DANCIN' DAYS

estreia SEGUNDA na SIC a novela onde vale a pena sonhar!

ÍDOLOS

Domingo temos músicas do século XXI com os 10 finalistas

BOA TARDE

O talk show das tardes da SIC

ROSA FOGO

Assiste à novela no horário nobre da SIC

FINA ESTAMPA

Já estreou na SIC!

31 de janeiro de 2009

"Jornal da Noite" à frente de Manuela Moura Guedes

O “Jornal da Noite” de ontem ficou em segundo lugar e a 0,1% do Telejornal da RTP 1. Sendo assim enquanto que o “Jornal da Noite” apresentado por Rodrigo Guedes de Carvalho e por Clara de Sousa atingiu ontem a marca dos 29,8% de share e 12,4% de rating ficando à frente da TVI que conseguiu 29,5%. O noticiário da RTP 1 ficou com 29,9%.
fonte: A Minha TV

A Vida Privada de Salazar em Fevereiro na SIC

O outro lado da vida do ditador
A vida secreta de Salazar, oposto absoluto do pudor, isolamento e austeridade da vida pública. Afinal Salazar tinha uma vida secreta. Uma vida de paixões. Já era conhecido o episódio de “flirt” platónico com a francesa Christine Garnier que, no Verão de 1951, veio a Portugal fazer-lhe uma entrevista que deveria durar umas horas e acabou numa longa estada no retiro do Vimeiro. Mas eram e continuam desconhecidas para o grande público as paixões que Salazar nutriu por outras mulheres. Esta mini-série de 180 minutos (dividida em dois episódios de 90’) resulta do choque entre a narrativa propagandística, que a francesa Christine Garnier popularizou em livro, e as diferentes tramas amorosas protagonizadas pelas outras mulheres cujos corações foram atingidos pela flecha do Cupido de Santa Comba Dão. Com uma construção dramatúrgica e valores de produção cinematográficos, “A Vida Privada de Salazar” mostra o que os portugueses nunca até hoje sonharam ver: Salazar tinha, afinal, uma turbulenta vida afectiva.Esta é uma mini-série de ficção que resulta num conjunto de revelações sobre a personalidade e vida privada de Salazar. Resulta, igualmente, num conjunto de revelações sobre a ética política do ditador português. É uma mini-série que, através de várias mulheres nos dá um retrato da identidade feminina desde os anos 20 à década de 50 do século passado. No elenco, com uma riquíssima presença feminina, destacam-se os nomes das actrizes portuguesas Maria João Pinho, Benedita Pereira, Catarina Wallestein, Soraia Chaves, Cláudia Vieira e Ana Padrão e a participação especial da actriz luso-belga Helena Noguerra. Todas elas irão contracenar com Diogo Morgado, o actor escolhido para encarnar o papel do ditador português.
FICHA TÉCNICA
REALIZADOR: Jorge Queiroga
PRODUTOR: Manuel S. Fonseca
PRODUTORA EXECUTIVA: Ana Torres
DIRECTOR PRODUÇÃO: Adelaide Empis
HISTÓRIA: Pedro Marta Santos
ARGUMENTO: Pedro Marta Santos/ António Costa Santos
DIRECTOR FOTOGRAFIA: Orlando Alegria
1º ASS. REALIZAÇÃO: João Roque

Luís Marques: o homem forte SIC

A SIC apresentou ontem, via comunicado, a nova estrutura organizativa do grupo, que apresenta o director-geral Luís Marques como o homem forte da empresa, logo a seguir a Francisco Pinto Balsemão, presidente da Impresa.
Da actual hierarquia emanam quatro áreas estruturais: Comercial, Distribuição, Conteúdos – inclui, entre outros, Programas (Nuno Santos) e Informação (Alcides Vieira) – e Gestão de Conteúdos. Luís Marques controlará directamente as duas últimas.
Desta forma foram fundidas áreas que anteriormente estavam duplicadas, sendo que o director--geral assume uma posição mais executiva, à semelhança da de José Eduardo Moniz na TVI. Contudo, ao contrário deste, Luís Marques também controlará as empresas exteriores à SIC, como a Terra do Nunca e a GMTS. "Haverá acertos nas direcções afim de simplificar os procedimentos. Há ainda áreas de negócio a repensar, mas este modelo é mais simples e procura traduzir a nossa preocupação de produzir, emitir e distribuir contéudos. É este o nosso negócio", adiantou Luís Marques ao CM.
No comunicado pode ler-se que o modelo de reestruturação – aprovado pela Comissão Executiva da estação – tem como objectivo "dotar a SIC da estratégia, organização e normas de funcionamento ajustadas à nova realidade do mercado e das tecnologias audiovisuais."
No âmbito desta reestruturação, que teve início com um plano de rescisões que conduziu à saída de cerca de 50 profissionais, a SIC definiu um Manual de Procedimentos, uma espécie de código de conduta ao serviço dos profissionais.
PRODUÇÃO PARA TERCEIROS
No comunicado enviado pela SIC, pode ler-se que "a nova estrutura organizativa do Grupo SIC tem como eixo central, a concepção, produção e distribuição de conteúdos audiovisuais ‘core business’ da empresa através de um novo modelo que engloba toda a cadeia de produção". Questionado acerca da possibilidade da estação poder vir a produzir conteúdos para o quinto canal, Luís Marques diz: "A SIC e as suas empresas de produção nas diferentes áreas estão, como sempre estiveram, disponíveis para produzir conteúdos para terceiros. No entanto, a questão de fundo mantém-se. Não existe espaço para um quinto canal e a queda do investimento publicitário vem prová-lo."
PERFIL
Luís Marques nasceu em Pombal há 56 anos. Frequentou os cursos de Gestão e Direito, em Lisboa. Esteve nos jornais ‘Tal & Qual’ e ‘Expresso’ e foi administrador da RTP. Em Janeiro deste ano assumiu a direcção-geral da SIC.

50 rescindiram

Cerca de 50 trabalhadores deixaram a SIC no âmbito do plano de rescisões voluntárias iniciado em Novembro e inserido no processo de reestruturação da empresa, disse à agência Lusa o director-geral do canal, Luís Marques.
"O processo de adesão voluntária foi bastante bom. Correu dentro das nossas melhores expectativas, sem conflituosidade interna", afirmou Luís Marques, acrescentando que foram à volta de 50 os trabalhadores que aderiram.
A empresa anunciou esta sexta-feira que o modelo de reestruturação do grupo cujo objectivo é "dotar a SIC da estratégia, organização e normas de funcionamento ajustadas à nova realidade do mercado e das tecnologias audiovisuais" foi aprovado pela comissão executiva do canal.
"O modelo pretende simplificar a estrutura interna e concentrá-la naquilo que é o nosso negócio, conceber, produzir e emitir conteúdos. Toda a estrutura está focada nessa preocupação", referiu o director-geral do canal de Carnaxide.
A SIC fica assim dividida em quatro grandes áreas: conteúdos - sob responsabilidade directa de Luís Marques -, comercial, engenharia e sistemas - "gestão das infra-estruturas tecnológicas da televisão" - e distribuição - "novos negócios de distribuição de conteúdos internacionalmente e em novas plataformas".
No âmbito desta reestruturação, a SIC definiu ainda um "manual de procedimentos", que tem por objectivo fixar um conjunto de princípios e regras processuais a serem adoptadas pelos colaboradores da empresa diariamente, bem como nas relações com terceiros, em particular com os telespectadores.
A SIC, onde trabalham cerca de 600 pessoas, dispõe actualmente de cinco canais televisivos (SIC, SIC Notícias, SIC Mulher, SIC Radical e SIC Internacional), além da SIC Online e da SIC Portátil.
As receitas totais da SIC, nos primeiros nove meses de 2008, desceram 1,5% em relação ao mesmo período do ano passado, para cerca de 130 milhões de euros.
Para esta descida terá contribuído a quebra nas receitas de publicidade, na ordem dos 2,2% e do merchandising onde houve uma quebra de 44,2 pontos percentuais.
Apesar da descida de resultados, a SIC acabou o ano 2008 em segundo lugar nas preferências dos telespectadores, ultrapassando a RTP1 e registando uma quota de mercado média de 24,9% por cento.
Em Janeiro, a SIC mantém o segundo lugar nas audiências.
fonte: JN

