ser mesmo uma das caras ocultas que estará consigo na Campanha de Outono. Recorde-se que Carlos Moura foi um dos rostos invisíveis do programa de sucesso da RTP2 "5 para a Meia Noite".

De pijama no Companhia das Manhãs

Eles prometeram e cumpriram! Rita Ferro Rodrigues e Francisco Menezes tinham combinado perante o público português que iam um dia apresentar o programa de pijama! O dia é hoje!

SIC em 3.º com Futebol em 2.º lugar

TVI - 28,4%
RTP-1 24,8%
SIC - 22,9%
Cabo - 19,0%
RTP2 - 4,9%

Destaque do dia para o jogo da Liga Europa Sporting X Gent com 31,6% de share e 13,0% de audiência média. 1.229.670 foram os espectadores sintonizados na SIC.

21 de outubro de 2010

Especiais voltam a 29 de Outubro

O último especial que durou o dia inteiro foi no dia 6 de Outubro para comemorar os 18 anos da SIC e aí o canal ofereceu um Porsche Cayenne a um espectador.
Agora, no próximo dia 29 de Outubro a SIC vai transmitir a Campanha de Outono e vai voltar a dar um Volvo XC60.
Para se habilitar ao jipe apenas tem de ligar para o 760 100 300 (0,60€ + IVA). Informações sobre o carro e sobre o regulamento podem ser consultadas AQUI!

Paulo Bento, este sábado em Alta Definição


ESTE SÁBADO ÀS 14H EM ALTA DEFINIÇÃO
COM DANIEL OLIVEIRA

SIC sobe

TVI - 27,5%
RTP1 - 25,4%
SIC - 22,5%
Cabo - 20,3%
RTP2 - 4,4%

20 de outubro de 2010

Condenados a 27 na SIC

«A justiça pode ou não errar?» esta é a pergunta que está na base da nova mini-série de investigação criminal do canal de Carnaxide com estreia marcada para dia 27 de Outubro.

A equipa da SIC investigou quatro condenados:
Sérgio Casca foi condenado por homicídio de dois colegas da GNR. Passou dez anos na prisão. A única prova objectiva que levou o tribunal a condená-lo foi uma impressão digital no espelho retrovisor da viatura de serviço que os três utilizavam;
Éder Fortes foi condenado a quatro anos e meio de prisão por ter roubado um telemóvel. A vítima do roubo sempre garantiu que não tinha sido ele;
Carlos Ferreira esteve preso onze anos por homicídio mas continua a assegurar que está inocente e que a principal testemunha mentiu em tribunal;
Ismael Simões esteve preso durante um ano e meio. A cunhada acusou-o de violação. O tribunal ignorou relatórios que a davam como mentirosa compulsiva e manipuladora. A mentira veio a descobrir-se, Ismael foi libertado, mas ainda não se sente livre.
Nalguns casos, há pistas que não foram devidamente exploradas, testemunhos que foram ignorados, decisões que deixam perplexos. Noutros, apenas dúvidas que ficam sem resposta e que ajudam a entender quão difícil é o trabalho dos juízes.
Em Portugal, os erros judiciais são ainda um assunto tabu, mas em «Condenados» todos vão conhecer o sabor amargo da justiça quando aos julgamentos deixam no ar muitas dúvidas.


Manuela Moura Guedes na SIC?

A SIC "não está a equacionar" a contração de Manuela Moura Guedes, que rescindiu contrato com a TVI no passado domingo, mas a estação de Balsemão não fecha as portas à jornalista, mulher de José Eduardo Moniz.
Contactado pelo DN, o director-geral da SIC esclarece que "o assunto não está sequer em cima da mesa", mas não foi capaz de garantir que a antiga pivô do Jornal Nacional não virá a integrar qualquer projecto da estação. "Só hoje [ontem] soube que ela tinha rescindido contrato e, como calcula, esse assunto não está no topo das minhas prioridades, nem sequer em cima da mesa. Mas não posso garantir que ela nunca virá para a SIC, isso não posso", disse ao DN.
Luís Marques lembrou que tem "grande consideração profissional e estima pessoal" por Moura Guedes e que isso não mudou. "Acho que ela é uma excelente jornalista, mas isso não quer dizer que ela venha para cá, até porque não sei se se enquadra nas nossas necessidades. Nunca pensei nisso", sublinhou o responsável da SIC.
Já a RTP não tem qualquer dúvida: Manuela Moura Guedes não é profissional que a empresa pública deseje ter nos seus quadros. "Não, não! É apenas isto que tenho para dizer, não tenho mais nada a acrescentar", disse ao DN o director de informação da estação, José Alberto Carvalho, que tem, recorde-se, há anos, um diferendo público com Moura Guedes, depois de acusações que lhe foram feitas pela jornalista.
A saída da antiga pivô da estação da Prisa era há muito aguardada, desde 4 de Setembro do ano passado, quando a administração do canal suspendeu o Jornal Nacional de 6.ª . A 28 desse mesmo mês, Moura Guedes entrou de baixa clínica, que foi sendo renovada até agora, altura em que chegou a acordo para abandonar a empresa.
"Era a única solução", admite Moura Guedes ao DN, que acrescenta que a empresa que conheceu "já não é a mesma" e que, apesar de ter "terminado o calvário", continua a sentir-se "injustiçada".
Quanto ao futuro, a jornalista diz-se optimista. "Aprendi que depende um bocado de nós, mas há outra parte que é uma grande incerteza. Mesmo assim aguardo o futuro com optimismo", afirmou.
Por isso, acrescenta, está disponível: "Estou aqui. Estou livre para fazer tudo aquilo para o qual me achem apta e que eu goste de fazer." A jornalista adverte, porém, que não está receptiva a qualquer formato. "Não faço qualquer coisa, nem faço as coisas de qualquer maneira. Mas, sobre isso, as pessoas conhecem-me bem."
(...)

Audiências de 3.ª Feira

TVI – 28,8%
RTP1 – 25,8%
SIC – 21,9%
Cabo – 19,0%
RTP2 – 4,5%

Programa mais visto da SIC: Jornal da Noite

19 de outubro de 2010

Deco no Jornal da Noite desta quarta-feira!

DECO estará AMANHÃ no JORNAL DA NOITE!
A resposta às últimas declarações de Carlos Queiroz!
A NÃO PERDER!

José Malhoa em Laços de Sangue

Quem não conhece José Malhoa? Quem não conhece a sua música "Baile de Verão"? É o tema que está associado ao núcleo do mercado da novela Laços de Sangue e hoje à noite o próprio José Malhoa vai estar na festa da fábrica para uma participação especial onde irá cantar precisamente o tema Baile de Verão!
A não perder hoje à noite na novela das nossas gentes!

