DANCIN' DAYS

estreia SEGUNDA na SIC a novela onde vale a pena sonhar!

ÍDOLOS

Domingo temos músicas do século XXI com os 10 finalistas

BOA TARDE

O talk show das tardes da SIC

ROSA FOGO

Assiste à novela no horário nobre da SIC

FINA ESTAMPA

Já estreou na SIC!

28 de fevereiro de 2010

2 anos de Fama Show!

Pois bem... foi há 2 anos que a aventura começou! Cinco raparigas (Liliana Campos, Rita Andrade, Vanessa Oliveira, Orsi Fehér e Cláudia Borges) comandadas por Daniel Oliveira começaram um novo magazine sobre o social na SIC que é líder incontestável!
A festa de aniversário do programa de sucesso da SIC foi festejada num restaurante de sushi na zona de Lisboa e contou com caras bem conhecidas para além das apresentadoras (já sem Orsi Fehér e com Andreia Rodrigues) como é o caso de Daniel Oliveira - coordenador do programa, Nuno Santos (director de programas), José Figueiras, Catarina Mira, Andreia Vale, Ricardo Pereira entre outros estiveram presentes.

HOJE NA SIC!

Audiências de 27 de Fevereiro de 2010

Com futebol na RTP1, o Telejornal da RTP1 foi o programa mais visto na tv portuguesa sendo que o Jornal da Noite foi o 2.º mais visto do seu horário e o mais visto na SIC. Ficou em 5.º lugar do top.
Na restante programação Lua Vermelha aparece em 2.º lugar com 22,1% de share e 8,6% de rat. Alta Definição – em que a entrevistada foi Fátima Lopes – conseguiu 34,3% de share e 8,4% de rat. O segundo filme da tarde “Vestida para Casar” com 25,8% de share. O Primeiro Jornal foi o 5.º programa mais visto da SIC com 26,1% de share e 6,9% de audiência média seguido de Não Há Crise com 21,4% de share e 6,7% de rat. O Episódio Especial com 27,5% de share e a reposição da semana do vencedor do Ídolos com 24,3% de share e 4,7% de rat. O primeiro filme da tarde com 20,3% de share e O Nosso Mundo a aparecer em 10.º lugar dos mais vistos da SIC com 17,9% de share e 3,6% de rat.

A Armadilha estreia no início de Março!

Tal como o SIC Blog havia avançado à dias, Cama de Gato no Brasil é A Armadilha… em Portugal! A trama brasileira começa dentro de breves dias (início de Março) e conta com actores bem conhecidos do público português que já participaram em outras novelas da TV GLOBO.