SIC em 2.º em Janeiro

A estação de Carnaxide é a segunda mais vista em Janeiro, posicionando-se a cinco décimas da RTP, que fica em terceiro, mantendo a TVI a liderança. O crescimento em audiências coincide com o reforço de poderes dado a Luís Marques, director-geral, agora mais do que nunca, o homem forte da SIC.
No balanço feito pela Marktest, a SIC está com 25.8% de quota de audiência, enquanto a RTP1 se fica pelos 25.3%. A TVI obteve 29%, descendo ligeiramente em relação a Dezembro último. Na comparação com o último mês, a SIC subiu quatro décimas e a RTP1 perdeu 0.2%.
No que respeita à vida interna da empresa SIC, esta anunciou ontem um novo modelo de reestruturação do grupo, com que se pretende fazer face à crise económica. A medida mais evidente é uma hierarquia mais centralizada no director-geral Luís Marques, do qual passa a emanar quatro áreas estruturais: conteúdos, comercial, gestão de conteúdos e distribuição.
Na prática, a organização reúne alguns serviços até aqui dispersos. A venda de conteúdos, por exemplo, passa a estar centralizada numa mesma área comercial.
fonte: JN

30 de janeiro de 2009

Futsal > Benfica recebe Fundação em jogo da Taça

Benfica e Fundação Jorge Antunes enfrentam-se este sábado em jogo dos oitavos-de-final da Taça de Portugal, em Futsal. A partida vai decorrer no Pavilhão da Luz, em Lisboa, e terá transmissão em directo na SIC, a partir das 15h00.
No Benfica, Bebé e Gonçalo Alves estão de volta depois de cumprirem um jogo de castigo frente ao Sporting. Quem está em dúvida é Ricardinho, que magoou o ombro direito durante um treino. Em Vizela, as coisas estão mais complicadas. O guarda-redes Melão foi para o Brasil até ao final da época e Divanei, o melhor marcador da equipa, assinou contrato pelos "leões". Além disso, João Teixeira, a contas com uma luxação na clavícula, é baixa confirmada para este jogo. Na taça da época passada os "encarnados" foram eliminados plo Sporting logo na segunda eliminatória. A equipa de Vizela chegou à final, mas acabou por perder também com os "leões".
fonte & vídeo: SIC Online

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Rebelde Way atingiu novo máximo

A novela Rebelde Way, transmitida na SIC no dia 19 de Janeiro, segunda-feira, registou o máximo do ano com 4.6% de audiência média e 28.5% de share. Esta novela estreou no dia 25 de Agosto de 2008 e o melhor registo foi para o ar dois dias depois, a 27 de Agosto, com 10.5% de audiência média e 27% de share. Até à data, foram transmitidos 94 episódios que detêm 4.9% de audiência média e 21.4% de share.
Fonte: Marktest e rebeldeway.pt.vc

Especial Informação nos 23%

A SIC ontem acabou mais cedo a novela portuguesa "Rebelde Way" para interromper a emissão fazendo um simultâneo SIC, SIC Notícias para acompanhar uma declaração ao país do primeiro ministro em relação às mais recentes notícias veiculadas pela imprensa em relação ao caso Freeport.
Nesse "Especial Informação" o canal alcançou a marca dos 23,9% de share e 4,5 de ratting. A TVI e a RTP1 estiveram também no ar a acompanhar esta declaração ao país e apenas são conhecidos os dados da RTP1 que alcançou 29,0% de share (6,1% acima da SIC).

Beleza Pura termina hoje

A novela das 15h "Beleza Pura" tem hoje o seu derradeiro capítulo. Esta novela que agora está em horário de almoço já conheceu outro horário. Chegou a estar no horário das 19 horas mas desde há algum tempo que tem sido emitida logo a seguir a "O Cravo e a Rosa". Por isso mesmo, antes do "Contacto" de hoje vamos poder assistir ao grande final desta novela da TV Globo

Salazar e os seus amores

A SIC reservou para Fevereiro a estreia de uma série histórica dedicada ao ditador que gostava de gabar-se do seu "casamento com a pátria". Pelos vistos, António de Oliveira Salazar também sucumbiu a outros amores.
"Trata-se de uma narrativa ancorada no real", explica Virgílio Castelo, consultor para a ficção nacional da SIC, "que se baseia no que foi escrito e pesquisado sobre Salazar". Nenhum dos casos descritos em "A vida privada de Salazar" é inventado, garante Virgílio Castelo. "O guião procurou ser rigoroso, não há especulações, se a ficção existe é nas ligações entre os vários episódios amorosos".
A tese da minissérie, que será apresentada pela estação na próxima segunda-feira, resume-se a uma ideia: "Se ele estava casado com a pátria, também deu umas boas escapadelas". E a mais atractiva, pelos contornos que apresenta, é interpretada por Soraia Chaves. A ela coube dar corpo a Maria Emília Vieira, uma mulher invulgar para a época. Conhecida como astróloga, começou por lhe pôr as cartas e acabou por se transformar na conselheira do governante que comandou o destino do país durante quatro décadas. Acrescente-se a seu respeito, a ousadia de vestir calças ou de andar a cavalo no Chiado.
Maria Emília Vieira destoa, no entanto, das restantes paixões: da aristocrata Carolina Asseca à Felismina Oliveira. Do elenco fazem parte: Ana Padrão, Maria Guiomar, Maria João Pinho, Catarina Wallestein. A produção tem assinatura da Valentim Carvalho Filmes. Para o papel de Salazar optou-se por Diogo Morgado, "não só por ser um actor surpreendente, mas também pela verosimilhança física, que ele tão bem soube cumprir", diz Virgílio Castelo.
A acção passa-se em Lisboa, Estoril, Coimbra, Vimieiro e Viseu, ou seja, onde esteve Salazar
fonte JN

Estreias para Fevereiro

A SIC prepara novidades para a grelha de Fevereiro, entre elas a minissérie ‘A Vida Privada de Salazar’ e a novela da Globo ‘Caminho das Índias’.
Protagonizada por Diogo Morgado e Soraia Chaves, ‘A Vida Privada de Salazar’ centra-se na história pessoal do chefe do Estado Novo. Com produção da Valentim de Carvalho Filmes, a série baseia-se no livro de Christine Garnier, jornalista francesa que privou com Salazar.
As gravações, em Lisboa, recriaram o ambiente dos anos 40, retratando os conflitos e a boémia que se vivia então. Diogo Morgado faz de ‘Salazar’ e Soraia Chaves de ‘Maria Emília Vieira’, astróloga e dançarina que foi também amante do ditador.
fonte: CM

Atreve-te a cantar com site próprio

A SIC Online lançou um mini-site específico para o programa ‘Atreve-te a Cantar’, apresentado aos domingos à noite, na SIC, por Bárbara Guimarães.
Na página www.sic.pt/atreve-te-a-cantar, os utilizadores podem consultar os vídeos de cada programa e comentar a prestação dos concorrentes.
"A interactividade é fundamental no programa de televisão e quisemos trazer o mesmo sentimento para o on-line", salienta Pedro Soares, director da SIC Online. O objectivo deste site é, segundo o mesmo responsável, "permitir que o público reveja os melhores momentos" do concurso.
Atreve-te a Cantar’ desafia cem membros do público a pisar o palco e a dar voz a grandes sucessos musicais. Para isso, basta impressionar o SAM (Sistema de Análise Musical), um computador que mede a afinação das notas em várias canções. O prémio pode chegar aos cinco mil euros.
fonte: CM

29 de janeiro de 2009

Second Life - ESTREIA HOJE

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28 de janeiro de 2009

Programa Fátima ganhou dia 20 de Janeiro!