Escrito nas Estrelas venceu TVI em todos os dias da 1.ª semana

A primeira semana de Escrito nas Estrelas teve grandes audiências para o horário fazendo com que a aposta se torne viável no horário. Agora até dá à noite! Nos primeiros cinco episódios (segunda a sexta-feira) a novela brasileira fez 5,5% de rat e 31,0% de share! A acrescentar a estes dados a novela venceu o programa da Fátima Lopes da TVI (Agora é que Conta) em todos os dias que foi emitido!

SIC em 3.º e Jornal da Noite visto por mais de 1 Milhão

TVI – 30,5%
RTP1 – 26,6%
SIC – 22,1%
Cabo – 16,4%
RTP2 – 4,4%

Destaque do dia para o Jornal da Noite com 27,7% de share e 11,3% de audiência média. Mais de um milhão de espectadores a ver o noticiário que contou uma vez mais com os comentários de Miguel Sousa Tavares na sua habitual rubrica no Jornal da Noite.

18 de outubro de 2010

Uma acção com apoio SIC Esperança

SIC lidera distanciada com Jornal da Noite a ser o mais visto das 20h

SIC – 29,1%
TVI – 26,8%
RTP1 – 20,1%
Cabo – 19,8%
RTP2 – 4,2%

Destaque: Grande Reportagem em 2.º lugar com 32,7% de share e 12,9% de audiência média e Jornal da Noite em 3.º lugar com 31,5% de share e 11,7% de audiência média.

Entrevista com o protagonista de Laços de Sangue

Na pele de protagonista de 'Laços de Sangue', Diogo Morgado recusa a imagem de "apaixonado-tonto". A supervisão da Globo, admite o actor ao DN, trouxe "segurança" à novela da noite da SIC. Com 15 anos de carreira, amadurece a ideia de fazer um monólogo no teatro.
Laços de Sangue é a primeira novela co-produzida entre a SIC e a Globo. Que diferenças tem encontrado?
A estrutura do texto beneficiou com a supervisão do argumentista Aguinaldo Silva. Sinto diferença no encaixar dos episódios, no olhar como os diferentes núcleos se cruzam, a forma como as personagens reagem perante uma situação. Sinto que esta é uma novela dinâmica, mas sem nunca descaracterizar as personagens.
Eram mudanças que já eram necessárias?
Acho que sim, até na própria forma de apresentação da novela. Há o parecer da Globo, em relação a muitas cenas, ao caminho que deve ser feito. Há mais segurança.
Em que sentido devem caminhar as novelas da SIC?
Devem caminhar por onde estão a ir. Há que querer agradar a um maior número de pessoas, sem se tornar num produto de elite, para poder fazer frente às novelas da TVI. A nossa meta é arranjar forma de ter um produto que agrade a toda a gente, mas que não seja demasiado acessível e simples.
É uma crítica às novelas da TVI?
Acho que são, neste momento, quase uma instituição para as pessoas, o canal está sempre lá ligado. Compete-nos a nós, SIC, elevar o padrão para que os nossos potenciais concorrentes também diversifiquem. Apesar de todo o mérito das novelas da TVI julgo que talvez tivessem a responsabilidade de fazer coisas mais arrojadas porque têm público para isso.
Quer explicar melhor?
A linguagem da ficção deveria ser mais internacional. Na série Lost um dos actores principais é gordíssimo e eles não se preocuparam em arranjar um bonito. É gordo? É, paciência! E porque não? Não há gordos na sociedade?
É pelas séries que deve passar o futuro da ficção nacional?
As séries têm uma vantagem, há mais tempo de pré-produção, são 13 a 14 episódios. Nós tivemos um sinal dessa necessidade de diferença com a novela Vingança que foi claramente diferente. Ainda hoje as pessoas me falam mais de Vingança do que em Podia Acabar o Mundo. Foi um marco na televisão , porque apostou na diferença.
João Caldas Ribeiro é o seu novo papel em Laços de Sangue. Como está a ser dar vida a este homem?
Está a correr bem. O que eu procuro é que o meu personagem não se defina em duas linhas. Todos temos um lado cómico, outro menos bom, mais ou menos corajoso, e é isso que faz com que o espectador identifique se a personagem é real ou não.
Quer traduzir?
Ele foi sempre um altruísta, a favor do bem e, de repente, quando fica a saber que a Inês [Diana Chaves], a mulher que ele escolheu para a vida, lhe escondeu a verdade, fecha-se numa negação em que não vai perdoá-la. É uma personagem que se apresentou de início como supernobre e que vê surgir sentimentos como a vingança... É isso que eu gosto de fazer.
O João vai ser, então, uma personagem de muita mudança?
Procuro sempre que as coisas não sejam óbvias. No início da novela, a relação da Inês e do João estava escrita como um amor incondicional, mas quis ir para além disso, quis criar alguém divertido e que não fosse só o "apaixonado tonto".
As mudanças constantes e o gravar sem saber para onde se caminha não lhe trazem insegurança?
O tempo das inseguranças já passou. Ela só existe pelo facto de não saber se as pessoas aceitam ou não o que estamos a fazer. O formato das novelas não se compadece com insegurança...
E o Diogo enquanto actor?
Eu procuro ser um actor seguro, mas isso o público o dirá. Não me sinto inseguro.
Soma 15 anos de carreira. Que sonho quer cumprir como actor?
Sou ávido por fazer coisas. Em televisão, gostava de voltar a fazer um papel cómico. Não sei se sou competente, mas sei o que sinto quando faço comédia e sinto saudades. E já pensei várias vezes se deveria ou não fazer um monólogo, mas acho que vou beneficiar disso daqui a uns anos. Vou ter mais bagagem emocional para servir melhor quem me for ver. Talvez ainda seja cedo. Mas essa ideia de 'Se calhar não és capaz...' é algo que me desafia imenso.
E o filme Mary, Mother Of Christ sempre vai avançar?
A MGM tem problemas financeiros, agora conseguiram um acordo para negociar os direitos com a Sony. Se tudo correr bem a pré-produção arrancará a 2 de Janeiro e disseram-me que em Março e Abril teria de ir para a Jordânia. Já foi tantas vezes adiado...
Está em cena no Teatro da Trindade com a peça O Dia dos Prodígios. São dias de correria?
Sim, já tinha aceite o convite quando apareceu a novela. Jurei que isto não ia acontecer mas, pelos vistos, as juras servem para ser quebradas. (risos)

Será que há figurantes na Impresa?