Aqui ficam alguns apontamentos sobre as personagens principais:
Gustavo Brandão (Marcos Palmeira) – Gustavo era um rapaz bom e pobre, mas que venceu na vida. Graças ao seu talento e esforço, se tornou um dos maiores perfumistas da atualidade, dono de uma grande empresa de perfumes e cosméticos. O poder e a riqueza, porém, o transformaram num homem arrogante e infeliz. Mas, logo no começo da trama, sua vida sofrerá uma reviravolta e ele vai perder tudo. E só o amor será capaz de devolver a ele os valores humanos que deixou para trás. Com Rose, ele vai reaprender a viver e ser feliz.
Rose (Camila Pitanga) – Rose é uma mulher batalhadora, uma dessas “supermulheres” que trabalham dobrado para criar seus filhos, sem nunca perder a garra, a disposição e a alegria. Com sua simplicidade, ela vai mostrar que tem muito mais sabedoria do que Gustavo. Rose sabe que a vida não é um parque de diversões, mas isso, longe de abatê-la, parece enchê-la ainda mais de ânimo e garra para vencer as dificuldades. Também não mede esforços para ajudar os outros ou defender alguém que esteja sendo injustiçado. Para ela, solidariedade e compaixão são deveres elementares de todo ser humano.
Verônica Brandão (Paola Oliveira) – Bonita, mimada, egoísta e ambiciosa, a mulher de Gustavo (Marcos Palmeira) é a grande vilã da trama. Nunca foi apaixonada pelo marido, ao contrário, passou a odiá-lo, à medida que Gustavo enriqueceu e comprou os bens de seu pai, Severo (Paulo Goulart). Tem um amante, o vaidoso modelo Roberto (Dudu Azevedo), por quem é completamente alucinada. O amante a ajudará nas armações para destruir Gustavo e reaver o patrimônio do pai.
Alcino Rodrigues (Carmo Dalla Vecchia) – É o melhor amigo de Gustavo (Marcos Palmeira) desde os tempos das “vacas magras”. Ajudou o perfumista a chegar aonde chegou e é sócio da Aromas. Simpático e bon vivant, tem paixão por explorar os lugares mais exóticos do planeta e sair com belas mulheres. Ao descobrir que tem uma doença e que terá poucos meses de vida, mantém a doença em segredo e decide dar um susto em Gustavo (Marcos Palmeira) para que ele volte a ser um bom amigo e reencontre a felicidade, como nos tempos de moleque. Embora suas intenções sejam boas, Alcino perde o controle da “brincadeira” e acaba se deixando envolver pela ardilosa Verônica (Paola Oliveira). O empresário também vai descobrir que tem um filho, o que o fará repensar sua própria vida.
Mari (Isabela Garcia) – Mari é a dedicada assistente de Alcino (Carmo Dalla Vecchia). Trabalha há muito tempo com ele e é tão eficiente, que, como o próprio chefe diz, é quase capaz de adivinhar seus pensamentos. O que empresário não percebeu ainda é que, ao longo dos anos em que trabalha pra ele, Mari se apaixonou. Mas Alcino nunca reparou em como ela é bonita e uma mulher interessante, pois só a vê como uma espécie de irmã. Apesar de sofrer muito por esse amor não correspondido, Mari só quer ver Alcino feliz.
Severo Tardivo (Paulo Goulart) – Pai de Verônica (Paola Oliveira) e contador da Aromas. Ex-patrão dos pais de Gustavo (Marcos Palmeira), os humilhou e demitiu. Acabou perdendo tudo e teve a casa e a empresa compradas por Gustavo, que ainda se tornou seu genro. Amargo, vingativo e cínico, Severo ajudará a filha a tentar acabar com Gustavo, mas não sem chantageá-la para ter algum benefício em troca.
Julieta (Suely Franco) – Mãe de Gustavo (Marcos Palmeira) e Davi (Ângelo Antônio), é uma mulher de espírito jovial e alegre. Com o marido, Ferdinando (Pedro Paulo Rangel), adora aprontar todo tipo de traquinagem. Julieta tem a saúde debilitada, porém tem birra de médicos e acredita que a diversão é o melhor antídoto contra todos os males.
Ferdinando (Pedro Paulo Rangel) – Pai de Gustavo (Marcos Palmeira) e Davi (Ângelo Antônio) e marido de Julieta (Suely Franco), com quem vive uma história de amor que já dura mais de 50 anos. É o companheiro inseparável da esposa.
Davi Brandão (Ângelo Antônio) – Irmão caçula de Gustavo (Marcos Palmeira), Davi não é nada ambicioso e tem profundo apreço pela vida familiar. É extremamente dedicado à mulher Sofia (Paula Burlamaqui), por quem é apaixonado, e aos dois filhos, o irresponsável Pedro (Ronny Kriwat) e a delicada Eurídice (Bianca Salgueiro). Sua bondade faz com que seja visto por muitos como “o irmão de Gustavo que não deu certo”, principalmente aos olhos de sua sogra Adalgisa (Yoná Magalhães), que adora humilhá-lo. Abandonou sua verdadeira vocação, o design, para ajudar o irmão a construir seu império, apesar de pouco usufruí-lo. Participa do plano de Alcino (Carmo Dalla Vecchia) porque considera, sinceramente, que pode ser bom para o irmão, porém, acreditando que Gustavo morreu, vai se culpar muito por isso.
Sofia (Paula Burlamaqui) – Mulher de Davi (Ângelo Antônio), é uma excelente professora. Adora crianças e sempre foi mais rigorosa que Davi com os filhos, sabendo impor limites, mas com amor e natural autoridade. Filha da esnobe Adalgisa (Yoná Magalhães), não aceita a maneira com que a mãe trata seu marido e como tenta influenciar o neto Pedro (Ronny Kriwat). Isso faz com que as duas vivam em pé de guerra.
Pedro (Ronny Kriwat) – Filho de Davi (Ângelo Antônio) e Sofia (Paula Burlamaqui) e irmão de Eurídice (Bianca Salgueiro). Aluno rebelde e completamente irresponsável com os estudos, já repetiu de ano três vezes. Influenciado por Adalgisa (Yoná Magalhães), a avó materna, tornou-se um garoto preconceituoso. Integra a “turma da pesada” no colégio e não perde uma oportunidade de aterrorizar os outros colegas, principalmente o namorado de sua irmã, Tarcísio (Heslander Vieira), que é deficiente auditivo.
Eurídice (Bianca Salgueiro) – Irmã de Pedro (Ronny Kriwat). Sensível e generosa, ela se encanta por Tarcísio (Heslander Vieira), a partir do amor de ambos sentem pela música.
Adalgisa (Yoná Magalhães) – Mãe de Sofia (Paula Burlamaqui). Com a morte do marido, perdeu a boa situação financeira que tinha, exceto o apartamento onde vive com a filha, o genro e os netos. Nunca escondeu sua preferência por Pedro (Ronny Kriwat), a quem sempre transmitiu seus valores distorcidos. Adalgisa também exerce uma interferência nefasta no casamento de Sofia e Davi.
Roberto (Dudu Azevedo) – Extremamente vaidoso, Roberto é o principal modelo da Aromas e mora com o irmão Nuno (Rainer Cadete). Amante de Verônica (Paola Oliveira), é cúmplice em todas suas armações. Bronco, porém boa pinta, não gosta de trabalhar, prefere viver às custas de mulheres bonitas, ricas e carentes. Seus dias se resumem à praia, academia, sinuca, massagista e limpeza de pele. Ambicioso e amoral, colocou o avô num asilo e tomou a casa dele, sem que o irmão saiba.
Nuno (Rainer Cadete) – Esforçado, trabalha como gerente das lojas da Aromas e é o oposto de Roberto (Dudu Azevedo). Veio do interior com o irmão, com quem mora em um casarão que, mais tarde, descobrirá ter pertencido ao avô de ambos. Nuno está tirando brevê para voar como o avô, Waldemar (Luis Gustavo), um ex-piloto que ele acha que está morto. Vai se apaixonar por Glória (Raquel Fuina), filha de Rose.
Waldemar (Luis Gustavo) – Interno de um asilo, Waldemar é um ex-piloto que perdeu a memória, mas não esquece sua paixão por voar. Encantado por Loló (Berta Loran), vai burlar a segurança do aeroporto para levar a amada em um passeio de jatinho. É avô de Nuno (Rainer Cadete) e Roberto (Dudu Azevedo), de quem sofreu um golpe e ficou sem sua casa.
Loló (Berta Loran) – Interna do asilo. Uma velhinha muito doce, que desabrocha ao aprender a usar a internet e criar um blog que fará um enorme sucesso entre os jovens.
Tião (Ailton Graça) – Ex-marido de Rose (Camila Pitanga) e pai dos seus quatro filhos, Tião é um homem encostado e mulherengo, que usa uma doença cardíaca para não trabalhar e passar os dias jogando sinuca ou papeando no bar. É namorado de Heloísa (Emanuelle Araújo) e, assim como ela, no início, é pensionista de Dona Genoveva (Rosi Campos). Depois passa a viver de favor, na casa de Bené (Marcello Novaes).
Tarcísio (Heslander Vieira) – Filho de Rose (Camila Pitanga). Apaixonado por música desde a infância, seu sonho de se tornar um famoso pianista desmorona quando perde a audição quase completamente, em consequência de uma otosclerose. No colégio, procura disfarçar o seu problema, não usando o aparelho que o ajuda a escutar. Apaixona-se pela doce Eurídice (Bianca Salgueiro), que também vai estudar piano.
Glória (Raquel Fuina) – Bonita e responsável, a filha de Rose (Camila Pitanga) está, contudo, na idade da contestação. De vez em quando entra em explosivos atritos com a mãe, com quem sempre se deu às mil maravilhas. Sua revolta é contra sua condição social humilde, que a leva a se sentir inferiorizada diante dos colegas e, em especial, do namorado, Nuno (Rainer Cadete). Seu grande sonho é ser modelo.
Francisco (Gustavo Maya) – Filho de Rose (Camila Pitanga), é um menino levado, que sonha ser jogador de futebol, mais especificamente o camisa 10 do Barcelona.
Regina (Julyana Garcia) – A quarta filha de Rose (Camila Pitanga) é uma menina doce e sensível, que sente a falta do pai. Por isso vai se apegar muito a Gustavo (Marcos Palmeira), quando ele for morar na casa de Rose.
Sólon (Daniel Boaventura) – Dono do clube Esplêndido da Glória. Apaixonado por dança de salão, finge ser argentino e promove, aos sábados, concorridos bailes no clube, cada vez com um tema diferente. Namora Taís (Heloisa Périssé), a quem trata como uma rainha, cercando-a de mimos e atenções, mas esconde um segredo.
Taís (Heloisa Périssé) – É namorada de Sólon (Daniel Boaventura), mas teve no passado um tumultuado romance com Bené (Marcello Novaes), do qual nasceu seu filho Juca (Rafael Miguel). Está com Sólon porque é bem-tratada e acredita que ele é rico, mas, na verdade, até hoje é louca por Bené, o que tenta esconder de todos.
Bené (Marcello Novaes) – Ex-namorado de Taís (Heloisa Périssé) e pai de Juca (Rafael Miguel). Atrapalhado e imaturo, não consegue encontrar uma ocupação fixa. Vive de bicos, os mais estapafúrdios e que invariavelmente acaba perdendo, por conta de seu jeito desastrado. É o típico “adultescente” que tem grande dificuldade em assumir a vida adulta e até hoje vive com os pais, Ernestina (Ilva Nino) e Péricles (Tony Tornado). Disputa com Sólon (Daniel Boaventura) o amor de Taís.
Juca (Rafael Miguel) – Filho de Taís (Heloisa Périssé) e Bené (Marcello Novaes), mora com a mãe na casa da avó Genoveva (Rosi Campos), onde é o xodó de todos. Também se dá muito bem com o pai, embora às vezes pareça ser mais maduro do que ele.
Genoveva (Rosi Campos) – Mãe de Taís (Heloisa Périssé) e Luli (Marcella Rica), e avó de Juca (Rafael Miguel). É uma “matriarca” suburbana, que cuida de todos com dedicação, carinho e pulso firme, inclusive das três funcionárias da Aromas, Heloísa (Emanuelle Araújo), Suzana (Marcella Valente) e Patrícia (Luana Martau), que moram na pensão.
Luli (Marcella Rica) – Irmã de Taís (Heloisa Périssé), é uma garota inteligente e com um grande interesse nos mais variados assuntos – de futebol à física quântica –, sobre os quais procura se informar através da internet. Sempre corrige os outros, sobretudo a mãe Genoveva, quando ouve alguma informação errada ou imprecisa. Tem uma paixão antiga por Tarcísio (Heslander Vieira), que nunca percebeu o sentimento dela e a tem apenas como amiga.
Heloísa (Emanuelle Araújo) – Heloísa é secretária da Aromas. Alegre, bonita e fogosa, mora na pensão de Genoveva (Rosi Campos) e vai namorar Tião (Aílton Graça), ex-marido de Rose (Camila Pitanga), de quem ela sente inveja.
Suzana (Marcella Valente) – É estagiária da Aromas e divide seu tempo entre o escritório e o curso de desenho técnico. Estilosa e muito charmosa, tem uma quedinha por Bené (Marcello Novaes). Amiga de Heloísa (Emanuelle Araújo) e Patrícia (Luana Martau), também é hóspede da pensão de Genoveva (Rosi Campos).
Patrícia (Luana Martau) – Competente e trabalhadora, a assessora de marketing da Aromas é capaz de concretizar os mais loucos projetos. Vai sofrer quando Verônica (Paola Oliveira) colocar Roberto (Dudu Azevedo) como seu chefe de seu departamento. Tem uma paixão platônica por Alcino (Carmo Dalla Vecchia) e mora na pensão de Genoveva (Rosi Campos).
Péricles (Tony Tornado) – Pai de Bené (Marcello Novaes), trabalha como motorista particular de Gustavo (Marcos Palmeira), mas, no passado, foi mecânico de aviões. É completamente apaixonado pela mulher, Ernestina (Ilva Niño), embora os dois vivam às turras.
Ernestina (Ilva Niño) – Mãe de Bené (Marcello Novaes), a empregada da casa de Gustavo (Marcos Palmeira) é uma cozinheira de mão cheia. É muito amiga de Genoveva (Rosi Campos), mas as duas discordam em um ponto fundamental: enquanto Ernestina adoraria que o filho Bené se acertasse com Taís (Heloísa Périssé), Genoveva acha que a filha está muito bem com Sólon (Daniel Boaventura), obrigada!
Irmã Andréia (Norma Blum) – Firme e bondosa, a diretora da escola é uma freira moderna, culta e esclarecida. Conhece Rose (Camila Pitanga) desde criança e ajuda ela e Taís (Heloísa Périssé) dando uma bolsa para a criançada estudar no colégio que é muito bom.
Bruna (Tânia Costa) – Professora de piano de Eurídice (Bruna Salgueiro) e Tarcísio (Heslander Vieira). Grande incentivadora de seus alunos, vai batalhar por uma bolsa para Tarcísio estudar piano no exterior.
Kátia (Nívea Stelmann) – Trabalha como copeira e será aliada de Verônica (Paola Oliveira) em suas armações para prejudicar os sogros e Alcino.
Fiasco (Wagner Molina) – Garçom e dançarino do clube Esplêndido da Glória, é um sujeito de aparência ingênua que às vezes leva Sólon (Daniel Boaventura), seu patrão, à loucura. O que o salva é que é um exímio pé de valsa. Por trás de sua aparente ingenuidade, Fiasco está sempre atento a tudo e, assim, sabe os pontos fracos de todo mundo.
Domênico (Jorge Cerrutti) – Catador de lixo reciclável, será praticamente o anjo da guarda de Gustavo (Marcos Palmeira), quando ele voltar para o Rio de Janeiro depois de ter sido dado como morto. É um personagem misterioso, que esconde um grande segredo.

Audiência de sexta, dia 26 de Fevereiro


O dia de sexta-feira trouxe para a SIC um terceiro lugar em que o programa mais visto do canal ficou em 6.º lugar tendo sido o Jornal da Noite.

27 de fevereiro de 2010

Carlos Costa em dueto com os Anjos

Amanhã, pelas 21h45 a partir do Coliseu dos Recreios em Lisboa para todo o Mundo, a SIC presta uma homenagem à Ilha da Madeira com uma gala de solidariedade. "Uma Flor para a Madeira" traz artistas bastante conhecidos com carreiras consagradas e outros que estão a dar os primeiros passos na música.
Depois dos Ídolos, Carlos Costa irá subir amanhã ao palco do Coliseu para interpretar um dueto (quase trio) ao lado dos Anjos como forma de ajudar a sua Ilha visto que é madeirense!
Além disso alguns artistas irão estar num "call center" a receber donativos vindos de todo o país para quem se quiser juntar!
Quem já garantiu a sua presença foi o Presidente da República Cavaco Silva mas ele também irá dispender de 10€ para a Madeira - preço do bilhete - sendo que não há "borlas" para ninguém!

"Pareço o 'sozinho em casa'"

Está de volta à SIC, de onde saiu há dez anos por discordar da linha editorial que estava a ser traçada. E faz a mesma crítica à estação de Queluz. Acredita na auto-regulação do jornalismo mas diz que a publicação de escutas "é terreno pantanoso".