Pela primeira vez desde que mudou o cenário, o programa Fátima venceu as audiências matinais. A "proeza" aconteceu esta terça-feira e permite ao canal retomar as esperanças de que ainda pode ser possível reconquistar a liderança do horário.
O programa da SIC conquistou a preferência de 29,6% dos telespectadores, o que corresponde a uma audiência média de 3,1%.
Em segundo lugar ficou a TVI. Você na TVI conquistou 27,7% de share e 3% de audiência média. A Praça da Alegria da RTP ficou no último lugar também com 27,7% de share mas 2,9% de audiência média.
Recorde-se que desde há vários meses, a liderança das manhãs passou da SIC para a TVI. O programa Fátima não resistiu às férias de Verão da apresentadora, e na sua ausência, os telespectadores "trocaram-na" pela concorrência.
Tomaram gosto pela "coisa", e por lá têm continuado até agora. O futuro dos três programas matinais parece ser bastante animador. Sobretudo agora, que a luta pela liderança está tão renhida.

Teresa Guilherme continua na SIC

Depois da aventura que foi o Momento da Verdade, muito se especulou acerca do futuro de Teresa Guilherme. A própria chegou até a dizer a uma revista que adoraria apresentar o novo formato do Big Brother (leia-se, na TVI).
Mas afinal, Teresa Guilherme vai continuar em Carnaxide e tem já vários programas em andamento. A apresentadora disse recentemente numa entrevista que um desses programas será o «programa da minha vida». No entanto, o papel de Teresa nessa nova aposta da SIC será apenas como produtora e não como apresentadora.
Teresa Guilherme só deverá voltar a dar a cara por um programa da SIC a partir de Fevereiro.
fonte: Eu Jornalista

Jogos da Taça da Liga a 4 de Fevereiro

Os jogos das meias-finais da Carlsberg Cup estão ambos marcados para o dia 4 de Fevereiro.
Os jogos:
Sporting - Porto, 19h00 (SIC)
Benfica - V. Guimarães/Belenenses, 21h15 (SIC)
A minha questão é a seguinte: irá a SIC transmitir quatro horas de futebol seguidas com um noticiário pelo meio?

"SIC por Portugal" - uma itinerância que promete

Emocionar, divertir, premiar e apoiar. Ao longo de nove meses, num roadshow inédito, uma semana por localidade, o camião da SIC vai percorrer cerca de 3500 quilómetros com o objectivo de:Ir ao encontro dos sentimentos, necessidades e desejos da população, dando-lhes voz em antena, através de iniciativas como “A Nossa Terra Quer” e “Recomeçar” – serão seleccionados os melhores projectos e recolhidas as melhores histórias ao longo do road show;Tornar acessível a magia e o universo da TV, os temas e conteúdos que passam em antena, através de um camião-estúdio onde os visitantes podem viver esta experiência;
Proporcionar múltiplos pontos de atracção, como jogos, passatempos e animação diária.
De salientar a especial aposta em dois projectos: o “Recomeçar” e o “Há Só Uma Terra”.
Em relação ao “Recomeçar”, a SIC anda a recolher histórias reais de pessoas que deram uma reviravolta na sua vida ou que ultrapassando adversidades conseguiram atingir o sucesso, sendo exemplos para a população. A iniciativa visa mostrar que a vida merece ser vivida com alegria e dedicação, que as oportunidades existem e há que saber aproveitá-las. As histórias que serão recolhidas são exemplo disso e as melhores irão ser apresentadas à população portuguesa. Este projecto está incluído no conjunto de acções que se estão a desenvolver no roadshow ”A SIC Por Portugal”. O que se pretende é transmitir uma mensagem de positivismo e encorajar aqueles que ainda não conseguiram dar a volta a determinado problema.
Com o início do calendário escolar o camião SIC inclui uma actividade de temática muito actual: O Planeta Terra. Uma apresentação feita em suporte Multimédia – o Planeta Mágico - com base em imagens fornecidas pela Nasa, mostra ao publico um Planeta Inquieto explicando os Ritmos da Terra Sólida, da Hidrosfera, da Atmosfera e da Criosfera e como a Humanidade está a interferir nos ritmos naturais e no equilíbrio destes 4 sistemas.Esta iniciativa insere-se na parceria estabelecida entre a SIC e a CN da Unesco no âmbito da DEDS e aqui com especial enfoque para o Ano Internacional do Planeta Terra (AIPT).
Os conteúdos desenvolvidos pelo Professor Luis Matias, docente do U.C L especificamente para esta acção são apresentados num Globo muito especial que recebe uma projecção a 360º …O Planeta Mágico!
A SIC convida em particular o público escolar, mas também famílias e o público em geral, a visitar a Exposição “Há Só Uma Terra “que integrada no Roadshow “A SIC por Portugal” está a percorrer o país!
Através desta visita em imagens e com explicações ao vivo, o publico vai viajar no tempo e no espaço, ao longo das várias etapas da já longa História da Terra, percebendo com mais clareza quanto o Tempo Geológico e o Tempo da Humanidade são distintos.A dinâmica da crosta terrestre com o movimento das placas tectónicas, os sismos, tsunamis, vulcões até as correntes atmosféricas com os furações passando pelo degelo e pelos fósseis, o visitante vai acompanhar a explicação vendo imagens únicas e inesquecíveis.Pretende-se envolver o público com as questões colocadas no âmbito do programa do AIPT, e realçar o contributo das Ciências da Terra na pesquisa de soluções para um desenvolvimento sustentável.

27 de janeiro de 2009

Vítor Espadinha "desconvidado" da TVI por fazer novela para a SIC...

Vítor Espadinha está furioso com a batalha de audiências entre a SIC e a TVI e decidiu ele próprio declarar guerra à estação de José Eduardo Moniz.
O actor, que faz parte do elenco da novela "Podia Acabar o Mundo", da SIC, foi convidado esta semana para participar numa conversa no programa "Você na TV!", na TVI.
Pouco tempo depois, no entanto, Espadinha recebeu uma mensagem da produção a "desconvidá-lo" porque faz uma novela na concorrência.
"Não queria acreditar que isto era possível. Para mim, é inacreditável", lamentou o actor ao "24 Horas", mostrando a mensagem que recebeu no telemóvel.
No SMS, a produção lamentava não poder contar com a presença de Espadinha no programa de Cristina Ferreira e Manuel Luís Goucha, "por estar, no momento, numa novela da SIC. Ainda que consideremos esta situação sem qualquer lógica, não vamos poder contar com a sua boa-disposição", lê-se na mensagem.
Vítor Espadinha sentiu-se injustiçado com a atitude e decidiu revelar à Imprensa o que se passou. E aproveitou para apontar o dedo a José Eduardo Moniz, director-geral da TVI.
"Já me disseram que isto é o ódio com que o Moniz está por a SIC ter entrado nas novelas de ficção portuguesa. Ele está com um ódio de morte, mas eu não lhe tenho ódio nenhum. Escusa de despejar o ódio em cima de mim, que eu não tenho ódio nenhum ao homem. Para mim é um director de televisão como outro qualquer", desabafou Espadinha, atribuindo a atitude a "falta de nível e de educação".
O gabinete de comunicação da TVI justificou a situação como "uma resposta precipitada da produtora, no meio da agitação dos programas", e sublinhou que até é costume haver convidados de outras estações nos programas da TVI.