"A iniciativa foi proposta pela direcção de recursos humanos à direcção de programas, que achou a ideia óptima e disponibilizou os recursos necessários para a sua realização", revela ao CM Francisco Pedro Balsemão, director de recursos humanos da Impresa.
No total, 108 pessoas, de todas as áreas do grupo, aderiram ao casting, sendo que, "dependendo dos resultados, poderão figurar na novela entre uma a seis pessoas", revela Francisco Pedro. O responsável diz ainda que a medida não tem como objectivo reduzir custos. Isto apesar de confirmar que os figurantes não serão remunerados. "O objectivo foi o de proporcionar aos funcionários do grupo uma experiência no mundo da televisão, algo que não seria possível noutra empresa", diz.
Para Virgílio Castelo, consultor externo para a ficção da SIC, "o casting superou as expectativas". "Estamos apenas a meio e já é possível assinalar pessoas muito interessantes, com capacidades acima da média", diz.
O actor assinala ainda o "espírito com que as pessoas se apresentaram, fazendo do casting um acontecimento".
Francisco Pedro revela também que a ideia poderá vir a ser repetida. "Dado o sucesso desta iniciativa, gostaríamos de repeti-la para outros programas, embora esta decisão dependa sempre da disponibilidade da direcção de programas."
CM

17 de outubro de 2010

Condenados com Miguel Sousa Tavares

O programa Condenados, que conta na apresentação com Miguel Sousa Tavares e Sofia Pinto Coelho, estreia-se no dia 27, quarta-feira, logo após o Jornal da Noite. Anunciado pela SIC como a grande aposta na informação, o programa vai investigar histórias de pessoas condenadas pela justiça.

16 de outubro de 2010

Parabéns Rita Ferro Rodrigues e João Faiões!

Hoje, dia 16 de Outubro fica marcado pelo aniversário de 2 jornalistas. O correspondente da SIC em Bragança, João Faiões está a comemorar hoje mais um aniversário assim como a Rita Ferro Rodrigues também faz hoje anos! Parabéns aos dois e que contem muitos aniversários na nossa companhia!

10 milhões para a TDT

Luís Marques, director-geral da SIC, fala do investimento nas novas tecnologias para a TDT. O fim do sinal analógico e a entrada da Televisão Digital Terrestre (TDT) obrigam os operadores a fortes investimentos tecnológicos. A SIC já começou a abrir os cordões à bolsa. "Este ano, fizemos um importante investimento em Alta Definição (HD)", disse à Correio TV Luís Marques, director-geral do canal de Carnaxide. "Falamos de um investimento total, que já começou este ano, que, por fases, pode ir aos Dez milhões de euros".
"A nossa perspectiva é que até final de 2011 tenhamos grande parte da nossa infra-estrutura em HD, o que nos permite também corresponder melhor às solicitações do mercado. Um dos requisitos que está a ser estudado para a TDT é que os canais generalistas sejam emitidos em HD", explica o director-geral da SIC. Luís Marques acredita que até ao ‘switch-off’ – marcado para Abril de 2012 – a estação "tem condições de fazer uma oferta total em HD", prevendo ainda que até final de 2011 grande parte dos conteúdos já seja em HD.

Biggest Loser e X Factor são apostas da SIC!

Nuno Santos regressou de Cannes, onde decorreu o Mipcom, com novidades. O director de Programas da SIC avançou à Correio TV que fechou contratos que garantem a produção de dois novos reality shows: ‘Biggest Loser’ (versão original emitida na SIC Mulher) e ‘X Factor’, que descreve como o "sucessor do ‘Ídolos’".
O director da SIC não revela quando irá arrancar a produção dos formatos, mas certo é que a SIC conta com mais duas armas na luta pelas audiências.
De Cannes, Nuno Santos descreveu ainda o ambiente daquela que é a feira de televisão mais importante do ano. "Não encontrei nada de verdadeiramente revolucionário. Vimos muitas coisas, mas não foi palpitante", diz. No entanto, e em tempos de crise, a feira estava "com alguma agitação", provocada por países como Alemanha, França e EUA. E identificou ainda produtos para os canais temáticos: SIC Mulher e o SIC K.

15 de outubro de 2010

Amor sem Limites a partir de hoje na SIC Mulher

A gestão dos afectos não passa só pela sexualidade e é essa a mensagem que se pretende transmitir no novo programa que a SIC Mulher estreia esta sexta-feira à noite. Maria do Céu Santo, ginecologista e obstetra, é a anfitriã de uma conversa, que se quer pluridisciplinar.
Adelaide Sousa, apresentadora, Manuel Coelho, urologista, Raquel Abecasis, nutricionista e Carlos Quevedo, jornalista, são os primeiros convidados a sentarem-se à mesa, em sentido literal, com Maria do Céu Santo.
É que em vez de um estúdio convencional, com apresentadora e participantes instalados em cadeiras ou sofás, aqui estão todos à mesa, numa espécie de conversa entre amigos no final de uma refeição.
"As pessoas estão mais descontraídas a conversar", explica a especialista, acrescentando que em cada emissão contará com quatro convidados de outras tantas áreas: "Médicos, escritores, actores e políticos". O objectivo é que os assuntos não sejam tratados de forma negativa, antes com "humor e optimismo".
Talvez por isso o tema da primeira emissão, que vai para o ar às 21.45 horas, seja "Vacina anti-divórcio". Sem querer levantar muito o véu sobre a forma em que esta prescrição se traduz, a médica avança que serão dados conselhos como "é que as pessoas ao longo da vida podem ultrapassar as crises afectivas" e levá-las "a transformar a sua rotina em momentos únicos".
Problemas masculinos
Emitido num canal destinado ao público feminino, o programa, que terá 28 emissões, não vai falar em exclusivo de temas que dizem respeito ao público-alvo.
Problemas relacionados com a andropausa (afrontamentos e irritabilidade, que também se verificam nos homens) e formas de lidar e ajudar as mulheres que estão na menopausa, são alguns dos temas direccionados ao sexo masculino.
As emoções terão um lugar de destaque nas conversas. "A parte afectiva não é só sexualidade. É fazer festinhas, trocar olhares...", sublinha Maria do Céu Santo, acrescentando ser fundamental que a "pessoa se conheça a ela própria, e se ame sem limites (daí o nome escolhido para o formato) tenha tempo para si própria e veja o que é que faz falta ao parceiro".
Por outro lado, também se pretende levar os espectadores a "diagnosticar os seus principais problemas" e a resolver alguns, que não necessitem de acompanhamento especializado. "Alterações que se podem ultrapassar com pequenos truques".
Este é o primeiro formato de produção nacional exibido pela SIC Mulher após "Serralves fora de horas", com Júlio Machado Vaz e Ana Mesquita, que estreou em 2007.
Questionada sobre a importância que este tipo de programas têm vindo a ter no panorama da saúde sexual, Maria do Céu Santo frisa que mais do que o número de emissões, o importante "é a maneira como é passada a informação. Todos somos ensinados a seduzir, mas não somos ensinados a fazer amor".