Sinais de Fogo' estreou com boas audiências, 13,9%, mas comentou-se que entervistar o primeiro-ministro era uma forma de branqueamento...
São comentários de blogues? Isso é o lixo de Portugal. Não vou comentar uma única frase de blogues. Só li um comentário ou dois que vinham nos jornais, e que respeito porque as pessoas assinam o que escrevem, que diziam ter sido a mais contundente das entrevistas a José Sócrates. Mas não posso fazer uma entrevista e comentá-la. Isso não me cabe a mim.
Mas sobre o branqueamento de imagem, diz-se que Sócrates saíu fortalecido...
Vou tentar responder sem me irritar... Para não me acusarem de ser José Sócrates. Se não entrevistamos é porque estamos a ser cúmplices do silêncio dele. Se entrevistamos, quando toda a gente queria a entrevista, é porque pode ser um branqueamento... Nem comento. Ou comento. Bardamerda. Adiante.
Na sua estreia na SIC, no dia em que Rui Pedro Soares, ex - administrador da Portugal Telecom, interpôs uma providência cautelar ao semanário ‘Sol', fez questão de frisar que não estávamos a passar por momentos de censura, ao contrário de outros jornalistas.
Eu já escrevi isso. Que apareça a primeira pessoa e ponha o dedo no ar a dizer ‘eu quis escrever isto e não me deixaram'.
Os casos de Manuela Moura Guedes e Mário Crespo não foram censura?
Você acha? Há um director de jornal que recusa publicar uma crónica e, no dia seguinte, o texto está no site do Instituto Sá Carneiro e, uma semana depois, editado em livro. Eu já vivi num país com censura, já conheci países com censura, e não me lembro de censura assim. E quando vejo a Manuela Moura Guedes ter direito a 20 minutos em directo do telejornal para dizer que há censura... Sinceramente, tomara a líder da oposição birmanesa.
O que se passa então agora entre a classe política e a classe jornalística?
Penso que é preciso dar nas vistas, isso é que vende jornais. Há uma confusão de conceitos, que não sei se é voluntária ou se é negligente, mas que está a ser feita de forma leviana. Expressões como ausência de liberdade, ditadura, são demasiado graves para serem usadas porque um director de jornal recusou publicar uma crónica do Mário Crespo sem que este indicasse qual era a sua fonte. Eu não publicava. Já fui director, e não me considero um ditador nem um censor, e não publicava. Porque se publico um artigo desses, amanhã qualquer jornalista meu pode vir dizer ‘fulano, que não posso dizer quem é, ouviu isto num restaurante'. E o meu jornal é uma coisa baseada em fontes anónimas de restaurante. Não pode ser.
Isso está a minar o jornalismo neste momento?
É um terreno muito perigoso e pantanoso. E as pessoas têm de ter consciência de que vão deslizar por ele abaixo. É como a questão da publicação de escutas telefónicas, que foram colhidas para um processo judicial e depois aparecem num processo jornalístico. Se um dia os jornais substituirem o julgamento dos tribunais será muito grave. Se aceitarmos que o interesse público está sempre à frente da reserva do direito à vida privada, como diz a Constituição, e que invocando o interesse público pode publicar-se as conversas privadas de alguém, o caminho é perigosíssimo. Até porque interessa responder a uma questão? Quem é que define o interesse público? Qualquer director de jornal? Ele é juiz em causa própria? Não escondendo o conteúdo das escutas, e questionei o primeiro-ministro sobre isso, a verdade é que, tanto quanto sei, o Rui Pedro Soares, o centro das escutas, nem sequer é arguido, nem suspeito de crime nenhum. É como uma conversa sua com alguém que era arguido ir parar ao jornal. Não aceito isso. Não aceito como método jornalístico, não aceito em termos de cidadania, de direitos...
Mas a sua crítica é ao facto de virem a lume conversas que estavam em segredo de justiça?
Isso é o ponto número 1. Ponto número 2 é como se faz um jornalismo com base nisso. No outro perguntavam-me o que faria se me tivessem enviado as escutas. Era muito simples. Pedia ao jornalista que investigasse. Não publicava assim. Agora, ter um amigo no Ministério Público ou na Polícia Judiciária que, à socapa, lhe manda o processo das escutas, isso não tem nada de investigação. Nada. Não venham cá falar do rigor jornalístico. Isso são balelas, tretas.
E o que se pode fazer?
Sei lá eu. Devia haver um congresso de jornalistas para decidir exactamente o que é lícito fazer para recentrar as noções deontológicas. Há 20, 30 anos havia um consenso sobre o que se podia ou não podia. Depois do grande deboche jornalístico, que foi a seguir ao PREC, em que todos jornalistas acharam que deviam ser militantes políticos, houve uma espécie de toque a rebate e os jornalistas foram capazes de se juntarem nomeadamente no 1º congresso de jornalistas. Onde eu estive com uma dissertação intitulada ‘Mea Culpa, a dizer que grande parte dos males do jornalismo era culpa nossa. A partir daí chegou-se a um consenso, era claro o que podia ou não fazer. Agora é tudo confuso outra vez.
Acredita na auto-regulação dos jornalistas?
Acredito que o jornalismo deve auto-regular-se, mas não só. Acredito num sistema de equilíbrio de poderes em que a cada poder corresponde um contrapoder que o controla. O poder dos jornalistas deve ser primeiro controlado pelos tribunais, que o é. O que não impede que haja uma auto-regulação, que existam armas de conduta e deontológicas que são aceites por todos e não aceites conforme as circunstâncias e oportunidade.
Qual o papel da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) nisto tudo?
A ERC acaba por ser um mini-parlamento que reproduz um bocado aquilo que são as divisões políticas da sociedade. Era possível fazer uma ERC com pessoas prestigiadas que estão retiradas do jornalismo activo. Era fácil encontrar em Portugal cinco ou seis nomes consensuais de pessoas que são referência no jornalismo, na Informação.
As que estão lá não são referência?
O problema é esse. Não é que estes estejam de má vontade, ou sejam mal intencionados. Mas não têm uma base de trabalho jornalístico, não têm conceitos apurados, não gastaram muito tempo a pensar nisso. O que se passa hoje na ERC não é muito edificante. Em vez de tomarem um consenso, o que não impede que haja divergências na análise dos casos, vivem num ambiente onde só lhes falta andar à estalada. Se não se entendem entre eles, é difícil que regulem seja o que for.
Acha que deviam ter mais poderes?
Sendo como é o órgão é difícil dar-lhes mais poderes, senão poderia tornar-se mais perigoso. Francamente não sei. Para já não gosto do nome. Dantes havia um conselho de Imprensa, que funcionava melhor e era prestigiado. Agora ERC nem sei bem o que é. Parece mais uma sigla dessas europeias, o nome de uma vacina... Eu reformulava o órgão, tornava a eleição dos membros diferente mesmo.
-De que modo?
Retirando poder aos partidos políticos para nomear. Ou então nomeava só o presidente, que por sua vez escolhia dois, e esses dois escolhiam outros dois, num sistema de cooptação.
-Está sozinho a apresentar este formato ‘Sinais de Fogo', na SIC, foi por opção?
Foi o formato que ocorreu e realmente também me sinto muito solitário
-A primeira parte...
... parece o ‘Sozinho em casa'. Sozinho no estúdio. C'est la vie. (risos)
-Mas foi por falta de co-apresentadores? Ficaram célebres as suas quezílias com Paula Teixeira da Cruz, no programa de estreia na TVI. É verdade que ela deixou de lhe falar?
- Falso. Rigorosamente falso. Não nos vemos muito, somos amigos, mantemos o respeito um pelo outro.
- Mas houve trocas verbais violentas...
Isso é normal num programa de confronto de ideias.
- E no caso de Manuela Moura Guedes? É-lhe difícil não levantar a voz numa troca de ideias?
Por que é que o culpado sou eu e não a Manuela Moura Guedes?
- E no caso da Paula Teixeira da Cruz, que tem uma postura mais tranquila?
Digamos que são dois espíritos fortes em estúdio, que, de vez em quando, faziam faísca. E eu e a Manuela não temos as mesmas ideias sobre muitas coisas.
Quando terminou o ‘Jornal Nacional de 6.ª', disse que era o fim do ‘jornal nacional de manipulação'...
E disse que era um atentado à liberdade. Nunca vi, em nenhuma televisão do Mundo, um jornal como aquele.
Considera que esteve demasiado tempo no ar?
Acho que nunca deveria ter estado no ar. Pense-se o que se pensar do actual primeiro-ministro, aquilo era um jornal para atacar uma pessoa concretamente. E às vezes perguntava por que não se fazia uma emissão contra o Paulo Portas ou a Manuela Ferreira Leite, outra contra o Jerónimo de Sousa ou o Louçã. Não há nada? Porque não investigam os submarinos ou os dinheiros da Festa do ‘Avante!'. Lembro-me de ter dito à [jornalista] Ana Leal: o que acontece ao vosso jornal no dia em que Sócrates for absolvido? Se a justiça chega ao fim e não apura nada. O jornal morre por falta de objecto. O caso Freeport dura há seis anos por uma única razão: porque ainda não conseguiram entalar o Sócrates. Se fosse o Zé dos anzóis já tinha sido arquivado. Acho inconcebível que um primeiro-ministro viva sob suspeita de corrupção durante seis anos e que os contribuintes estejam a pagar esta investigação. Nós não podemos ser governados por alguém que não sabemos se é corrupto ou não. O Ministério Público tem obrigação de, rapidamente, apurar aquilo. Ou tem indícios, ou não tem indícios. Agora, permitir que o primeiro-ministro seja queimado em lume brando na Imprensa enquanto eles arrastam o processo à pesca à linha, a ver se alguém morde o anzol, é inconcebível. Eu não quero ser julgado assim. Não quero ter um primeiro-ministro julgado assim.
Mas acabou por sair da TVI após a saída de José Eduardo Moniz e do fim do ‘Jornal de 6.ª'. Não teme ficar ligado a essa linha editorial?
Ao ‘Jornal de 6.ª' não fico ligado de certeza, ao José Eduardo Moniz sim. E eu não saí da TVI antes porque ele estava lá.
- Antes de ir para a TVI teve um diferendo com José Eduardo Moniz, na RTP...
Claro, mas se entrei na TVI foi porque ultrapassámos esse diferendo. Mas eu tinha definido para mim que não saíria da TVI enquanto ele lá estivesse. Nunca lhe disse isso, directamente, mas estava definido na minha cabeça. E já tinha o convite da SIC há muito tempo.
Há quanto tempo?
Há mais de um ano, insistente e renovado. No dia em que José Eduardo Moniz saiu, recebi logo um telefonema do Luís Marques [director-geral da SIC] a dizer que eu já não tinha argumentos.
Como era a sua relação com a actual Direcção de Informação da TVI?
Era óptima, sou amigo do Júlio Magalhães.
Pensa que a TVI perdeu o pé sem Moniz. Ele era mesmo o timoneiro da TVI?
Não mudou nada de essencial. O problema da TVI é mesmo a matriz editorial da estação. É impossível ter um programa como o que tenho na SIC na TVI, porque esta exibe o ‘Jornal Nacional' e a seguir três horas de novela. E não faz mais nada.
Nunca teria um espaço próprio na TVI?
Saí da SIC há dez anos, quando a SIC vivia um fenómeno semelhante. Era líder de audiências, tinha 50% de share e começou a cortar na informação para fazer programas de entretenimento, ‘Acorrentados' e tudo isso. E disse ao Emídio Rangel [ex director da SIC] que ali não me interessava estar. Fui-me embora, fazer coisa nenhuma. A TVI vive a mesma situação. Cansei-me de fazer os comentários no ‘Jornal Nacional' e não havia outra coisa para mim. A verdade é essa. Não havia mesmo. Portanto, ou ficava ali e não fazia nada, ou aceitava o convite de alguém que me desse esse espaço para fazer jornalismo. E, se quer que lhe diga, na TVI acho que fui muito mal aproveitado.
Eles não tinham mesmo espaço para mais?
Pois. Pelos vistos não tinham. Mas acho que deveriam ter. Eles são líderes de audiência, aquilo é uma estação comercial, o objectivo é o lucro. Eu aceito isso. Agora não se pode ter sol na eira e chuva no nabal. O meu espaço na TVI limitava-se ao ‘Jornal Nacional' e às noites de eleições.
Desejava mesmo ter um espaço maior?
Sinceramente, e sem querer considerar-me o melhor do mundo,até pelo dinheiro que me pagavam, que não era pouco. Eu sou bem pago.
-Posso saber quanto?
Não. A única coisa que pode saber é que pago 42% de IRS. Portanto, quando souberem o que eu ganho tirem-lhe 42%. Mas eu se fosse director de Informação da TVI pegava no Miguel Sousa Tavares e usava-o mais e melhor
A sua saída deve-se à entrada da Ongoing na Media Capital/TVI?
Contou, mas não foi um factor determinante.
Disse que tinha 'medo de grupos que aparecem do nada'...
Sim, isso contou em parte, mas não foi um factor determinante.
Mas a Ongoing tem 23% da Impresa, dona da SIC. Não é um contra-senso?
Mas vai vender.
Será que vai?
É obrigada.
Se quiser comprar a Media Capital...
Sim. A menos que volte atrás no negócio.
Já sentiu pressões na sua vida profissional?
Claro que sim, todos os jornalistas sentem.
E são mais pressões políticas ou económicas?
Há mais pressões económicas. As verdadeiras pressões são essas. O director do ‘Sol', o arquitecto Saraiva, apresenta como exemplo das pressões que sofre a falta de apoio do seu accionista BCP, que fechou a torneira do dinheiro a partir do momento em que eles passaram a publicar notícias sobre o caso Freeport. Até acredito que seja verdade, mas eles já nasceram debaixo de uma pressão, que era o BCP. Quando um jornal aceita como principal accionista o maior banco comercial português, está debaixo uma pressão enorme. Está a contar com publicidade do BCP, está a contar com dinheiro do BCP quando for preciso. Tinha administradores do BCP na administração do jornal. Já nasceram condicionados. Um jornal que tem o BCP como accionista não pode publicar notícias contra o BCP. É óbvio. Portanto, acho completamente hipócrita que ele depois se venha a queixar que o BCP deixou de apoiar. E que isso era uma manobra política a mando do Governo. Talvez ele tenha razão, mas pôs-se a jeito.
O grupo Ongoing também parece estar a favorecer o governo de José Sócrates? Nomeadamente quando se fala na entrevista do Luís Figo ao ‘Diário Económico'?