Rúbrica de Cláudio Ramos no "Fátima" premeada

O ‘tertuliano' Cláudio Ramos revelou ontem à Imprensa que a rubrica "Câmara Cláudio", integrada no programa das manhãs da SIC, "Fátima", e que é da sua responsabilidade, vai receber no próximo dia 7 de Fevereiro o Prémio Originalidade, atribuído pela Gala Portos África, a decorrer no Casino de Espinho.
A rubrica consiste numa série de reportagens feitas por Cláudio, que surge em diversos eventos apenas com uma câmara na mão e aborda os convidados de forma original. Cláudio Ramos explica: "Não há nada semelhante àquilo em Portugal. É uma coisa muito simples de fazer, mas que me dá imenso gozo. E é uma vertente diferente da minha".
Apesar do orgulho que sente por receber esta distinção, o apresentador revela: "Orgulho, mesmo, era ver a Tertúlia Cor-de Rosa passar para programa de televisão autónomo".
Há cinco anos no projecto, Cláudio Ramos assumiu a liderança da Tertúlia aquando a saída de Maya. Para o apresentador, o segredo do sucesso é apenas um: "Gosto muito do que faço, por isso é que corre sempre tão bem".
Apesar de estar consciente dos "complexos" existentes em relação ao "mundo cor-de-rosa", inclusivamente no meio jornalístico, onde alguns colegas "não desprestigiam mas negligenciam um bocadinho o trabalho", Cláudio admite a sua paixão: "Estou sempre a mudar, sempre com enorme vontade de me reinventar e todos os dias mostrar uma coisa nova".
Roupa interior em Espanha
Recentemente, Cláudio Ramos lançou-se numa nova aventura. O tertuliano desenhou uma linha de roupa interior masculina, que esteve a negociar em Espanha: "Vou lá muitas vezes em trabalho e levei algumas peças para mostrar a um empresário".
Ainda sem certezas de que consiga exportar, uma coisa é certa para Cláudio: "Não desisto nunca das coisas. Se não for agora, há-de ser na próxima estação".

A Vida Privada de Salazar

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Second Life estreia a 29 de Janeiro

Este filme produzido pela UTOPIA Filmes e que conta com o apoio da SIC contém um elenco com caras bem conhecidas do público, tal como Luís Figo, Fátima Lopes, José Carlos Malato, Lúcia Moniz, Paulo Pires, Sandra Cóias, Liliana Santos, Cláudia Vieira, entre outros.

O filme já teve a sua ante-estreia no dia 21 para actores e equipa técnica, já a população portuguesa poderá ver o filme nos cinemas a partir do dia 29 Janeiro, no mesmo dia em que o CD da Banda Sonora Original de "Second Life" será lançada.

Conforme a UTOPIA Filmes, a sinopse é a seguinte:
Nicholas comemora o seu 40º aniversário na sua casa de campo algures no Alentejo, com Sara sua mulher há 8 anos, na companhia de dois casais amigos e uma jovem e sensual actriz, Raquel. Nicholas tem tudo o que sempre desejou e vive uma vida desafogada.Durante a noite do seu aniversário, descobriremos as profissões, os segredos, as paixões, os vícios, as traições e as ambições de cada um dos nossos personagens.Eis que, quando menos se espera, Nicholas surge morto à superfície da piscina.Nesse momento Nicholas assume o controlo do filme, o controlo que nunca teve na sua vida, e em VOZ OFF coloca-se uma questão:- E se há 10 anos atrás, quando fui a Itália participar numa convenção e onde conhecera Cláudia, por quem me apaixonara completamente, tivesse optado por ter ficado a viver com ela?- Será que teria seguido a mesma profissão? Viveria em Portugal? Teria filhos? Viveria de forma abastada?Estaria vivo?A partir deste momento, iremos assistir a duas versões da história desta vida:Uma onde Nicholas jaz morto na piscina e a polícia irá desvendar o mistério da sua morte, trazendo à verdade as traições, os segredos, as mentiras, as verdades de todos os personagens e se descobre a natureza da morte de Nicholas;Outra onde vemos Nicholas, noutro país, noutra vida, com outra mulher e com filhos, outra actividade, outro comportamento, mas o mesmo aniversário.Será o destino capaz de ser igual tanto numa história como na outra?
Por um lado, um filme policial onde o espectador é o detective, simultaneamente um drama de conflitos interiores, sobre as decisões que tomamos em bifurcações da nossa vida e que mudam radicalmente o percurso da nossa existência.É um filme sobre a inevitabilidade da morte como única certeza de destino!
É uma reflexão que nos faz pensar em viver na utopia de procurar a felicidade.

26 de janeiro de 2009

SIC vence Domingo

Mário Crespo entrevista...

O programa de entrevista de Mário Crespo, na SIC, conta esta segunda-feira com a presença de Pedro Silva Pereira.
Na última semana, este espaço televisivo, que sucede ao noticiário principal, conseguiu ser o mais visto do dia na tabela dos programas da estação de Carnaxide.

SIC Mulher estreia novo programa

O canal SIC Mulher estreia esta segunda-feira, pelas 21.30 horas, o programa “Make me a Supermodel”, competição que se propõe encontrar a melhor manequim.
O concurso apresentado por Niki Taylor e Tyson Beckford acompanha o “casting” realizado a 24 supermodelos. Feita a escolha, o elenco final irá disputar o grande prémio de 100 mil dólares, bem como um contrato exclusivo com a agência de modelos New York Model Management – uma das agências que nos últimos anos tem sido responsável pelo lançamento de algumas das mais reconhecidas caras do meio, de que é exemplo Elle Mcpherson.
fonte: JN

25 de janeiro de 2009

Nova sondagem

Depois do melhor programa de informação o SIC blog quer saber agora qual a sua opinião em relação ao melhor pivô de informação que a SIC tem actualmente no ar! As respostas poderão, como sempre, ser dadas na barra lateral onde poderá votar até ao início de Fevereiro.
Como sempre, também, até ao final desta sondagem o seu sentido de voto poderá ser alterado bastando mudar o nome da pessoa que gosta de ver mais!

Resultado da sondagem sobre o melhor programa de Informação

O que se passa com o "Fátima"?

É a pergunta que me assola neste momento visto que a SIC foi líder pelas manhãs durante cerca de sete anos e meio. A partir de Setembro do ano passado houve uma quebra enorme e os espectadores do “Fátima” fugiram para a TVI. Agora sou confrontado via revistas que o programa apesar da remodulação cenográfica e gráfica não melhorou… pelo contrário piorou visto que depois de perder a liderança para a TVI, perde agora a vice-liderança para a RTP1 e situa-se no terceiro posto.
O que se passa? Será a gravidez que anda a afectar a Fátima Lopes? Será que já não se enquadra no formato que em 2005 era para ser ao estilo da Ophra? Não sei mas gostava de ver o programa liderar novamente como era antigamente. Lembro-me muito bem de há um ano a produtora “Comunicasom” ter ido para a rua perguntar às pessoas desconhecidas o porquê da “Fátima” ser líder. A apresentadora diz que são circunstâncias.
Outra questão que abala o programa é a incerteza em relação ao substituto ou substituta da Fátima Lopes enquanto esta estiver a gozar a licença de maternidade. José Figueiras, Sofia Cerveira, Daniel Nascimento? Quem será? Coloco a Rita Ferro Rodrigues de lado porque tem outros projectos na estação e a Maya porque não quer fazer o programa porque, segundo noticia a imprensa, é muito cedo!!! Vá-se lá saber o porquê? E porque não colocar a Ana Marques que fez tão bem o seu papel na última semana do antigo SIC 10 Horas? E que tal colocar Ana Marques e Nuno Eiró? Era uma boa ideia não? Talvez…

SIC em 2.º, RTP 1 em 1.º e TVI em 3.º!

O futebol tem destas coisas. Uma vitória para a RTP 1 num dia em que transmitiu mais um jogo da Liga Sagres. No total a RTP1 conseguiu 27,6%.
A SIC apresentou uma programação normal para um dia de fim-de-semana e resultou bem embora pudesse ser melhor. A estação alcançou alcançou 26,8%. No top 5 destaque para a boa performance do "Jornal da Noite" e do "Não Há Crise".
Pela primeira vez este ano (e esperemos que venham mais, muitas mais) foi a "derrota" pesada da TVI que ficou pelo último lugar apesar do bom horário entre as 21 e as 24 horas. No total do dia ficou com 25,1%!