Histórias com Gente Dentro regressa hoje com "A Família"

O programa informativo Histórias com Gente dentro está de volta à SIC. A apostar numa segunda temporada de episódios, a estação de Carnaxide transmite esta noite, sexta-feira, depois do Jornal da Noite, a primeira de cinco reportagens/documentários. A Família é o título do primeiro trabalho. "Esta reportagem traz um conjunto de histórias de famílias de vários tipos. Temos o caso do Tio João, um locutor de uma rádio de Bragança cuja família são os ouvintes. Ele tem um programa matinal, mas uma ligação muito forte com quem o ouve e que vai muito além da esfera da rádio", revelou ao DN Alcides Vieira, director de Informação da SIC.
A jornalista Ana Sofia Fonseca, autora da peça, fala de uma reportagem marcada por momentos de aventura: "O programa do Tio João era transmitido das 06.00 às 08.00 e nós tínhamos de conseguir filmar o programa e também as reacções das pessoas que estavam a ouvi-lo. Chegámos a ir no carro a ouvir os ouvintes a dizer ao Tio João: 'A equipa de reportagem já saiu daqui da nossa aldeia, vai agora para aí.'"
A reportagem traz ainda o relato de vida de um pai que para salvar dois filhos da toxicodependência fica também ele "agarrado à droga"; de uma família numerosa que "parece ter parado no tempo"; e de uma família de etnia cigana.
Histórias com Gente dentro tem duração de 30 minutos e revela experiências de vida de "gente que vive de norte a sul do País". "Nesta nova temporada vamos mostrar casos mais surpreendentes. Estas são histórias que revelam estados de alma e que mostram que o mundo tem várias cores e pode ser olhado de diferentes formas", explicou ainda o director de Informação da estação de Carnaxide.
Segue-se a reportagem O Meu Amor, com transmissão marcada para o dia 22. Um trabalho jornalístico que mostra "um xadrez de vivências e que revela amores correspondidos e outros sem sucesso". Já a 29 deste mês, a estação leva à antena a reportagem intitulada A Saudade, em que é revelada a história de pessoas com saudades de viver em Angola.
Histórias com Gente dentro vem reforçar a oferta informativa da estação: "A informação é uma das marcas fortes da SIC. Temos já outras cinco reportagens a ser preparadas e que podem vir a ser transmitidas ainda este ano ou no início do próximo", revelou ainda Alcides Vieira.
DN

14 de outubro de 2010

Condenados a 27 na antena da SIC!

É a partir do dia 27 de Outubro e quatro vezes por semana que vamos ficar a conhecer Condenados. Uma minisérie criminal que vai trazer à antena da SIC rostos que foram condenados... mas que podem estar inocentes! Apesar de ser um programa de informação este promete abalar a área jurídica. Vamos ter neste novo programa grandes temas sobre a justiça!
A partir de dia 27 na SIC!

Clara de Sousa eleita a Melhor Comunicadora

A jornalista da SIC, Clara de Sousa, vai ser distinguida, na próxima sexta-feira, com o troféu de Melhor Comunicadora, na Gala de Leiria - 18ª Edição dos “Troféus Pedrada no Charco”.
Este ano, sob a tutela do Orfeão de Leiria Conservatório de Artes, e subordinada ao tema – Idade maior – a Gala de Leiria vai premiar aqueles que se distinguiram no ano de 2009/2010.
Entre os premiados das edições anteriores destes troféus contam-se nomes como Miguel Sousa Tavares, Rui Zink, João Baião, Sílvia Alberto e José Carlos Malato.
A Gala realiza-se às 20:30, no Auditório Paulo VI, em Fátima.

13 de outubro de 2010

Galas do Ídolos começam a 31 de Outubro!

Está confirmada a data para a exibição das Galas dos Ídolos. A primeiríssima gala do programa de caça talentos musicais da SIC é no dia 31 de Outubro e terá os 15 melhores no palco que foi cobiçado por milhares e milhares de candidatos.
Já sabe que é dia 31 deste mês que João Manzarra e Cláudia Vieira vão começar a fazer-lhe companhia em directo depois de nas últimas semanas os termos vistos nas audições de casting e mais recentemente nas audições do teatro!

SIC Online volta a ser o mais visitado!

O site da SIC liderou no mês de Setembro o consumo doméstico de sites televisivos, tanto em utilizadores únicos como em páginas visitadas. Segundo a Netpanel, nesse mês o site da SIC registou 504 mil utilizadores únicos, que visitaram um total de 3milhões e 242 mil páginas.
O segundo lugar do ranking dos sites televisivos varia em cada um dos critérios.
No número de utilizadores únicos, atrás da SIC aparece a RTP, com 500 mil, e em terceiro a TVI, com 431 mil utilizadores únicos.
Já no número de páginas visitadas, atrás da SIC aparece, em segundo lugar, o site da TVI, com 2 milhões e 617 mil páginas, e só em terceiro aparece a RTP, com um total de 2 milhões 453 mil páginas.
MTV, Sporttv e Disney são outros dos sites de canais televisivos referenciados no top-10 divulgado hoje pela Marktest.
O Netpanel mede o consumo de Internet no universo de indivíduos com 4 ou mais anos, residentes no Continente, e que nos últimos 60 dias utilizaram a Internet em casa.

Nuno Santos: "Não trocava o 'Ídolos'"

Nuno Santos não teme o confronto dos domingos à noite. O director de programas da SIC assume que a ‘Casa dos Segredos’, da TVI, é um bom formato, mas afirma que as contas das audiências são para se fazer no fim e não no início. Para já, prepara uma nova telenovela em parceria com a Globo.

– Dezoito anos volvidos, qual é o estado da SIC?
– De recuperação e de relançamento. Uma empresa com 18 anos é jovem e com um longo caminho para fazer. Tem os seus problemas, ainda por cima numa conjuntura económica difícil que atinge todos. Mas estamos preparados para a luta.

– As galas em directo dos ‘Ídolos’ estão a começar. Receia que esta edição tenha audiências mais baixas que a anterior?
– Vamos ver. Ainda agora começámos... Uma frase que eu gosto de dizer: o jogo está aberto e as contas fazem-se no fim e não no início.