Não está provado que tenha sido um frete feito pelo ‘Diário Económico' a José Sócrates. Nem sequer está provado que tenha sido um frete do Luís Figo a José Sócrates. Vamos admitir que o Figo, de facto, quis fazer um favor político a José Sócrates, remunerado ou não. Ninguém pode dizer que os directores do ‘Diário Económico' sabiam disso quando o foram entrevistar. Nem sei que interesse tem para os leitores que o Luís Figo goste de José Sócrates? A gente sabe é que Luís Figo sabe jogar à bola, agora o que percebe de governação do País não interessa nada. Não vou votar num candidato que os jogadores do Futebol Clube do Porto indicarem. Não voto no candidato que o Falcão indicar.
-Mas pode ser considerado propaganda...
Isso é porque os partidos e as agências de publicidade têm uma concepção da cabeça dos consumidores que é absurda. Ver a direcção do Benfica levada pela mão do Pedro Santana Lopes, que até é do Sporting, a um jantar da campanha eleitoral do Durão Barroso era degradante, para o Benfica, para o PSD, degradante para a concepção de como se ganha uma eleição. Agora, todos os benficas votam em nós... As pessoas não são assim tão estúpidas.
- A promoção de ‘Sinais de Fogo' fala em ‘tempos conturbados'. Sente obrigação de comentar estes tempos?
Sou pago para comentar. É a minha profissão.
- No Verão disse que estava a pensar sair do País e ir para o Brasil. O que o fez mudar de ideias?
Mudei de ideias... Quer dizer, nunca disse que ia para o Brasil. Perguntaram-me, a certa altura, porque é que gostava tanto do Brasil. E eu disse que gostava muito do Brasil, do Rio de Janeiro, e talvez um dia me apetecesse viver no Rio de Janeiro. Puseram-me logo a bordo do avião, mandaram-me comprar um bilhete só de ida e havia quem gostasse.
- Mas mudou de ideias?
Nunca tive a ideia de sair. Era uma possibilidade. Como dizer que um dia podia ir viver para o Alentejo. Mas houve quem ficasse tão excitado com a ideia que quase me deu ordens de exílio.
-Estamos a viver uma fase particularmente difícil em Portugal. Falar para as pessoas ajuda alguma coisa?
Seguramente ajuda. A mim ajuda-me a pensar ler o que outras pessoas escrevem ou dizem. Nenhum de nós tem o conhecimento da verdade ficando fechado em sua casa, não lendo, não ouvindo, não discutindo. Agora, isso não chega para fazer ultrapassar o momento dificílimo que o País atravessa. E não é de agora. O nosso momento difícil tem décadas, tem quase um século. As razões do mal português vêm muito de trás, são muito fundas. E vão-se agravando com os tempos. Vivemos sempre a enganar o nosso destino com os dinheiros europeus, com os dinheiros das colónias de África, com o ouro do Brasil. Vivemos sempre de coisas externas que nos viriam salvar porque nunca conseguimos ser verdadeiramente autosuficientes. Não entra na cabeça de nenhum português que a dívida do Estado chegou a 100% do PIB. Que toda a riqueza que se produz em Portugal durante uma ano inteiro é igual à dívida do Estado. E nós vamos ter de pagar. Porque se não pagarmos, os nossos filhos e os nossos netos vão herdar as dívidas. Os portugueses não aceitam isso. Eu ganho o mesmo que ganhava há seis anos, num sítio onde trabalho até reduzi o que ganho. Mas as pessoas pensam que é sempre o Estado que lhes acorre. O grande mal português é esse. O Estado é uma mina de ouro sem fim, que vai acorrer aos problemas de cada um, e as pessoas podem viver com direitos de tudo, sem deveres de nada, sem correr riscos. Vivendo o que eu digo ser uma vida a feijões. Quando tudo corre bem está ali a feijoada e quando tudo corre mal não há feijões, era a brincar.
Portugal é o terceiro país com mais assimetria entre muito ricos e pobres. Como se corrige isso?
Mudando a mentalidade dos nossos empresários, que ainda não perceberam que um trabalhador mal pago é um mau trabalhador. Que amanhã, se lhe fizerem uma proposta cinco por cento acima ele vai-se embora e não tem fidelidade à empresa. E essa, infelizmente, é a mentalidade dos nossos empresários.
- Pertencer a uma família militante é uma herança pesada?
Não, de todo. Foi uma coisa formativa, não foi nada pesado, pelo contrário. A melhor herança familiar que recebi foi o gosto pela liberdade e isso é uma coisa que carrego com muito gosto. Muitas vezes não é fácil. Portugal não é um País nada fácil para se ser livre, por todas as razões, para se fazer jornalismo também. Agora, continuo a achar que é a forma mais bonita de se viver, a que nos deixa melhor connosco próprios. E é a que eu devo aos meus pais.
-Essa postura já lhe trouxe dissabores?
Muitos mesmo.
- Em 1998 foi convidado para a direcção-geral da RTP e recusou. Hoje aceitava?
Não.
-Porquê?
- As razões hoje são ainda mais prementes. Não queria um lugar de mando, burocrático. Na altura, queria criar, escrever livros. E hoje continuo a querer fazer coisas. Não quero mandar fazer, quero fazer eu.
-Mas a RTP, como serviço público, deveria ter um papel pedagógico, até.
Devia e precisa de um bom director. E tem pessoas boas para isso. Mas não é a minha ambição pessoal, de todo.
-Vai voltar à ficção com um novo grande romance?
Não. Tomara eu. Escrevi um quase romance, como lhe chamei, que é ‘No teu Deserto', e escrevi agora um livro infantil, grande. Quase um romance infantil, ‘Ismael e Chopim'. O resto só consigo quando tenho ideias. Não consigo ter o método que outros têm. Sentam-se e vem a ideia. Não. Eu tenho de ter uma ideia e depois sento-me para a escrever.
-Porquê um livro infantil? Não é mais dificil escrever para crianças?
É muito mais. E por isso mesmo é um bom desafio para um autor. Por outro lado, para além de bom é uma coisa útil que um autor faz, tentar escrever bem para crianças para depois ter leitores, para que elas gostem de livros. Porque elas têm jogos electrónicos fantásticos, programas de televisão fantásticos, têm iPods, têm todos os gadgets possíveis e imaginários que as distraim da leitura. Portanto, também têm de ter bons livros. Agora fala-se muito que com o Kinder vão desaparecer todos os livros tal como os conhecemos, que vai ser tudo e-books e assim. Eu não acredito.
-A Agustina Bessa-Luís dizia que sim, que oito séculos de literatura foram suficientes, e que a literatura estava destinada a acabar...
Não acredito. Não acredito numa civilização em que as pessoas não sejam ensinadas a ler desde pequenas. Não quer dizer que tenham de ler toda a vida, mas pelo menos conhecer a existência da literatura, dos livros. Até a nível concreto, do livro objecto. Infelizmente, quase perdi o olfacto numa operação ao nariz que tive de fazer, mas ainda guardo comigo o cheiro dos livros de infância que mais gostava. Lembro-me perfeitamente do cheiro da edição do ‘Moby Dick', dos livros de Júlio Verne, do Sandokan, do ‘Huckleberry Finn', e lembro-me da capa, da textura de páginas, de tudo isso que faz de um livro um objecto particular. A única coisa que não empresto na vida são livros. Empresto tudo, empresto a casa, o carro, as roupas, tudo... menos os livros. Porque gosto de livros, sou agarrado aos livros.
-Hoje, como se cativam as crianças para a leitura?
A criança tem um mundo imaginário fantástico que a literatura tem, a meu ver, mais capacidade de explorar do que têm, por exemplo, os jogos de realidade virtual dos computadores. Acredito que sim. Que o ‘Moby Dick' é muito mais mobilizador para uma criança do que o jogo electrónico do ‘Sin City', em que eles andam a atropelar pessoas no computador. A criança tem um potencial de imaginação, de magia, de inocência, de descoberta e de mistério que um bom livro serve e ajuda a desenvolver. Aliás, vejo com a experiência dos meus dois livros, a quantidade de escolas do País que, à conta daquilo e por iniciativa dos professores, transformaram os livros em peças de teatro que as crianças adoram. É muito importante. E já estou a escrever com a noção de que esse livro tem de ser teatralizado.
-Além da militância jornalística, porque não vai mais além? Investe-se nas crianças e nos adolescentes não...
Exacto. Há um grande défice de livros para adolescentes, por acaso. Eu escrevo para adultos e para crianças, e nunca me ocorreu escrever para o meio termo. Para quem tem 16, 17 anos, 13, 14, por aí. Mas esse ponto é bem notado. Eles param de ler também por défice de oferta.
- Será bem mais complicado...
Deve ser tanto como escrever para crianças. Ou talvez menos. Porque uma pessoa, aos 50 e tal anos de idade meter-se na cabeça de uma criança de 5 ou 6 anos não é fácil. Eu tento escrever livros infantis enquanto tenho memória da minha própria infância... A adolescência é importantíssima para puxar leitores e levá-los para outras coisas. É a idade onde se podem ter romances históricos, que não sejam tão exigentes como os de adultos, que se podem ter os grandes livros de aventura, tudo isso. É muito importante, mas realmente há um grande défice... Eu passei directamente do Júlio Verne para o Jorge Amado. E é um salto muito grande.
-E porque razão as televisões não apostam nesse público?
Apostam nos ‘Morangos com Açucar', que é uma coisa perniciosa para a formação das criancinhas e dos adolescentes, na minha opinião. É um total vazio. Às vezes, quando me estava a maquilhar na TVI, olhava para os ‘Morangos' e tinha uma dúvida: Será que este mundo existe ou é inventado?. Aquilo é um mundo de total vazio e estupidez que mete medo, terror mesmo. Se aquilo é um retrato dos nossos adolescentes assusta muito. E então aí, voltamos atrás. Portugal não tem saída, está perdido. Se a geração que está na forja pensa como os tipos dos ‘Morangos com Açúcar' estamos perdidos, não há salvação nenhuma... Generalizar é sempre perigoso, mas se for assim...
- A televisão, falando para grandes massas, tem a missão de evitar isso.
A TV tem essa missão, as escolas têm essa missão, mas não há nada que substitua a missão dos pais. Temos pais que, com muita facilidade, se demitem. Faz-me a maior impressão que o comum dos pais em Portugal, não sei se lá fora será igual, ao fim-de-semana ligue a TV para as crianças não incomodarem e ficam assim o dia todo. Nunca um filho meu teve tv no quarto e nunca teve um horário de ver televisão o tempo todo. A grande obra da minha vida, não teve nada a ver com o jornalismo, com os livros que escrevi, mas sim com a maneira como eu tentei educar os meus filhos, sempre. E perder tempo com eles. Sempre fiz coisas com eles, toda a vida. Falamos de História, vamos à pesca... mas nunca me sentei com os meus filhos em frente à televisão, nunca.
- Com saída da TVI acaba a adaptação das suas obras? Havia um projecto para ‘Rio das Flores'?
Não faço ideia. Mas eram coisas totalmente independentes. Disseram-me que iam fazer o ‘Equador', quando eu, por um dever de lealdade, disse ao José Eduardo Moniz que tinha uma proposta da RTP para adaptar o ‘Equador'.
Sei que não ficou muito satisfeito com a série...
Fiquei muito satisfeito com a realização, fiquei muito satisfeito com o trabalho de actores, com o investimento. Não fiquei muito satisfeito com a adaptação. Com o texto.
Na RTP teria sido mais cuidada?
Há um problema difícil de ultrapassar. O ‘Equador' bem feito daria 12, 14 episódios. 14 episódios não são comercialmente sustentáveis. Pelo menos para uma televisão que não vive das dotações do Estado. E, por isso, em vez de 12 ou 14 foram 26. Há 14 episódios a mais, há palha ali dentro. Foi isso que não gostei. Compreendo que tinha de ser assim, assinei o contrato assim mesmo, mas não gostei do resultado. De certeza que a RTP, que não tem os mesmos constrangimentos orçamentais, talvez pudesse fazer melhor nesse aspecto, agora não sei se a produção e a realização seriam melhores. Porque investiram tudo e tinham uma super-equipa à frente
- Gostava de voltar a representar?
Toda a vida estive tentado a representar. No liceu representava teatro, Gil Vicente. Eu andei no Gil Vicente. Tive um convite da Mariana Rey Monteiro para ir para actor, ao mesmo tempo que tive um convite para jogar futebol nos juvenis do Belenenses e o meu pai recusou os dois em meu nome. Eu era muito mau aluno.
- Também estudou no Colégio S. João de Brito. E li algures que foi uma má experiência.
Muito má. Tudo aquilo que eu desejo que um colégio seja para os miúdos, não era aquilo. Dizem que hoje em dia mudou muito, Eu acredito. Só podia. Mas estava tudo errado, tudo, tudo errado, do ponto de vista pedagógico. A única que não estava errada era a importância que se dava ao desporto. Era campeão crónico de voleibol. Cada turma tinha a sua equipa. Nós jogávamos futebol, basquete e tinhamos um super ginásio. Mas, tirando essa parte, tirando o ‘corpus sane', não era nada saudável.
Passou para o Gil Vicente que era o oposto, em termos de escola...
Era. Só havia um campo de futebol em cimento. Passava a vida esfolado, magoava-me a sério para jogar ali. Do ponto de vista pedagógico, não era melhor que o S. João de Brito. Do ponto de vista educacional era fantástico. Ninguém nos ligava bóia, portanto aprendi a ser autónomo, independente e a responder por mim.
Isso foi fundamental?
Claro. Passei logo a ser bom aluno, muito melhor do que era. Senti que aquilo era de mim para mim. Eu é que era responsável. Porque se quisesse faltar às aulas ninguém me ia buscar. Não estava fechado dentro de muros, como estava no S. João de Brito. Não se podia sair do colégio, só com uma autorização dos pais. Aquilo era uma prisão e de repente passei para um regime de liberdade.
Quantas pessoas trabalham neste programa da SIC?
Eu e outro jornalista, em exclusivo. Depois há uma produtora e um realizador e mais pessoas para o programa. Mas é pouco...
PERFIL
Nasceu no Porto, filho da poeta Sophia de Mello Breyner Andresen e do jornalista e advogado Francisco Sousa Tavares. Licenciado em Direito, optou pelo jornalismo e aos 57 anos soma também uma carreira literária de sucesso. ‘Equador’, ‘Sul’, ‘Rio das Flores’ e ‘No Teu Deserto’ são alguns dos seus títulos. Vai lançar mais um livro infantil, ‘Ismael e Chopin’. “A grande obra da minha vida nada teve a ver com jornalismo, com os livros que escrevi, mas sim com a maneira como tentei educar os meus filhos. E perder tempo com eles”.
fonte: site CM