SIC Internacional passa a ser transmitida pela Embratel no Brasil

O canal português SIC Internacional vai passar a ser distribuído no Brasil via satélite pela Embratel, que pretende atingir 20 milhões de lares no país de acordo com anúncio feito em 18 de dezembro pela televisão portuguesa.
"A SIC chegou a acordo com a operadora de telecomunicações brasileira Embratel para distribuição da SIC Internacional no Brasil via satélite", cita a estação em comunicado.
A nova parceria, explica, reforça a presença do canal no mercado de televisão brasileiro, onde atualmente já têm 3,5 milhões de telespectadores através da operadora Sky, também via satélite, e na rede a cabo NET.
“Para a SIC Internacional, esta nova parceria representa mais um passo no caminho para a globalização do canal e um elevado potencial de crescimento tanto do número de assinantes como das receitas publicitárias que a exposição do canal vai gerar”, afirmou o diretor de negócios internacionais da SIC, João Pedro Nava.
Emitida a partir de Portugal, a SIC Internacional é um produto semelhante à SIC geral com uma grade que inclui programas como o “Jornal da Noite” e o “Primeiro Jornal” e vários 'talk-shows', além de jogos de futebol muitos vistos pelas comunidades emigrantes.
A emissão da SIC Internacional está atualmente disponível para assinantes de televisão a cabo e via satélite em França, Suíça, Luxemburgo, Estados Unidos, Canadá, Angola, Moçambique, África do Sul e Austrália.

24 de janeiro de 2009

Novidades para Herman

Nuno Artur Silva, director da Produções Fictícias (PF), fala à Correio TV dos projectos de TV e vídeo para o humorista.
Produções Fictícias (PF) estão, avança o director da empresa, Nuno Artur Silva, 'a analisar várias propostas de projectos de televisão para Herman José.' E acrescenta que 'estamos a produzir a digressão dele com o espectáculo ao vivo'. Outra novidade é, avança o responsável, 'a edição neste ano, em DVD, de ‘Herman Enciclopédia’ (RTP)'.
‘Doze anos depois, o Diácono Remédios ou o Mike e Melga, figuras que perduraram no tempo, vão poder ser revistas em DVD, provando que deixaram marcas na cultura popular, independentemente das audiências que ‘Herman Enciclopédia’, o primeiro programa integralmente escrito pelas Produções Fictícias, teve na altura em que foi para o ar (1997)', sublinha. O director da PF continua a apostar noutros humoristas como os Gato Fedorento, Os Contemporâneos ou a nova revelação, Luís Franco-Bastos.
Segundo Nuno Artur Silva, 'a PF tornou-se uma rede criativa, com criação e produção em áreas como a TV, internet e teatro, e continuará com o agenciamento de autores e actores. Continuamos abertos a co-produções e apostamos em guiões para cinema, para, em 2010, investirmos nesse tipo de produção'.
fonte: CM

Make me a Super Model

Na segunda-feira, dia 26, a SIC Mulher estreia ‘Make Me a Supermodel’, um concurso que procura caras novas para o mundo da moda. Niki Taylor (na foto) e Tyson Beckford apresentam este formato em que 14 finalistas disputam um prémio de 77,6 mil euros e um contrato exclusivo com a New York Model.
fonte: CM

23 de janeiro de 2009

SIC levou a melhor sobre a concorrência durante a tomada de posse de Obama

O programa da SIC “Especial: Tomada de Posse de Barack Obama” teve 36,7% de share de audiências. A SIC Notícias teve 16,7% de share, a RTP 1 16,6% e TVI 20%. Segundo a estação de Carnaxide não se verificavam valores tão altos desde o dia do assalto ao BES em Agosto.
fonte: Diário Económico

Receitas cruzadas a partir de hoje no "Jornal da Noite"

Segundo a jornalista, “é um roteiro cultural em que a cultura se inscreve de forma muito abrangente”.
Uma partilha de ideias e receitas: de vida, de sucesso, de tempo de lazer. E de como as leituras feitas, a música escutada, os filmes que se recordam…nos formam enquanto gente.
A gastronomia é referência essencial. O convidado principal cozinha uma receita, ou indica o restaurante preferido (onde se confeccionará um prato por sua escolha).
O cruzamento entre pessoas pode ser intencional ou acidental. É possível uma ligação escolhida pelo convidado, ou nascida do acaso da reportagem.
Pode ser um arquitecto que reencontra um projecto edificado e se cruza com a história das pessoas que o usam ou habitam; pode ser uma actriz que escolhe um fotógrafo para uma sessão de fotos; pode ser um bispo que se cruza com as vidas dos paroquianos; pode ser o deputado que entra num táxi e a reportagem segue viagem com as escolhas do condutor.
No caso de Raul Solnado, “é impossível não lhe fazer uma homenagem”. Para a jornalista, o actor faz parte das memórias de várias gerações de portugueses. Sem ficar preso às glórias passadas, continua a trabalhar e a renovar-se em cada projecto presente. A cativar e a enternecer como sempre. E a fazer-nos cruzar com pessoas que vale mesmo a pena ouvir e conhecer, como o realizador de cinema João Nuno Pinto. “Foi um enorme prazer acompanhar o Raul em vários dias de reportagem. Aprendi muito, ri muito. E comovi-me imenso”.
Todas as sextas-feiras, Teresa Conceição conversa com convidados diferentes. Pessoas com trajectos profissionais muito distintos, mas protagonistas na sua área de actividade. Todos contam histórias, dão sugestões e ideias que podem ser muito úteis. E o mais que se verá: cada série de 13 programas privilegia a diversidade. A partir de Fevereiro a rubrica pode ver-se como programa autónomo na SIC Notícias.

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Reunião entre clubes e FPF foi produtiva

"Foi uma grande vitória para o futsal português". Afirmação de Mário Brito, porta-voz da comissão - presidente do Freixieiro foi acompanhado por Carlos Vaz (Sporting) e João Pedro Ferreira (Benfica) - que representou os 14 clubes da 1ª Divisão na reunião desta quinta-feira com a Federação Portuguesa de Futebol.
Segundo o site FutsalPortugal, a reunião significa para a comissão um novo tempo para a modalidade. Gilberto Madaíl revelou conhecimento das matérias em discussão, tendo confirmado que a SIC irá continuar a transmitir os jogos, ainda que algumas transmissões passem a ser feitas na SIC Radical, mostrou total disponibilidade no que diz respeito à criação do Campeonato Nacional de Juniores, e foi decidido que os clubes irão ser vozes activas na elaboração do calendário da próxima época sendo parceiros activos.
fonte: O JOGO

22 de janeiro de 2009

Vamos ajudar o BRUNO a cumprir o seu sonho! Conhecer o Nuno Eiró!