– Tem visto a ‘Casa dos Segredos’, da TVI?
– Vou seguir atentamente este programa, como sigo todos os outros. Faz parte das minhas funções. Se eu não o fizesse, não estaria a fazer bem o meu trabalho.

– Gostava de ter a ‘Casa dos Segredos’ na SIC?
– Essa questão não se colocou, porque este programa é um derivado do ‘Big Brother’ e, portanto, a TVI tinha opção. Acho que é um bom programa para uma televisão comercial. Nós, na SIC, temos óptimos programas também. Não trocava o ‘Ídolos’ por nada.

– Qual a sua opinião sobre o caminho que tem feito a novela da SIC ‘Laços de Sangue’?
– Estou contente com a novela, com o passo que demos e com o caminho que estamos a fazer. Houve uma evolução do trabalho em parceria com os profissionais brasileiros.

– Essa parceria é para se manter?
–Estamos a preparar já com a Globo uma próxima novela e mais não posso dizer. Não gosto de entrar em especulações.

– Como viu a nomeação da novela da TVI ‘Meu Amor’ para um Emmy?
– Os prémios ou a hipótese de ganhar é sempre o reconhecimento do trabalho que se faz. A TVI está a fazer ininterruptamente novelas há 10 anos. Acho que faz bons produtos. A nomeação é boa para a indústria audiovisual portuguesa.
CM

12 de outubro de 2010

A 6 de Outubro comemorou-se os 18 anos da SIC!

A SIC fez 18 anos no dia 6 de Outubro, quarta-feira, com duas emissões especiais. Entre as 9:11 e o 12:58, Cláudia Vieira e João Manzarra apresentaram a primeira emissão de Parabéns a Você, obtendo um resultado de 2.3% de audiência média e 21.8% de share. A partir das 14:36, os apresentadores voltaram para mais uma emissão de Parabéns que se estendeu até às 19:05 e alcançou 4.5% de audiência média e 32.6% de share.
Marktest

Laços de Sangue já foi visto por mais de 7 milhões de portugueses!

A novela da SIC, Laços de Sangue, registou o máximo da temporada no dia 4 de Outubro, segunda-feira, com 11% de audiência média e 31.3% de share. Esta novela, protagonizada por Diana Chaves e Diogo Morgado, estreou no dia 13 de Setembro com 9.5% de audiência média e 23.4% de share. Nos 20 episódios transmitidos até a data, a novela alcançou 8.5% de audiência média e 22.5% de share, com um contacto total de 74.5% de indivíduos, ou seja, 7.043.400 espectadores.
Marktest

António Pedro Cerdeira em Alta Definição

Actor de 40 anos, várias vezes dado como possível reforço da estação de Carnaxide. Nasceu no dia da criança do ano de 1970 em Cascais. Nos últimos 14 anos tem aparecimentos regulares na televisão como actor. Na SIC, por exemplo, já participou em duas das séries mais vistas em Portugal: falo de Médico de Família e de Jornalistas.´
Actualmente tem contrato com a TVI, mas isso não o impede de dar uma entrevista em Alta Definição e sem maquilhagem a Daniel Oliveira.
Para ver este sábado na SIC, claro!

Voltam esta sexta-feira!


Audiências de segunda-feira

Dia 11.10.2010
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"Uma homnagem ao Ricardo" Max Fercondini sobre Laços de Sangue

Max Fercondini está feliz por ter voltado a interpretar o personagem Ricardo de "Viver a Vida". O actor brasileiro gravou uma participação na novela "Laços de Sangue", repetindo o papel.
"Foi um pedido da SIC (emissora portuguesa que produz a trama em parceria com a Globo), uma homenagem devido ao sucesso do Ricardo em Portugal. Achei inusitado, isso raramente acontece", contou o actor a uma revista brasileira. "Foi uma participação pequena, afetiva".
As gravações foram realizadas numa comunidade indígena de Juquitiba (São Paulo) onde contracenou com Diogo Morgado, em menos que os quatro dias previstos. Eles interpretam médicos que promovem uma campanha de vacinação com uma tribo indígena. "Tentaram achar o mesmo jaleco que eu usava em 'Viver a Vida', com o nome do hospital, mas fizeram um com o nome do personagem, Ricardo Nabuco", disse Max, que considera a carreira do actor português parecida com a sua. "O Diogo começou aos 15, e eu aos 14. É um bom actor e falou que viu meu trabalho na última novela".
Ele acredita que não deve voltar à "Laços de Sangue" por já ter convites "para o final do ano e início de 2011, na TV mesmo", sem dar detalhes sobre o novo trabalho, que pode ser a novela "Insensato Coração", de Gilberto Braga.

11 de outubro de 2010

Laços de Sangue aposta no humor

O humor é a arma da SIC para conquistar mais audiências em ‘Laços de Sangue’. De acordo com o director de conteúdos da SP Televisão, Pedro Lopes, os primeiros estudos realizados junto dos espectadores revelam que os núcleos cómicos são os mais apreciados e que, por isso, os argumentistas tem "o objectivo de apurar as personagens de humor".
Prova disso são as várias figuras que despertam sorrisos no público, como as cenas de Bernardo Coutinho (Hugo Sequeira) e das vendedoras de mercado Sheila Baptista (Débora Ghira) e Marisa Pereira (Dânia Neto). "É um caminho que faz sentido, até pelo agrado que desperta junto do público", realça Pedro Lopes.
Ao contrário do que acontece no Brasil, a avaliação dos espectadores feita pela SIC ainda não alterou o rumo das personagens da novela, que é supervisionada pelo guionista Aguinaldo Silva. "Mas dá para perceber as tendências e não ficamos indiferentes a todas as conclusões, até porque a novela ainda tem um número muito grande de episódios pela frente", explica Pedro Lopes.
O responsável pela equipa de guionistas está satisfeito com a resposta do público: "O feedback é muito positivo em todas as idades e grupos sociais", diz Pedro Lopes, apontando que os estudos de opinião também são importantes para "cativar mais público e melhorar a narrativa".
O argumentista revela que a construção da história também sofreu alterações. "As novidades são constantes, e há sempre uma situação muito forte no final de cada episódio."

10 de outubro de 2010

Nova co-produção já em 2011?