26 de fevereiro de 2010

Directos com a Madeira

O dia de domingo, aquando da transmissão da Gala de Solidariedde, além dos habituais directos nos espaços informativos do canal (Primeiro Jornal e Jornal da Noite), terá também directos com a Ilha da Madeira durante a própria gala. Rita Ferro Rodrigues estará em directo do Funchal com directos sendo que isto demonstra que não vão ser só cantorias e vamos continuar a acompanhar o desenrolar da tentativa de voltar à normalidade depois da tempestade que assolou a ilha no sábado.
No coliseu estarão muitos artistas reconhecidos nacional e internacionalmente que se quiseram juntar a esta iniciativa - que conta com o alto apoio de Sua Excelência o Presidente da República - com nomes que todos os portugueses conhecem e que conta com a apresentação de João Manzarra e Fátima Lopes.
"Uma Flor para a Madeira" surge da iniciativa de Luís Jardim a que a SIC se associou de imediato.
Saiba como contribuir AQUI

SIC em 2.º e futebol lidera programas do dia > 25.2.2010

O futebol voltou à SIC e o canal conseguiu colocá-lo no primeiro lugar. Foi de resto o programa mais visto do canal que subiu para o segundo posto (trocando de posição com a RTP1). A novela Perfeito Coração ficou em 2.º lugar sendo que o Jornal da Noite emitido às 1 horas foi o 3.º programa mais visto da SIC. A seguir aparece Viver a Vida com 31,3% de share mas a nao liderar. Paraíso, às 18h, a liderar ao contrário do Primeiro Jornal que fica em 3.º lugar. A reposição de mais um capítulo de Mulheres Apaixonadas com 3,3% de rat a ficar à frente da RTP1. Vida Nova perde para a TVI. Resumo dos jogos da Liga Europa a liderar com 2,1% de rat e 29,0% de share.

A Armadilha para as 14h

A reposição da telenovela brasileira Mulheres Apaixonadas que tem sido um sucesso no horário das 14h está quase a terminar sendo que para o seu lugar entra uma outra novela que não será uma reposição mas sim uma estreia na TV portuguesa. Falo de A Armadilha (no Brasil é Cama de Gato) e irá estrear já durante o mês de Março.

25 de fevereiro de 2010

Ela está de volta!