20 de janeiro de 2009

EDIÇÃO ESPECIAL

Cerimónia em directo na SIC

Na SIC, a cerimónia de investidura do novo presidente dos EUA é acompanhada pelo enviado especial Luís Costa Ribas. O programa de entretenimento ‘Contacto’ da estação de Carnaxide é substituído por ‘Edição Especial’, com exibição em simultâneo na SIC Notícias entre as 16h00 e as 18h00.
fonte: CM

5 jogos transmitidos = quase 7 Milhões de espectadores

Os 5 jogos da fase de grupos da Taça da Liga que foram transmitidos pela SIC tiveram a vê-los 6,8 milhões de espetadores. É um resultado que deixa satisfeito Hermínio Loureiro.“A Carlsberg Cup é uma nova competição que não concorre com nenhuma outra e que veio injetar mais de 10 milhões de euros no futebol profissional”, referiu a Record.
Quanto aos resultados das audiências, “são indicadores que só nos dão mais força para continuarmos a trabalhar num País com muitos bloqueios conservadores”. Quanto ao escasso número de espetadores nas bancadas nesta competição, Hermínio Loureiro referiu que alguns jogos foram disputados na noite mais fria do ano passado.
Ainda assim, a actual edição regista já a presença de 143.899 espetadores, contra 134.237 contabilizados na edição transacta.
fonte: RECORD

Francisco Pinto Balsemão sobre o seu amigo Luiz

Mais do que um amigo, Luiz Vasconcellos, para mim, era um irmão. O irmão que nunca tive porque sou filho único.
Conhecemo-nos há muitos, muitos anos, mas foi sobretudo no princípio da década de 70 que construímos laços cada vez mais apertados de um são companheirismo, de mil cumplicidades e vivências, de um mundo de histórias muito nossas e de piadas privadas a que só nós achávamos graça. Laços de confiança pessoal, de segredos de vida, de compromissos de trabalho, que criaram uma relação de interdependência aberta que é a base das amizades verdadeiras e eternas.
Luiz Vasconcellos esteve comigo desde os primeiríssimos tempos do Expresso, em 1972. Entendeu o projecto, apoiou-o, fortaleceu-o com o seu bom senso e o seu espírito prático. Compreendeu e aceitou que a última palavra me competia a mim. Mas, dito isto sem que nunca fosse preciso dizê-lo, jamais se colocou numa cómoda posição de subserviência. Actuou sempre de igual para igual, como sócio que era e como parceiro que não se coibia de discordar, de apresentar soluções alternativas, de travar os meus entusiasmos ou optimismos excessivos. Fê-lo com uma dignidade aristocrática, com uma frontalidade corajosa. Nunca teve medo de dizer o que pensava nem sacrificou as suas opiniões às conveniências.
Poupou-me a muitas situações desagradáveis e complicadas, assumindo-as ele. Durante os difíceis três anos e meio em que ficou sozinho à frente do Expresso, porque eu estava no Governo, procurou não me envolver senão em casos extremos, porque sabia que eu queria manter o jornal independente; esses três anos e meio foram, para ele, os mais duros da sua vida profissional. Quando necessário, agiu com virulência, cortando a direito. Ganhou autoridade crescente dentro daquilo que, juntos, edificámos e que hoje se chama Grupo Impresa. Esteve em todas: na distribuidora VASP; no crescimento da área das revistas, primeiro com o "Blitz" e o "Autosport" e depois com a Abril e a Edipresse; na montagem da gráfica Imprejornal; nas empresas de vídeo; nos Jogos de Gestão e nas peregrinações mundiais com o Luís Alves Costa; na SIC, onde começámos apenas com 56% de 25% do capital; na SIC Notícias e nos outros canais temáticos; na SIC Internacional; nos investimentos da Impresa Digital; e em tantas e tantas outras iniciativas, algumas fora da área da comunicação social, como o ter sido membro da minha Direcção no Automóvel Club de Portugal (para ele, uma extensão da sua breve carreira como piloto de corridas).
Teve sempre uma visão estratégica ampla e de enorme utilidade, sobretudo nas áreas financeira, comercial e de recursos humanos.
Viajámos juntos pelo mundo inteiro, do Japão ao Chile, dos Estados Unidos à Turquia, do México à África do Sul. Vivemos peripécias e aventuras, nem todas de carácter estritamente profissional, que alimentaram o património comum da nossa amizade, da nossa irmandade. Para quem não o conhecesse bem, o Luiz poderia parecer uma pessoa pouco sensível, ríspida, por vezes de discurso cortante e demasiado sóbrio. Mas era um falso duro, tinha um coração de ouro, preocupava-se com os outros, chamava-me constantemente a atenção para os aspectos humanos de casos de pessoas que connosco trabalhavam, dava-me conselhos preciosos sobre como lidar com os meus filhos. E tinha um feitio muito fácil, sempre pronto a simplificar, a resolver problemas em vez de os complicar. Quando, há cerca de três anos, começou a falar-me em reformar-se, eu, egoisticamente, fui tentando adiar a questão. Não queria perder o contacto diário com ele, o diálogo permanente, a ajuda inestimável que me dava, a própria partilha de responsabilidades. Sabia também a falta que me iria fazer a camaradagem extra, trabalho dentro do trabalho, o valor incalculável que é rirmo-nos das mesmas coisas quando estamos juntos ou em gabinetes contíguos dez horas por dia. Acordámos, para 2006 e 2007, um regime bastante aliviado, de meio gás, em que ele se comprometia a participar em todas as reuniões importantes mas não se obrigava a ir ao escritório todos os dias, a trabalhar cinco dias por semana. Imediatamente, se auto-impôs uma limitação de salário - a seriedade total nos números, em todos os números, não apenas nas suas remunerações, era uma das suas grandes qualidades. E lá fomos funcionando no novo regime, com frequentes "infracções" minhas, através do telefone, a pedir-lhe conselhos, a desabafar ou apenas a insultá-lo amigavelmente por eu estar a trabalhar e ele não, ao que ele me respondia que era mais inteligente do que eu...
O Luiz aproveitou os novos tempos livres para se dedicar mais ao Alentejo, à herdade familiar na Carregueira do Mato, à agricultura, à pecuária, ao regresso às suas origens de engenheiro agrónomo. E andava feliz com isso e com a mais recente reforma da Dores, sua mulher e companheira de todos os bons e maus momentos nos últimos catorze anos, que lhes dava mais disponibilidade para passar dias seguidos no campo.
Em 2008, finalmente, entrou na reforma plena, mesmo assim aceitando permanecer como não executivo na vice-presidência da Impresa e da SIC. Aí foi interessante ver como veio ao de cima o que chamávamos o lado suíço do Luiz (a mãe dele era suíça e ele nasceu em Berna): conseguiu disciplinar-se no sentido de não telefonar todos os dias, de não aparecer, de não querer sequer receber em casa as audiências da SIC. Mas eu sabia, e comprovei-o mais de uma vez, que podia contar com ele, consultá-lo sobre os problemas mais graves. E ele, como sempre, nunca falhou quando foi preciso. Continuámos, além disso, a manter o convívio social e intenso de toda a vida: os almoços no Pabe, os jantares com as nossas mulheres, as idas a espectáculos, os fins-de-semana na Carregueira do Mato, as viagens, a consoada do Natal, as passagens de ano. E, claro, a jogar golfe, o desporto que praticámos juntos desde miúdos e que nos proporcionou grandes alegrias, como a vitória, com o José Manuel Durão e um profissional sueco, no Pro-Am do Open de Portugal. Jogar golfe, apostar nas nossas partidas, descobrir novos campos, ver golfe na televisão foi algo que sempre partilhámos. E ainda há um ano, em Janeiro de 2008, conseguimos para a Impresa um honroso 2º lugar num torneio nacional, tendo o Luiz obtido o melhor score da nossa equipa.
Infelizmente, a reforma merecida e plena pouco durou. Em Maio foi descoberto e operado o sarcoma. Seguiram-se meses de tratamento em Nova Iorque. No princípio de Setembro, parecia tudo bem. O Luiz veio com a Dores, ao Algarve, passar os meus anos. E estava em óptima forma: banho na praia, almoço no Gigi, jantar no Amadeus. Quinze dias depois, começaram as complicações, as metástases, as doses brutais de quimioterapia, os internamentos no hospital, os regressos a casa com enfermagem permanente. Ele lutou sempre. Embora por vezes parecesse triste e desiludido e tenha efectuado uma reflexão natural sobre a vida e a morte, nunca me pareceu resignado. Pelo contrário. Queria acreditar que era possível vencer a doença.Nos últimos tempos, a partir do fim do ano, havia sinais de que esta etapa estava ganha: todos detectámos uma recuperação notável na movimentação física, no estado de espírito, na amplitude e profundidade dos assuntos que voltaram a interessá-lo. O Luiz estava animado, começou a sair, foi almoçar lampreia aos Arcos com a Dores, telefonou-me a combinar o jantar dos anos dele a 21 de Janeiro, vinha jantar a nossa casa no dia em que nos deixou. E, de repente, de um dia para o outro, de sexta para sábado, de um modo violento, inesperado, tudo mudou, tudo aconteceu, e o Luiz faleceu na noite de sábado. Morreu com a Dores e o filho, o Nuno, meu afilhado de casamento, as duas pessoas que mais o acompanharam na doença, um de cada lado. A filha, a Maria João, que vive em São Francisco, ainda lhe disse pelo telefone o que sentia. Ele adorava a Dores e os filhos, orgulhava-se deles, valorizou-os devidamente nestes meses derradeiros de doença, sofrimento e esperança. Faz-me muita falta o meu amigo Luiz, o meu irmão. Sem ele, o mundo, o meu mundo, fica ainda mais pequeno.
Francisco Pinto Balsemão