A telenovela de horário nobre da SIC, Laços de Sangue, não vai ser filha única. A parceria entre o canal de Carnaxide e a maior produtora de novelas a nível mundial é para continuar.
Recém-regressado de Cannes, onde participou no MIPCOM, a maior mostra de conteúdos televisivos do mundo, Nuno Santos confirmou que a próxima novela resultará uma vez mais de uma colaboração entre a estação e a TV Globo. "Vai continuar a haver colaboração com a Globo. Estamos a preparar uma próxima novela, mas não vou adiantar nenhum detalhe", afirmou o director de Programas da SIC.
Laços de Sangue, em exibição diária nas noites da estação de Carnaxide, conta com a supervisão e coordenação do argumentista brasileiro Aguinaldo Silva, autor de novelas de sucesso bem conhecidas do público português, casos de Tieta e Pedra sobre Pedra.
Nuno Santos disse ainda estar satisfeito com as audiências de Laços de Sangue e revelou que a SIC tenciona apostar forte na ficção nacional: "Estou contente com a novela, estou contente com os passos que demos e estou contente com o caminho que estamos a fazer."
Em reação à recente nomeação da novela da concorrente TVI Meu Amor para um Emmy internacional, o responsável da SIC não teve problemas em considerar que tal prémio "é bom para a indústria audiovisual portuguesa". "A TVI está a fazer ininterruptamente novelas há dez anos. É muito tempo. Acho que faz bons produtos", disse.
Já Gabriela Sobral, que também esteve em Cannes em representação da SIC, adiantou ainda que o canal quer reforçar a produção própria de conteúdos de ficção. "Posso dizer que a ficção nacional vai passar a ser contínua. Vamos ter uma linha de ficção nacional e vamos ter mais ficção. Vamos ter outros formatos", disse a directora de Produção da SIC, que, recorde-se, trocou recentemente o cargo de directora de Produção Nacional da TVI por outro de igual responsabilidade na concorrente de Carnaxide.
DN

A frase da semana por... Rodrigo Guedes de Carvalho

Hoje, excepcionalmente, chegamos domingo à tarde (mas a rubrica continuará a ser apresentada ao sábado, sempre às 16h!).

E a frase de hoje pertence a Rodrigo Guedes de Carvalho

[na SIC] nunca fui pressionado a trilhar caminhos contra a minha consciência

O que pensa desta afirmação?

9 de outubro de 2010

As vozes da SIC

Augusto Seabra – Voz off da SIC
Se há vozes que não são reconhecíveis a menos que saiam devidamente colocadas, a de Augusto Seabra está fora desse grupo. Seja ao telefone seja ao vivo, é dono de uma voz impressionante que quem ouve tem a certeza absoluta de conhecer de algum lado. Só não está a ver de onde.
Foi a primeira voz da SIC, há 18 anos. Aguentou um ano e meio: "Pedi a demissão. Já não conseguia ouvir a minha própria voz. Naquela altura toda a gente via a SIC, que tinha intervalos com sete promoções e anúncios publicitários também com a minha voz. Não aguentava mais." Hoje, garante, já não cansa tanto. Mas nem só da SIC vive o homem. Augusto Seabra faz trailers para o cinema e não fica nada atrás do senhor americano de voz profunda. Agora sente-se no sofá e ligue a televisão. Daqui a nada deve dar um anúncio da Gillette. Ou mesmo da Actimel. Quem sabe se do Bollycao? Preste atenção. É a mesma voz que vai ouvir nas promoções da SIC. Bollycao? Perante a incredulidade da jornalista, Augusto encarna toda a energia que o produto pede e acaba com as dúvidas de uma vez por todas. Logo a seguir faz a voz da Gillette, o melhor para o homem, mas pára antes que jornalista e fotógrafo peçam que monte no estúdio um pequeno espectáculo de variedades de voz.
Augusto Seabra também começou nas rádios piratas, mas o curso de voz da TSF, há 23 anos, é que lhe ensinou quase tudo. Foi também graças a essa experiência que foi parar à Rádio Comercial, onde fez programas como "TNT - Todos no Top" e "Rock em Stock". "Acabei por trabalhar com a malta toda que admirava na altura: Luís Filipe Barros, António Sérgio, Rui Morrison..." Mas a maior surpresa foi o arranque de toda a carreira de Augusto: "Andei 15 dias em digressão com o José Cid, em Paris. Eu tocava bateria. Houve um dia que dei uma entrevista para o Rádio Clube Português e foi aí que me disseram que eu tinha boa voz para locução." Tinha 18 anos na altura e não pensou duas vezes. Arrumou a bateria e fez-se à voz.

Eduardo Rêgo - Voz "BBC Vida Selvagem"
Sabe quando toma o pequeno-almoço ao sábado e domingo, de olhos postos na SIC, a admirar a vida da bicharada, e comenta com a cara-metade a maravilha que é a voz do locutor? Eduardo Rêgo é o dono e senhor desse tom de voz relaxante, capaz de acalmar a alma mais stressada ou nervosa do mundo. Quando Eduardo descreve a vida selvagem, nada mais importa. Os espectadores sentem-se parte do acasalamento das orcas, da vida em comunidade dos leões ou da organização quase militar das formigas. A voz é tão envolvente que há quem lhe diga que a meio do programa já nem liga aos bichos: só o ouve.
Mas não pense que foi fácil chegar a este tom de voz, a esta dicção perfeita. Para aqui chegar foi precisa "uma luta titânica contra o sotaque minhoto", garante Eduardo. O locutor, que estudou num seminário em Guimarães e por pouco ia sendo padre, começou a carreira em 1977, na Rádio Renascença, depois de ter acabado o curso de Teologia: "Fui o primeiro realizador de programas da Renascença", garante, com orgulho. Além de fazer locução, é dono de uma empresa de tradução e legendagem, que partilha com uma das filhas. Afinal a locução só lhe leva dois dias por semana.
O bicho da rádio atacou-o quando ainda era miúdo, e até no seminário gostava de dar música aos colegas, durante os jogos de voleibol e futebol.
À Renascença deu 15 anos, até que decidiu sair para dirigir uma rádio local: a Rádio Mais, da Amadora. Daí passou para a RTP, onde foi voz da estação e onde, pela primeira vez, fez locução de documentários da natureza. Até hoje, 22 anos depois, continua a ser a sua grande paixão: "É um prazer inimaginável. Não há coisa mais reconfortante que a natureza." Nem que a voz de Eduardo Rêgo, atrevemo-nos a acrescentar.

Pode ler, também, uma entrevista feita pelo SIC Blogue em Fevereiro de 2009 a outra das vozes da SIC: Jorge Gomes! Leia AQUI!