BREVEMENTE NA SUA TELEVISÃO!
Bárbara Guimarães

Fátima Lopes em Alta Definição

O convite foi-lhe feito em directo por Daniel Oliveira no 100.º programa de Vida Nova e prontamente aceite por Fátima Lopes. O SIC Blog sabe que o programa está gravado desde a semana passada e será emitido neste sábado a seguir à informação das 13h. Veja apresentadora das tardes da SIC, Fátima Lopes, sem maquilhagem e em Alta Definição. Com isto poderemos dizer que Fátima Lopes está comnosco de segunda a segunda isto porque de segunda a sexta-feira está no Vida Nova. Este sábado está em Alta Definição e no domingo estará na gala de Solidariedade "Uma Flor Para a Madeira"

Jornal da Noite é o mais visto das 20h

Com futebol na RTP1 no horário das 20h, o Jornal da Noite foi quem saiu a ganhar isto porque foi o programa mais visto daquele horário. Foi de resto, o 3.º programa mais visto do dia!

"A Febre do Poker" ainda roda

Ainda está longe de assentar a poeira gerada pela Grande Reportagem da SIC denominada por "A Febre do Poker". Pela primeira vez esta modalidade mereceu honras de "prime time" televisivo em Portugal, mas os resultados frustraram por completo as expetativas de quem acreditava que a complexidade do jogo, e o caráter apaixonante da sua faceta psicológica, estariam no cerne da abordagem.
Embora nenhuma vertente possa ser tabu quando um jornalista avança, com profissionalismo, para a exploração de uma tema que entende ser premente, misturar o fenómeno mundial do Texas Hold'em com atentados à bolsa dos incautos como o vetusto Vídeo Poker é algo que não lembraria ao diabo. Por muito que a ditadura das audiências seja impiedosa, massacrar a tecla do "vício", e até da "ilegalidade", sem ir ao fundo da questão, não me parece que tenha servido para elucidar a opinião pública.
O que facilmente se percebe é que não há "jogo bom", se for realizado em Casino, ou "jogo mau" se acontecer na internet ou em casa de amigos, dado que na perspetiva do "jogador", aquele que hipocritamente alguns dizem querer defender, os riscos são exactamente os mesmos. Só os interesses dos monopólios é que mudam. Devem existir mecanismos de alerta, e de apoio psicológico para quem se deixar arrastar, seja qual for o motivo, para comportamentos patológicos. Porém, acima de tudo, é importante vincar que o sucesso no poker implica talento, "jeito para a coisa" como habitualmente se diz, mas também muito estudo e sacrifício, devendo ser consumidas muitas horas a ler livros, analisar artigos ou a dissecar vídeos. Só quem entende essa regra cardinal vai ter sucesso a médio/longo prazo.
O paralelismo com o que acontece no futebol é simples de traçar: até um craque de eleição como o Cristiano Ronaldo, antes de pensar em chegar ao Manchester United ou ao Real Madrid, teve de investir na sua carreira a partir dos 8 anos, percorrendo os escalões de formação sem queimar etapas para adquirir as ferramentas que lhe viriam a permitir, na altura própria, impor-se na elite competitiva. A dura realidade é que, mesmo com paixão e dedicação, só uma ínfima parte da base da pirâmide resiste até ao topo. Quem pensar que hoje acorda, faz o download da Pokerstars, e amanhã já vai derrotar o Daniel Negreanu numa "heads up battle" tem de facto um grave problema: mas de falta de inteligência.
fonte: site RECORD

Eduardo Madeira e Marco Horácio em entrevista

Eduardo Madeira e Marco Horácio são as estrelas do novo programa de humor da SIC, "Notícias em 2ª Mão", que estreia na próxima terça-feira dia 23 e passará todos os dias depois do "Jornal da Noite". O espaço promete ser uma revisão humorística, crítica e incómoda da actualidade. O Expresso falou com os dois humoristas.
"Notícias em 2ª Mão" é um programa anunciado como sucessor de "Gato Fedorento Esmiúça os Sufrágios". Um humor marcado pela actualidade, feito num formato diário, é arriscado?
Marco Horácio (M.H.) - Não concordo. São projectos completamente diferentes, como o público irá perceber. É claro que tem uma componente muito grande de actualidade, mas isso também tinha o "Levanta-te e Ri" e tem os "Contemporâneos". Se é arriscado? Quando se quer elevar o patamar, como nós queremos fazer neste programa, é claro que é arriscado, mas o produto final fica com mais qualidade e quem ganha é o público. E eu nunca tive medo do risco e de me envolver até emocionalmente com o que faço. Sou exigente e tenho a perfeita noção de que a televisão deve ser feita para as pessoas e não para o nosso ego. É isso que tento fazer.
Eduardo Madeira (E.M.) - Sim, é muito arriscado, por vários motivos. Primeiro, porque o Gato o fez no mesmo canal e com assinalável sucesso. Segundo, porque queremos não só agradar como também inovar. Não queremos apenas fazer um late night show, como o do Connan ou do Leno ou um daily show à la Jon Stewart. Gostávamos de tentar fazer "something completely different", como diria John Cleese. Algo moderno, mas ao mesmo tempo profundamente português. Não sabemos se vamos conseguir, mas assumimos desde já o compromisso de que vamos dar o tudo por tudo a tentá-lo (esta parte do compromisso já demonstra alguma influência do discurso dos políticos no tom das nossas respostas).
O programa assume-se como um olhar crítico, satírico, inconveniente, tendo Portugal e os portugueses como os visados. Somos sempre muito criticáveis? E menos críticos?
M.H. - Temos, como povo, uma grande capacidade de rir de tudo... menos de nós próprios. É algo que tem vindo a melhorar. Acho que o humor tem de ter um papel crítico na vida dos portugueses - e não só lúdico. Temos um dever social como humoristas. A crítica e o humor aliados formam uma grande arma e deve ser usada para despertar mentalidades e alertar para situações de injustiça ou simples estupidez humana. Acho que todos nós somos criticáveis, há pessoas que lidam melhor que outros com a crítica. Eu, como aceito qualquer tipo de crítica mesmo sendo disparatada, parto do princípio que as pessoas também o fazem. E o 25 de Abril já aconteceu em Portugal... ou não?
E.M. - Somos muito criticáveis, bastante críticos, mas normalmente pouco receptivos às críticas. O português diz mal de tudo e de todos, até de si próprio, mas se for um vizinho ou um estrangeiro a criticar ou a dizer exactamente o mesmo que já dissemos do nosso país a coisa azeda logo. Basta imaginar o que aconteceria se um qualquer Lord Byron da vida se tivesse posto alguma vez a analisar as idiossincrasiazinhas de Portugal e dos portugueses, como fez, por exemplo, e tão bem, o Eça de Queirós. Não só era corrido à bengalada do país naquela época, como hoje ainda era um proscrito.
Prometem incomodar muita gente, surgem logo a seguir ao telejornal e vêm comentar notícias. Querem ser um problema?
M.H. - Mais do que um problema, gostava de ser uma solução. No sentido de entreter e divertir as pessoas neste tempo de crise. Além disso, gosto de pensar que falamos por muitas pessoas que estão em casa a ver-nos. A ver se é desta que tenho direito a algum processo. No humor, não deve haver intocáveis, por isso é que se chama humor... Se as pessoas levam a mal é porque há um fundo de verdade no que dizemos.
E.M. - O pessoal que dá notícias em primeira mão já parece estar com problemas para o fazer livremente. Por isso, ao darmos as notícias em segunda mão, ainda devemos ter mais. Sempre ouvi dizer que as coisas em segunda mão dão mais problemas. Em todo o caso, mesmo não sendo nós jornalistas, estamos definitivamente do mesmo lado da barricada. O humorista, tal como jornalista, serve para dar a conhecer a verdade dos factos doa a quem doer. A diferença é que a maneira como o humorista o faz normalmente predispõe mais para o riso. Mas isso é só normalmente. Também há jornalistas que nos fazem rir.
Estão ambos de acordo sobre o que é um "humor inteligente e popular", como o programa promete fazer?
E.M. - O mais complicado é ser popular sem resvalar para o popularucho. Estamos num país onde o cantor que mais vende é o Tony Carreira e o que mais se vê em televisão são as novelas (algo só comparável a uma América do Sul). Ou seja, somos até certo ponto o México da Europa, até mesmo no que toca ao uso de bigode. Temos de saber lidar com isso, usando isso. E ter audiência pelo meio. Normalmente, as melhores coisas de humor feitas em Portugal não são grandes sucessos de audiência. Por isso a missão pode parecer impossível, mas os Gato Fedorento conseguiram fazê-lo. Nós vamos tentar o mesmo, nem que para isso tenhamos de pôr os telefones do Ricardo e companhia sob escuta.
fonte: site Expresso

24 de fevereiro de 2010

O Pingo é Doce? Ou será azedo?

Uma Flor para a Madeira!

É já no domingo que a SIC se junta no Coliseu dos Recreios em Lisboa numa gala de solidariedade que tem o nome de “Uma Flor para a Madeira”!
Todas as pessoas poderão estar presentes. Os bilhetes custam 10€ (que revertem totalmente para a Região Autónoma da Madeira) e estão à venda no Coliseu dos Recreios e nos locais habituais! Além disso os portugueses podem contribuir com um donativo telefónico via 760 20 60 60 (que tem valor acrescentado).
Este é um programa que tem o total apoio de Sua Excelência, o Presidente da República Portuguesa, Aníbal Cavaco Silva.
A apresentação está a cargo de Fátima Lopes e de João Manzarra. Estão já confirmados nomes como Rui Veloso, Paulo de Carvalho, Tony Carreira, José Cid, João Pedro Pais e muitos muitos mais!