19 de janeiro de 2009

Emissão Especial amanhã a partir das 16 horas

SIC Radical foi o canal que mais subiu em 2008

(Clique na imagem para ampliar)

SIC em primeiro com 30,1% de share

Herman em concurso de humor

Esta semana, Herman José deverá ficar a saber que tipo de programa lhe está reservado para 2009 na SIC. Ao CM, o humorista adianta: "Da maneira como a SIC está, penso que não deverei apresentar um programa de entrevistas ou de músicas, porque isso nunca poderia competir com concursos, futebol e telenovelas." Apresentar um concurso será, assim, na sua opinião, uma hipótese "provável". E acrescenta: "Não sei ainda o que será, mas faça eu o que fizer, terá humor."
"Adoro fazer televisão e apresentar concursos. Adorei fazer, por exemplo, ‘A Roda da Sorte’. Mas é-me indiferente que seja num formato ou noutro", confessa Herman José. E acrescenta que, "também a nível do humor, ainda está tudo em aberto".
JANTAR ADIADO
O humorista deveria ter jantado na quinta-feira com o director de Programas da SIC, Nuno Santos, para falarem sobre o seu trabalho em 2009 naquele canal. Mas o jantar foi cancelado. Herman José disse ao CM que obrigações profissionais do director da SIC nesse dia – em que caiu um avião em Nova Iorque – ditaram o adiamento do encontro.
"Agora, só nos deveremos encontrar para a semana. Este fim-de-semana, vou estar em Ílhavo, para um espectáculo de homenagem a Carlos Paião", revela. Essa homenagem chama-se ‘Carlos Paião – Uma Vida de Canções’ e realizou-se ontem, no Centro Cultural de Ílhavo. Recorde-se que Herman José tem algumas canções com música de Carlos Paião, de que são exemplos ‘A Canção do Beijinho’ ou ‘Saca-Rolhas’.
PERFIL
HERMAN JOSÉ nasceu em 1954 e destacou-se na TV ao lado de Nicolau Breyner com a dupla ‘Sr. feliz e Sr. Contente’. Fez vários programas de humor na RTP e mudou-se para a SIC, onde apresentou ‘Herman SIC’ e, mais recentemente, ‘A Roda da Sorte’. fonte: CM

18 de janeiro de 2009

SIC está de luto > Faleceu Luíz Vasconcellos

Luís Vasconcellos, accionista fundador do Expresso e vice-presidente do Conselho de Administração da Impresa, faleceu este domingo vítima de cancro.
Aquele que era um dos amigos mais chegados de Francisco Pinto Balsemão, que conhecia da infância, e o seu 'braço direito' na comunicação social, completaria 72 anos na próxima quarta-feira. Com ele fundou o Expresso em 1973, jornal de que seria durante anos o administrador executivo, e mais tarde, em 1992, a SIC, de que era, até ao momento, vice-presidente. Luís Vasconcellos foi ainda durante anos vice-presidente executivo da Impresa. A SIC endereça as mais sentidas condolências à sua esposa, Dores Soutelinho, e aos seus filhos, o empresário Nuno Vasconcellos (líder da Ongoing, que detém o 'Diário Económico e o 'Semanário Económico', e também accionista do Impresa) e a artista plástica Maria João Vasconcellos.
Esta segunda-feira, na Igreja de Santo António do Estoril, será rezada uma missa (18h00) de corpo presente. Terça-feira será realizada uma missa às 9h30, e posteriorimente o corpo sairá da Igreja para o cemitério do Alto de São João, onde será cremado.

Aí está uma nova sondagem!

Desta vez depois das novelas e dos programas de entretenimento queremos saber qual é o seu programa de informação preferido. Vote, como sempre na barra lateral e já sabe: o SEU VOTO PODE FAZER TODA A DIFERENÇA!
Não perca a oportunidade de fazer parte da sondagem.
NOTA: Mais uma vez refiro que a sua votação poderá ser alterada até ao fecho da mesma que acontecerá dia 25 de Janeiro. Vote! Participe!

Resultado da sondagem sobre o Calor da Tarde

Manuel Arouca já pensa em novo projecto

Manuel Arouca, autor da telenovela ‘Podia Acabar o Mundo’ (SIC), admitiu ao Correio da Manhã que o seu romance histórico ‘Rosa do Oriente’, sobre a vida de São Francisco Xavier, o grande missionário do século XVI que foi declarado santo, pode, muito em breve, "ser adaptado ao pequeno ecrã."O director de Programas da SIC, Nuno Santos, já comentou que o livro daria "uma grande série televisiva." Contudo, o responsável não quis adiantar ao CM se a estação já está a trabalhar numa adaptação. A verdade é que Manuel Arouca já pensa em possíveis cenários.
"Acho que se irá trabalhar nesse sentido, de adaptar o meu romance à televisão, ou até ao cinema. A história poderá ser rodada, não só em Portugal, mas também em países por onde São Francisco Xavier passou, como Espanha, França, Itália, assim como pelo Oriente, da Índia e Japão às portas da China. Estou, além disso, a pensar na tradução do livro para inglês, tendo em conta que poderá haver outros países interessados", adiantou o escritor, que lançou ‘Rosa do Oriente’ em Novembro de 2008.
O autor da novela da SIC recordou, ainda, que "só na velha Goa existem centenas de cristãos, hindus e muçulmanos. E a mensagem do santo é um factor de ecumenismo, uma vez que São Francisco levou a sua fé pelo mundo fora."
O romance histórico de Manuel Arouca, que assinou novelas como ‘Filha do Mar’ e ‘Jóia de África’ (ambas da TVI), centra-se no mistério do perfume de rosas que se exalava do corpo do santo. A obra fala ainda da sua conversão e da forma como transmitiu a sua espiritualidade aos portugueses, na época tão inebriados pelas riquezas do Oriente.
fonte: CM

O vídeo sobre o "novo" «Lucy"

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Curiosidades sobre o Nós Por Cá