Galas regressam a 7 de Novembro

Entrevista a Cláudia Vieira
A fase do teatro do ‘Ídolos' (SIC) já começou. A 7 de Novembro arrancam as galas. Quais vão ser as suas principais preocupações?
Em primeiro lugar, conseguir estar à vontade, pois sou muito ansiosa e fico muito nervosa. Não posso estar tão tensa em directo, porque isso nota-se. Por isso, essa vai ser uma das minhas grandes lutas. Acima de tudo, tenho de estar mais confiante e o facto de haver uma simbiose diferente entre mim e o João [Manzarra] vai, certamente, ajudar-me a estar mais descontraída.
Qual é o maior receio sempre que sobe ao palco?
Que me faltem as palavras. É verdade que temos teleponto e um guião, mas há sempre coisas que surgem e que não estavam preparadas. Tenho muito medo de ter um lapso de memória. E, claro, há sempre o receio, típico, de cair.
Esse era o seu principal receio quando estava grávida?
Muitas pessoas criticaram-me por usar saltos altos, outras perguntavam-me se não tinha medo de cair pelas escadas. Como viram, não aconteceu nada.
O facto de competir com Sílvia Alberto (‘Operação Triunfo', RTP 1) e Júlia Pinheiro (‘Casa dos Segredos', TVI) aos domingos também a deixa nervosa?
Sinceramente, não me preocupo muito com isso. Admiro bastante o trabalho da Sílvia [Alberto], que já apresentou o ‘Ídolos', e a Júlia [Pinheiro] é uma referência. Mas só tenho de me preocupar em dar o meu melhor e ser fiel a mim mesma e ao formato. É claro que tenho a preocupação de cativar o telespectador, mas as audiências não são uma prioridade. Contudo, é bom saber que as coisas correram bem.
Mas segue as audiências?
Posso não conhecê-las logo na segunda-feira, ou até na terça. Mas habitualmente sim.
Tem curiosidade em ver a ‘Casa dos Segredos'?
Tenho sempre curiosidade de ver o que se passa na televisão em geral. Mas o estilo de programa em si não me prende.
Continua a gravar as galas do ‘Ídolos' para ver depois?
Quando comecei a apresentar o programa fazia questão de ver as primeiras emissões, para poder analisar o meu trabalho. Ficava irritada com muitas coisas e tentava corrigi-las. Mas o tempo foi passando e comecei a ver menos, pois deixei de sentir essa necessidade.
Foi mãe há seis meses. Como foi voltar ao trabalho?
A Maria nasceu de 35 semanas e no primeiro mês de vida não saiu de casa. O facto de estar fechada, quando estava acostumada a um ritmo aceleradíssimo, fez-me querer voltar a trabalhar rapidamente. Foi muito bom voltar. Não estar cem por cento dedicada à Maria custou um pouco. Acho que é inevitável. Agora, já consigo gerir melhor o meu tempo, até porque a fase dos castings, que ocupava mais tempo, terminou.
O que é que a maternidade mudou em si?
Há muita gente que diz que ser mãe nos torna mais sérias. Acho que não é uma questão de ficar mais séria, mas de encarar a vida de outra forma. Tenho um sentido de responsabilidade completamente diferente, agora que tenho uma criança que depende de mim e à qual faço questão de dar a melhor educação possível e garantir toda a protecção e estabilidade. Nesse sentido, há uma procura constante do que é mais correcto. Além disso, descobri um amor totalmente diferente daquele que conhecia até agora. É mágico. De resto, acho que continuo com a mesma personalidade.
Para quando o regresso à representação?
Gostava muito de fazer cinema e teatro, mas estou condicionada pela Maria. Sempre levei a minha vida a fazer várias coisas ao mesmo tempo, num ritmo alucinante. Agora quero levar as coisas com mais calma. Quero voltar a representar rapidamente, mas não sei o que vai surgir. Talvez quando ‘Ídolos' terminar. Há muita coisa falada, incluindo teatro.
Fazer uma novela está fora de questão?
É o que exige mais tempo, mas é a oportunidade que aparece com mais frequência. Mas preferia fazer cinema ou uma série.
Se retomar a sua carreira como actriz, a apresentação será posta de lado?
Neste momento, já não consigo fazer isso. Estou a gostar muito desta experiência e o facto de poder ser eu mesma é muito agradável, apesarde me ter assustadoum pouco no início, uma vez que estava habituada a ter aquela ‘capa' que uma personagem nos oferece. Mas o que mais gosto de fazeré de comunicar e posso fazê-lo de umaforma maisdirecta através da apresentação. Por isso, terei sempre de conciliar ambas.
"ESTA É A FASE MAIS EXIGENTE"
Há muita emoção nos bastidores de ‘Ídolos'?

Sim, a fase do teatro é a mais exigente. Ninguém faz ideia do trabalho que é exigido aos concorrentes. Eles estão lá 15 horas e, durante a noite, quando podem descansar, têm de preparar as audições do dia seguinte. É muito duro.
Nesta fase, a Cláudia, torna-se numa amiga...
Tenho a noção de que sou um ombro amigo, tal como o João. Eles contam connosco. Nos castings, é fácil lidar com os que são rejeitados, porque não os conhecemos bem. Mas, nesta fase, já temos alguma relação com eles e a noção das suas potencialidades. E quando eles ficam por ali, às vezes para nossa surpresa, a despedida mexe connosco.
PERFIL
Cláudia Vieira nasceu em Loures, a 20 de Junho de 1979. Estreou-se como actriz em ‘Maré Alta', da SIC, mas foi na TVI que se tornou reconhecida, em ‘Morangos com Açúcar'. Em Junho de 2008, regressou à SIC, tendo assinado um contrato de exclusividade, que termina em 2011, e protagonizado a novela ‘Podia Acabar o Mundo'. Em 2009, estreou-se como apresentadora em ‘Ídolos'. A actriz tem uma filha de seis meses, Maria, com o actor Pedro Teixeira.
CM