Gravar XXS na Argentina

Apresentadores, concorrentes e equipa técnica partiram ontem à noite para a Argentina, onde vão gravar quatro emissões do formato XXS. O recurso a estúdios no estrangeiro não é um fenómeno recente, e continua a ser utilizado para optimizar recursos.
Carolina Patrocínio e Pedro Miguel Ramos são os anfitriões do próximo "game show" da SIC. "XXS" ("Extra Extra Smal") é um formato da Endemol que vai ser gravado na Argentina e contará apenas com quatro emissões, agendadas para Março, descritas por Nuno Santos, director de Programas da estação, como um "evento televisivo".
A estação não revela se serão emissões únicas ou se vão servir para medir o interesse dos espectadores no formato para a época estival. Porém, é de recordar que já no ano passado, a SIC optou por gravar o bem sucedido "TGV" ("Todos gostam do Verão") nos estúdios da Europroducciones, perto de Madrid.
É que a logística associada a este tipo de projectos, que requerem estúdios e cenários com uma certa dimensão e complexidade torna mais fácil deslocar os concorrentes ao local de gravação original, do que estar a construir um novo para cada país.
A Endemol Argentina está até a especializar-se neste tipo de produções. No seu site na internet, oferece recursos humanos especializados, equipa técnica, hotéis de quatro e cinco estrelas, transporte e escritórios de produção devidamente equipados nas unidades hoteleiras, entre outros serviços.
Do tamanho de peças de xadrez
Para quem se recorda do filme "Querida encolhi os miúdos" a escala dos cenários de XXS não vai parecer estranha. Trepar por um sapato ou ser chocalhado dentro de uma máquina de lavar roupa, das que se abrem por cima, são algumas das situações previstas para os concorrentes - dois adultos e duas crianças - um pouco maiores do que peças de xadrez.
E se estes últimos terão o tamanho XXS já o ambiente caseiro recriado em estúdio é XXL, uma vez que recria uma habitação 100 vezes maior do que o normal, sendo necessária uma grua para colocar pacotes de detergente numa estante ou dois homens para carregar uma garrafa de água.
Os desafios propostos estão relacionados com a realização de tarefas domésticas, tendo estes artigos por obstáculo. Por exemplo, voltando à máquina de lavar roupa, ganha aquele que mais depressa conseguir recolher as "pastilhas de detergente" da sua cor.
Dos apresentadores há ainda que destacar que a dupla não é estreante: as duas caras da estação apresentaram recentemente o programa de apanhados "Tá a gravar". E que a primeira também conduziu "TGV" ao lado de João Manzarra.

SIC renova com Cabovisão

A SIC assinou renovou hoje o acordo de distribuição dos canais da estação com a Cabovisão, que se entende até 2014 no caso dos canais temáticos. O contrato para a SIC generalista dura até 2012.
“A assinatura deste contrato significa a continuação da das excelentes relações que temos com a Cabovisão, um operador que achamos importante que continue no mercado”, referiu Francisco Balsemão, presidente da Impresa.
Já Martinho Tojo, director-geral da Cabovisão, destacou a importância da continuação desta parceria para a estratégia de crescimento da empresa em Portugal. “Temos um posicionamento de proximidade ao cliente no mercado”, pelo que a assinatura deste “contrato é importante para satisfazer as necessidades dos nossos clientes e crescermos em zonas do País onde somos fortes, como o Alentejo ou o Algarve”, finalizou.
fonte: site JdN

Programa mais visto da SIC em 8.º > 23.2.2010

Em dia de estreia de Notícias em 2.ª Mão o programa mais visto da SIC aparece, apenas, em 8.º lugar - Jornal da Noite - sendo que até ao sétimo lugar temos uma grelha repartida entre a TVI e a RTP1. A estreia do programa do Marco Horácio e de Eduardo Madeira teve um rat. de 9.0% e um share e 22,6%. Foi o 9.º programa mais visto do dia e 2.º da SIC.

23 de fevereiro de 2010

Miguel Sousa Tavares com programa dos mais vistos

O programa ‘Sinais de Fogo’, de Miguel Sousa Tavares, estreou ontem na SIC com uma entrevista ao primeiro-ministro José Sócrates e ficou em terceiro lugar nas audiências do dia, ao cativar uma média de 1 311 700 de telespectadores e um share de 32,1%.
O ‘Telejornal’, da RTP1, foi o programa mais visto do dia, com 15,6% de audiência e 40% de share, seguido da novela da TVI, ‘Meu Amor’, com 14,4% de audiência e 33,8% de share. A RTP1 foi a estação mais vista, com um share de 27,4%. A TVI ficou em segundo com 26,5% e a SIC em terceiro com 24,7%.
fonte: site CM

Esperança para a Madeira domingo na SIC!

É uma tragédia sem precedentes, uma dor imensa...
Este é o momento de ajudar!
Numa grande corrente nacional de Solidariedade a SIC Esperança e o Coliseu dos Recreios juntam-se a centenas de artistas e criadores, a instituições e empresas para apoiar as vítimas da tragédia na Madeira.
Esperança para a Madeira, domingo à noite em directo na SIC.
Para contribuir ligue 760 206 060 custo chamada 0.6€+ Iva. 0.5€ da chamada revertem a favor desta causa.
Pode ainda fazer o seu donativo na conta da SIC Esperança. No caso de pretender um recibo referente ao seu donativo, deverá enviar um e-mail para sicesperanca@sic.pt, com todos os dados necessários para a emissão do mesmo.

Conta SIC Esperança:
Banco: BES
NIB: 0007.0096.00022990008.24

HOJE, 21H

ESTREIA
NOTÍCIAS EM 2.ª MÃO
COM MARCO HORÁCIO E EDUARDO MADEIRA

SIC em 3.º > 22.2.2010

A estreia do novo programa de Miguel Sousa Tavares na SIC foi o 3.º programa mais visto do dia. A estreia de Sinais de Fogo fez 32,1% de share e 13,9% de rat. Foi, de resto, o programa mais visto do dia na estação de Carnaxide.

22 de fevereiro de 2010

A Armadilha, brevemente na SIC!

Passa desde o fim-de-semana uma promo na SIC a referir que vem aí "A Armadilha" e quem diz armadilha tem sotaque brasileiro o que nos leva para uma novela da TV Globo. No entanto não há nenhuma novela da Rede Globo com o mesmo nome.
O SIC Blog suspeita que seja Cama de Gato! A ver vamos se se confirma! Se não for eu assumo responsabilidade :)

Concerto de solidariedade com a Madeira

Foi numa das primeiras intervenções de Rita Ferro Rodrigues, que está no Funchal, no programa Companhia das Manhãs que Luís Jardim (produtor musical) lançou a ideia de fazer um concerto com bandas, cantores como forma de ajudar a Ilha da Madeira neste momento triste. Rita Ferro Rodrigues informou o produtor que a SIC, se ele quisesse, seria a televisão oficial coisa que ele prontamente aceitou.

Rita Ferro Rodrigues no Funchal

Quem está a acompanhar o Companhia das Manhãs já se deve ter apercebido que Rita Ferro Rodrigues não está em estúdio. Pois bem, a presentadora que faz dupla com Francisco Menezes no programa das manhãs da SIC está no Funchal (Madeira) para dar a conhecer mais um pouco do pós enxurrada que virou a ilha da Madeira de pernas para o ar.
Sendo assim, durante o dia Rita Ferro Rodrigues irá entrar em directo várias vezes quer no Companhia das Manhãs e no Vida Nova.

SIC em 2.º com 2 programas no top > 21.2.2010

21 de fevereiro de 2010

Jornal da Noite em 6.º lugar > 20.2.2010

Em dia de aniversário da TVI e de futebol na RTP1 o programa mais visto da SIC foi o Jornal da Noite que conseguiu ficar em 6.º lugar depois de um top dominado com 3 programas da RTP1 e 2 da TVI.

Sinais de Fogo com Miguel Sousa Tavares

estreia AMANHÃ

Ídolos - semana do vencedor > HOJE

20 de fevereiro de 2010

SIC em 2.º a 0,1% do terceiro




EXCLUSIVO SIC BLOG > Entrevista a Catarina Mago

Na série Lua Vermelha é Beatriz Azevedo e o seu lema é a seguinte expressão: "o segredo é o que nos mantém a salvo". Na série Beatriz Azevedo é irmã de Henrique Azevedo (António Camelier) e de Afonso Azevedo (Rui Porto Nunes). O SIC Blog foi falar com a actriz que está por detrás de Beatriz Azevedo. Falo de Catarina Mago.

Quem é a Catarina Mago?
Ora... eu... sou uma rapariga... como todas as outras... que adora o que faz ;)

Como é que entraste para a Lua Vermelha?
Fui fazer o casting, passei as várias fases e ... fiquei!

Fazes de “vampira”. Era um mundo em que te interessavas ou tinhas alguma vontade em saber algo mais?
Eu sempre fui uma pessoa que adora tudo o que é "mágico"... sempre li muito sobre o mundo fantástico, não só sobre vampiros, mas também, sobre o mundo celta, as fadas, feiticeiros... por isso quando soube que ia interpretar uma vampira, fiquei super contente :)

A Beatriz Azevedo que interpretas em Lua Vermelha é parecida contigo?
Não é igual... até porque eu quero acreditar que sou um pouco mais simpática... e não sou tão madura e responsável como ela... mas sim, claro que temos coisas parecidas, afinal sou eu que a interpreto... por isso tudo o que ela é eu acabo por o ter também dentro de mim...

O que fazias antes de começar a participar na série?
Estava a fazer teatro infantil no "Espaço Cativar".

Sei que foste uma das escolhidas para o “Casting Girlsband”. O que nos podes falar sobre este projecto?
Bem... eu fiz o video em casa, concorri, fiquei nas 20 finalistas, mas nem fui ao casting final, porque já estava na Lua Vermelha...

Será que vamos poder ver a Beatriz a cantar na Lua?
Não.. a Beatriz não é muito dada a isso... ;)

Como é que descreves o elenco?
Eu gosto muito de trabalhar com todos, são todos bons profissionais e nós somos bastante unidos.

Como é que é contracenar com o Rui Porto Nunes e António Camelier?
Eu adoro contracenar com eles, nós tivemos muitos ensaios os três antes das gravações começarem, por isso criámos uma boa ligação entre os três

O que podemos esperar da série? E da Beatriz?
A Lua Vermelha é um projecto que está a ser feito com muito empenho por parte de todos, de todos mesmo:) Por isso sendo um projecto de qualidade, podem esperar que assim continue!

Como é que tens visto o sucesso da série?
Estou muito feliz, e espero que assim continue e que ainda tenha mais sucesso :)

Sentes já algum reconhecimento quando sais?
Ás vezes sinto as pessoas a olharem de lado para mim... mas não falam muito comigo... se calhar porque pensam que, na realidade, eu sou igual à Beatriz...

Tens medo da fama?
Talvez um pouco... ainda não sei bem lidar com certas coisas... ainda é tudo muito novo para mim.

Quando é que começaram a gravar a série?
Nós começámos com ensaios intensivos em Outubro e em Novembro começámos todos a gravar.

Já tinhas feito representação antes?
Sim, comecei na Escola de Teatro de Cascais, depois estive a estagiar numa companhia de teatro em Manchester e ainda fiz muito Teatro Infantil.

Qual foi a pergunta que não te fiz e gostavas de ter respondido?
Não me lembro de nenhuma... lol


O SIC Blog agradece a pronta disponibilidade demonstrada pela Catarina Mago!