Tiradas de Pedro Boucherie Mendes com nota positiva

Posto um ponto final na fase de castings de Ídolos, os apresentadores fazem, eles próprios, uma avaliação desta edição do programa da SIC. Os finalistas são muito bons e os jurados estão melhor que nunca. Sobretudo um, a quem João Manzarra daria o papel amarelo, sinónimo de que está aprovadíssimo. "Tenho de destacar o Boucherie Mendes. Está com umas tiradas de se tirar o chapéu. O senhor director melhorou de uma edição para outra", elogia.
Mas Roberta Medina, Manuel Moura dos Santos e Laurent Filipe também passariam à fase seguinte. "São todos fantásticos e insubstituíveis. Sou fã dos nossos jurados", diz Manzarra. Cláudia Vieira justifica: "É um grupo diversificado que se complementa de forma excepcional." "É um cocktail de mau feitio", interrompe o colega.
O mesmo não se pode dizer dos concorrentes. Manuel Moura dos Santos foi pedido em casamento e João Manzarra percebeu que nunca terá problemas de paternidade. "Posso dizer que 30% dos concorrentes, homens e mulheres, gostariam de ter um filho meu." Cláudia Vieira confirma, mas realça que no Norte é pior. "Sim, no Norte sobe para 60%", ri-se ele.
E até agora é isso que se tem visto. Cláudia Vieira e João Manzarra estão mais tranquilos que na primeira edição. "Há uma maior consciência do que é o programa, daquilo que se pretende na prática nos vários momentos, e isso é fundamental", admite ela. "Sinto que houve uma evolução da nossa parte", acrescenta ele. Por isso, em dupla, só mesmo com os dois. "Ou íamos os dois de vela ou ficávamos os dois. Se entrámos neste barco de mãos dadas, não íamos atirar um ao mar", diz ainda Manzarra.
Com a fase de teatro toda gravada - só irá para o ar no final do mês -, os apresentadores já sabem quem são os finalistas. Favoritos não têm, mas avisam que "há vários excepcionais". Algo que eles próprios não são. Cláudia Vieira até nega que cante para a filha, Maria, de seis meses. "Ela está a mentir. Ela canta. Ela está é com medo que lhe peça para cantar", acusa Manzarra. "A vida não é só coisas bonitas. A Maria também tem de levar com ela a cantar", goza.
O tio Manzarra, sem medos, admite que canta para a bebé. "Sempre em português", diz ela. "Canto músicas dos pequeninos, faço improviso e canto muito o Love Boat, que já cantei na passagem de ano", explica ele. Por falar nisso, este ano lá estarão outra vez. "No ano passado foi tão giro. Não fomos líderes mas saímos de lá muito contentes", diz Manzarra. "Eu nunca tinha trabalhado na passagem de ano...", diz Cláudia, rapidamente interrompida pelo colega: "O serviço de catering era muito bom. Bebemos em directo." "Eu não bebi", garante ela. "Era eu a ver coisas", desconversa ele, no estilo bem-humorado que lhe é habitual.
DN

8 de outubro de 2010

5 anos a Falar Global na SIC Notícias

O programa “Falar Global”, transmitido pela SIC Notícias, assinala no domingo o quinto aniversário com uma iniciativa em Lisboa onde 30 personalidades vão integrar um “exercício de participação colectiva”, falando sobre áreas como tecnologia, educação e inovação.
António Mexia, presidente da EDP, Mariano Gago, ministro da Ciência e Tecnologia, Guta Moura Guedes, directora da Experimenta Design, António José Teixeira, director da SIC Notícias e João Barbosa, músico dos Buraka Som Sistema, são alguns dos participantes na iniciativa, que decorre no Pavilhão do Conhecimento e que conta também com o contributo de diversos cidadãos anónimos.
Subordinada ao mote “Muitas Pessoas. Muitas Ideias”, a iniciativa de domingo é a primeira do projecto “Fala Futuro”, inserida no aniversário de “Falar Global”, programa com apresentação e autoria de Reginaldo Rodrigues de Almeida, docente da Universidade Autónoma de Lisboa.
Cada um dos participantes de domingo recebeu 30 questões com antecedência de modo a poder preparar as respostas, que terão um limite máximo de dois minutos, informa a produção do programa.
Cada convidado irá sentar-se em frente a uma das 30 câmaras e responder às 30 perguntas seleccionadas, o que originará um total de 900 vídeos que serão posteriormente alojados no site do programa “e serão a inspiração para que mais e mais pessoas juntem as suas ideias e perspectivas” sobre a sociedade.
“Falar Global”, transmitido semanalmente na SIC Notícias, “está muito consolidado nas audiências”, afirmou Reginaldo Rodrigues de Almeida à agência Lusa. O desejo do autor do programa é o de perceber o “impacto das tecnologias” nos cidadãos.
“Se nós percebermos que o futuro nos interessa porque é lá que vamos viver o resto dos nossos dias, é evidente que nos interessa antecipar essas questões e ter presente a inovação como um dos caracteres de base que vai moldar a sociedade do futuro”.
O projecto “Fala Futuro”, marca do quinto aniversário de “Falar Global”, vai continuar a eleger convidados especiais em 2011 e irá levar outros eventos de inteligência colectiva a várias localidades do país.
P

Francisco Menezes está de parabéns!

Com colaborações pontuais no Contacto e no Levanta-te e Ri e com a estreia na área da apresentação ao lado de Sílvia Alberto, Francisco Menezes conduz o talk show das manhãs da SIC – o Companhia das Manhãs - ao lado de Rita Ferro Rodrigues. Desde o dia 14 de Setembro de 2009 que conduz o programa das manhãs e hoje está de parabéns ao completar mais um aniversário!
Parabéns Francisco Menezes!
Já agora pode aproveitar para (re)ler uma entrevista feita pelo SIC Blogue ao apresentador. Clique AQUI!

Escrito nas Estrelas estreia segunda às 18h00

A SIC estreia, na segunda-feira dia 11 de Outubro, mais uma produção da TV Globo. Escrito nas Estrelas irá substituir Caras e Bocas que se aproxima do seu final. A nova novela da SIC estreia a seguir ao final do Boa Tarde ou seja, por volta das 18h00 de segunda-feira poderá assistir à estreia de Escrito nas Estrelas sendo que a seguir, uma hora depois - 19h00 - poderá assistir a mais um episódio de Caras e Bocas que vai até ao Jornal da Noite. O tema de abertura é "Quando a chuva acabar" interpretado por Paula Fernandes

GRELHA DE SEGUNDA-FEIRA (TARDE):
13h00 - Primeiro Jornal
14h15 - Negócio da China
15h30 - Boa Tarde
18h00 - ESCRITO NAS ESTRELAS - Estreia
19h00 - Caras & Bocas
20h00 - Jornal da Noite



A Armadilha despede-se depois de 148 episódios

Desde o dia 8 de Março que a SIC transmitiu A Armadilha. A novela brasileira da hora do almoço é uma trama produzida pela TV Globo. No Brasil a novela teve o nome de “Cama de Gato” e o SIC Blogue avançou em primeira mão que Cama de Gato era A Armadilha em Portugal.
Pois bem, depois de 31 semanas a ser exibida e depois de 148 episódios a novela despediu-se esta tarde dos portugueses que agora podem podem continuar a acompanhar de segunda a sexta-feira a novela dos quatro portugueses (Ricardo Pereira, Carla Andrino, Maria Vieira e Joaquim Monchique) em Negócio da China.