PS - Agora já sabem: toca a ver Catarina Mago em Lua Vermelha todos os sábados e domingos logo após o Jornal da Noite!

Quem será a entrevistada do SIC Blog?

Deixem as vossas sugestões!
sai às 14h15!

19 de fevereiro de 2010

SIC vence com futebol em primeiro lugar

O dia de ontem, 18 de Fevereiro, foi ganho pela SIC que conseguiu colocar em primeiro lugar o jogo da Liga Europa que colocou frente-a-frente Herta e Benfica. Aliás, foi o primeiro e único programa da estação a aparecer nos cinco mais vistos do dia.

Camilo já grava!

O actor Camilo de Oliveira já está a gravar para a SIC a nova temporada de "Camilo o Presidente". A notícia foi avançada durante a apresentação à imprensa de "Notícias em 2.ª Mão" - que estreia na terça-feira - sendo que a produção da série volta a estar a cargo da CBV Produções.

José Sócrates em "Sinais de Fogo"

O Primeiro-Ministro José Sócrates estará presente como entrevista no novo programa de Miguel Sousa Tavares que estreia na segunda-feira às 21h na SIC. Sinais de Fogo é o nome do novo programa de informação que contará ainda com outra parte no programa além da entrevista a José Sócrates.

SIC na corrida pela Taça da Liga

A Taça da Liga pode mudar de patrocinador caso a Unicer não acione a cláusula de opção que lhe permite renovar o contrato e, assim, manter o nome da cerveja Carlsberg ligado à competição.
A cervejeira tem até ao dia da final, marcada para 20 de março no estádio do Algarve, para informar a Liga de Clubes que está interessada em continuar a patrocinar a prova.
Neste momento, não há qualquer indicação de que a Unicer vá manter ligação à Taça da Liga. Pelo contrário, todos os indícios vão no sentido de que aquela cervejeira irá deixar cair o patrocínio, cujo contrato de 3 anos está a expirar, uma vez que este ano reforçou a sponsorização ao FC Porto e passou a patrocinar o Sporting.
A Taça da Liga encontra-se, pois, no mercado e, segundo Record apurou, há vários interessados em associar-se à competição. A prova está, pois, de pedra e cal no calendário nacional, ficando agora a Liga a aguardar pela última palavra da Unicer para, então, partir para a negociação com um novo parceiro que patrocinará a competição.
Televisão
A SIC, estação de televisão que tem atualmente os direitos de transmissão da Taça da Liga, pretende renovar o contrato mas não está só na corrida.
fonte: site RECORD

Destaques do Companhia das Manhãs

A partir das 10h Rita Ferro Rodrigues e Francisco Menezes dão-lhe as melhores manhãs com os melhores temas dos quais se destacam uma entrevista ao ex-inspector da Polícia Judiciária Gonçalo Amaral depois do tribunal ter dado razão ao casal Mc Cann em relação ao livro de Gonçalo Amaral. Outro destaque é uma entrevista a Orsi Fehér que está de saída do programa Fama Show. Isto é só para adoçar a boca porque a partir das 10h a emoção está no ar!

18 de fevereiro de 2010

Sabia que...

Diana Piedade também caiu no Ídolos?

Ora aí está! Não se devem ter dado de conta mas a concorrente do Ídolos que disputou no domingo a final com o Filipe (que viria a vencer) também caiu na última gala no fosso em que Pedro Abrunhosa caiu!
Em conversa no Companhia das Manhãs a ex-concorrente do programa de sucesso da SIC afirmou que a “culpa” foi de ajudar um operador de câmara mesmo no final do primeiro tema quando o programa começou! Nada de mal aconteceu. Ao que parece só muitas rizadas! Mas ao que aconteceu com Pedro Abrunhosa, a finalista do programa de talentos não fez barulho ao cair... A realização apercebeu-se do sucedido e tirou a câmara do ar. Há que seguir com o espectáculo!

Grande Reportagem SIC no sábado

Foi no início do ano que o Mundo se recentiu da força da Terra e viu isso no sismo que abalou o Haiti e principalmente a sua capital Port au Prince. A SIC esteve lá - foi a primeira tv portuguesa a chegar ao local - e dá-nos este sábado à noite (21h) em Grande Reportagem um pouco sobre a vida no Haiti. A não perder SÁBADO na SIC!

Miguel Sousa Tavares entrevista Fernando Nobre

Depois de ter assumido a vontade de se candidatar a Belém para o cargo de Presidente da República, o presidente da AMI (Assistência Médica Internacional), Fernando Nobre, vem esta sexta-feira à SIC falar sobre este momento da sua vida. A entrevista será conduzida por Miguel Sousa Tavares e irá para o ar por volta das 21h.
Por outro lado o jornalista dirige a partir do dia 22 de Fevereiro (segunda-feira) o novo programa "Sinais de Fogo" também em horário nobre!

Entrevistas estão de volta!

Depois de um tempo de ausência, o SIC Blog volta a trazer entrevistas exclusivas para aqui. Depois da última ter sido realizada a Eduardo Madeira o SIC Blog vai entrevista.... Esperem por sábado para saber! Prometo que não se vão arrepender!

SIC blog acertou

Não é por qualquer coisa que este post começa com uma notícia de 10 de Fevereiro deste ano publicada aqui no blog! O Blog lançou a notícia das inscrições e anexou-lhe uma foto que diz "So you think you can dance" que literalmente traduzido dá qualquer coisa como "Se pensas que sabes dançar". Ora bem... sem ter informação de qual seria o programa (apenas uma previsão) o certo é que o SIC Blog acertou visto que os locutores de continuidade da estação estão a referir durante o seu espaço que o novo programa da SIC é baseado neste formato da Fox!

15000 visitas num mês e oito dias

Isto é só para agradecer o apoio que me dão diariamente e a força para continuar! Obrigado a todos os que nos visitam, visitaram (ou nunca por aqui passaram :))!

SIC e RTP1 empatam

Sátira da actualidade em Notícias em 2.ª Mão

Marco Horácio e Eduardo Madeira chegam na próxima terça-feira à antena da SIC com o novo formato de humor "Notícias em 2.ª mão". A qualidade dos textos é uma das características que destacam do programa, bem como a capacidade de atingir públicos distintos.
Jorge Jesus a explicar que "redundâncias" são palavras com muitos "ós", por serem redondos como as bolas, ou Luís Represas a ensaiar uma canção de apoio ao Haiti ("Hai-ti-ti" ao som do início de "Ai Timor") são dois dos "sketches" dos números zeros preparados pelos humoristas que podem vir a integrar as emissões.
As imitações são uma da componentes do programa, que engloba ainda momentos de "stand up comedy", com os dois humoristas, e mais de 30 "bonecos" nascidos do programa da dupla na rádio, "Caixilhos e laminados", que passaram a "personagens de carne e osso". Entre estes, encontram-se "Nuno", o instrutor de bodypump, o arrumador "Lamelas" e o "casal Melo". O motivo da sua inclusão deve-se também à legião de fãs alcançada na "Comercial". "Mais do que bonecos são personagens que poderiam existir", destacou Marco Horácio.
"Juntámos os três registos num só (programa) para fazer uma coisa que fosse fresca e apelativa para vários tipos de público", explicou ontem aos jornalistas Eduardo Madeira, na apresentação do programa, em Carnaxide. "Queremos ser generalistas", acrescentou.
"Não há registos novos. Estamos a tentar juntar vários e criar um só. É algo que nunca se viu em Portugal, pela qualidade do projecto, conteúdos e interpretação", disse, por seu lado, Marco Horácio.
A dupla considera que atingiu a "maturidade suficiente para pensar um projecto, fazê-lo e ter sucesso". E que isso se reflecte no facto de lhes ter sido dada "carta branca" pela estação. "O projecto é todo ele o que queremos, desde os gráficos à música", sublinhou.

Equipa das Produções Fictícias
Na criação dos textos, os humoristas contam com o apoio de uma equipa de guionistas das Produções Fictícias, que é parceria da SIC no projecto, constituída por Frederico Pombares, Patrícia Castanheira, Francisco Palma, Roberto Pereira e Pedro Homero, este último responsável pela pesquisa.
"Tudo o que é feito é pensado minuciosamente. Somos muito exigentes, a pensar nas pessoas que estão em casa" prosseguiu Marco Horácio. Este é o humor que os dois gostam de fazer, garantiu.
Cada edição é gravada de véspera, com público nas partes ao vivo. "O programa dos 'Gato' (Fedorento) era em directo, ocorreu entre eleições e trabalhámos apenas as coisas que estavam ligadas à actualidade política. Agora temos um leque de trabalho mais amplo", que versa a actualidade nacional e internacional, adiantou Nuno Santos, director de Programas, frisando a "via aberta" entre a equipa e a Redacção da SIC. "Muitas das coisas que fizemos nos 'Gato' foram sugeridas pela Redacção".


De terça a sexta-feira
Os programas, de 25 minutos cada, vão para o ar de terça a sexta-feira, depois do "Jornal da Noite". Esta primeira série consiste em 40 emissões. "Na nossa oferta dos últimos meses sentimos que tínhamos um défice de humor", continuou o responsável, destacando a "grande tradição" da SIC no género.
fonte: site JN

E-mail do Cara Nova

Tenho recebido inumeros e-mails a pedir o contacto da rúbrica do Cláudio Ramos no Vida Nova intitulado Cara Nova. Assim sendo quem se quiser inscrever neste passatempo para mudar o seu visual (e indirectamente auto-estima) apenas terá de enviar um e-mail para o seguinte endereço electrónico:

Jornal da Noite às 19h

E hoje voltamos a ter o país e o Mundo mais cedo do que é habitual. Por força da transmissão do encontro da Liga Europa entre o Herta de Berlim e o Sport Lisboa e Benfica o Jornal da Noite surge uma hora mais cedo do que é habitual. A SIC retira, por este motivo, do ar o Nós Por Cá visto que o noticiário surge às 19h sendo que a seguir ao jogo de futebol temos mais um emocionante capítulo de Perfeito Coração.

17 de fevereiro de 2010

Companhia das Manhãs no Notícias em 2.ª Mão!

SIC em 2.º no dia de Carnaval

Em dia de Carnaval a SIC subiu em relação ao dia anterior tendo os restantes canais descido em audiência. O programa mais visto da SIC foi o Jornal da Noite - 2.º mais visto do seu horário - em 4.º lugar com 30,5% de share e 12,5% de audiência média.