Homens, habitantes de centros urbanos e com grande à vontade com as novas tecnologias. Este poderia ser o perfil de quem envia queixas para a rubrica "Nós por cá", segundo um estudo desenvolvido por Rui Couceiro.
No âmbito de uma tese de mestrado, este investigador da Universidade do Minho analisou a rubrica ainda inserida no noticiário principal da SIC - este ano tornou-se programa autónomo - , durante o ano de 2007 e em Fevereiro de 2008 e concluiu que 60% das reclamações eram enviadas por homens. Outra das ideias-chave resultantes desta pesquisa relaciona-se com o conteúdo das mensagens: a grande maioria dos emails (60%) refere-se a problemas de interesse colectivo e ligados à administração pública e serviços públicos.
Para Rui Couceiro, há também um fenómeno de contágio: "Se o programa aborda uma questão de trânsito, naquela semana apareciam muitos 'mails' que tratavam problemas de trânsito".
A análise do investigador versou 737 casos comparando o ano de 2007 "onde o material já estava filtrado" e o mês de Fevereiro de 2008 "com todo o material recebido". 90% chegaram por e-mail, "o que mostra o peso das novas tecnologias" e 60% traziam anexos, sobretudo fotografias.
O investigador não tem dúvidas em afirmar que o programa é um exemplo de jornalismo participativo: "Jornalismo, porque editado por uma jornalista profissional, vinculada a códigos éticos e deontológicos; participativo, porque funcionava com o auxílio dos cidadãos, que colaboravam, grande parte das vezes, com vista a um propósito colectivo e com recurso às novas tecnologias".
Rui Couceiro revela ainda que "há muitas coisas que chegam que nada têm a ver com o programa", reconhecendo que a "selecção é um processo subjectivo por ser feito pelas pessoas que estão à frente do programa". Outra das características realçadas no estudo é a questão do "follow-up", isto é, "a equipa volta aos locais para ver se os problemas foram ou não resolvidos".
O investigador da Universidade do Minho não tem dúvidas em apelidar o "Nós por Cá" como "um caso único em Portugal" que já começa a ter repercussões noutros canais e noutros programas, como por exemplo, no "Tá a Gravar", onde "é pedido às pessoas que colaborem com o programa enviando vídeos ou filmes". Rui Couceiro lembra que "esta é uma tendência que já existe lá fora, com repórteres on-line, e que começa agora a entrar no universo televisivo português".
"Nós por cá" foi emitido pela primeira vez a 17 de Janeiro de 2004 e é um caso sem paralelo na televisão portuguesa, no que diz respeito ao envolvimento dos cidadãos. Quase cinco anos depois, a 5 de Janeiro, a rubrica "Nós por Cá", assinada na SIC por Conceição Lino, deixou o formato semanal e passou a programa diário. Está agora no ar diariariamente às 19 horas.
fonte: JN

17 de janeiro de 2009

Resultado da sondagem da novela preferida

16 de janeiro de 2009

5 perguntas a Mário Crespo

Audiências do "Nós Por Cá"

De rubrica no Jornal da Noite, a programa na SIC. Nos por Cá ganhou vida própria e passou a ocupar o espaço em grelha das 19 às 20 horas, a partir de 5 de Janeiro, segunda-feira. Todos os dias, Conceição Lino mostra um pouco do Portugal de todos nós, onde as situações insólitas e caricatas são colocadas em destaque.
Nós por Cá estreou a 5 de Janeiro, com 8.1% de audiência média e 23.5% de share. No dia seguinte, o programa apresentado por Conceição Lino registou o melhor resultado com 8.7% de audiência média 25.6% de share. Na primeira semana Nós por Cá obteve 8.1% de audiência média e 23.1% de share.
Na primeira semana, os 5 programas foram vistos por 4 006 700 indivíduos, isto é, cerca de 42.4% dos indivíduos que constituem o Universo.
No perfil de audiência, este magazine regista melhor adesão no Interior e no Litoral Norte. Por classe social, predominam as classes mais baixas. A Classe D detém 39% de audiência e a Classe C2 foi responsável por 33% de audiência. Por Género, é a população feminina que mais consome este programa. Por faixa etária, Nós por Cá é o preferido dos indivíduos entre os 25 e 34 anos.

PARABÉNS A VOCÊ!

Faz hoje precisamente 3 aninhos que Rita Ferro Rodrigues e Nuno Graciano em estúdio e Cláudia Semedo nos exteriores estreavam um novo programa que viria a ser líder nas tardes da televisão portuguesa. Ao longo da sua existência passaram por lá além destes três apresentadores Nuno Eiró e Ana Rita Clara que vinham fazer as férias dos apresentadores principais. Actualmente o programa está em estruturação tendo-se acabado recentemente com a rúbrica cor-de-rosa "Calor Da Tarde" que já existia desde o ano 2007.
O "Dominó" que é o passatempo do programa é aquele onde já se deu mais dinheiro em todas as tardes da televisão portuguesa isto porque um passatempo integrado num programa nunca deu tanto dinheiro.
Maya faz actualmente dupla com o NOSSO tio careca como é carinhosamente tratado Nuno Graciano quer pelos colegas de equipa quer pelo "povo" português


S MOMENTOS DO PROGRAMA:










INFORMAÇÃO SIC BLOG

Foi anunciado anteriormente que o programa da SIC "Nós Por Cá" estaria hoje em Olhão. ERRADO!
O "Nós por Cá" esteve ONTEM em Olhão no local referido na mensagem anterior.
Sem mais assunto de momento, pedindo imensas desculpas a todos os cibernautas fãs da SIC e do programa despeço-me tentando não voltar a repetir erros destes! Errare humanum est!

"Nós Por Cá" sai da SIC e vai até Olhão

Hoje, o programa televisivo "Nós por cá", da SIC, será transmitido em directo da Sociedade Filarmónica União Olhanense, mais conhecida por “Música Nova” na Rua Manuel Lopes de Almeida, nº 5 (perto da Rua Almirante Reis).
No programa em causa, entre outros assuntos, serão debatidos temas como os problemas actualmente existentes sobre a Zona Histórica de Olhão e a Ria Formosa.
Para o debate sobre a Zona Histórica foram convidados António Paula Brito (presidente da APOS – Associação de Valorização do Património Cultural e Ambiental de Olhão) e a arquitecta Ditza (técnica superior da Câmara Municipal de Olhão).
Para o debate sobre a Ria Formosa foram convidados Gilberto Silva e Clarisse Albino.
A SIC e a APOS convidam todos os olhanenses interessados a comparecerem no local, entre as 19h e as 20h. Para os outros, resta acompanhar a transmissão em directo na SIC, a partir das 19h.
fonte:algarvenotícias.com

Herman reune-se hoje com Nuno Santos

"Qualquer coisa que eu faça é humor", disse Herman José ao DN, quando questionado sobre que tipo de programa poderá fazer "a partir de Março", mês em que deverá voltar à antena da SIC. Para já, ainda nada está decidido, mas o humorista vai reunir-se hoje com Nuno Santos, director de programas do canal de Carnaxide, para "conversar sobre o assunto". Fora dos seus projectos está um regresso à RTP, uma hipótese que é, várias vezes, veiculada por vários órgãos de comunicação social. "Só posso voltar à RTP quando a história de 1982/83 se repetir. Nessa altura, José Niza passou para director do canal, e como era um grande fã meu e do Mário Viegas impôs que eu e o Mário tivéssemos um programa." Mas José Fragoso, director de programas da estação pública, não é fã seu? "Não. Sinto que ele não é um grande fã meu. Pelo menos, pelos sinais que tem dado, é apenas um fã mediano." Por outro lado, para Herman José, "um regresso à RTP só faria sentido para fazer um grande talk show num teatro, como foi feito em Herman 98". De qualquer forma, para já, o humorista está a fazer espectáculos e a pensar num novo programa na SIC.
Poderá ser um concurso, um talk show ou um programa de humor? "Pode ser qualquer coisa. Comigo qualquer formato é um programa de humor. Veja-se o que foi a Roda da Sorte, que eu adorei fazer. Era um concurso, mas também era humor. Eu adoro apresentar concursos e acho que isso se via pela felicidade que eu transparecia ao apresentar a Roda da Sorte", disse Herman José. Mas esse concurso era um pouco de tudo: concurso, humor, culinária, discos pedidos... Certo? "É isso mesmo! Comigo é sempre um pouco assim. No Herman SIC isso também se passava (risos)", concordou ainda o humorista. "Mas nada está definido para o futuro próximo. Só amanhã [hoje] vou falar com o Nuno Santos. Mas o Nuno é um pouco como a minha mãe... Por ele, eu trabalhava de manhã à noite (risos)", disse o humorista com a sua habitual boa disposição. Entretanto, Herman José tem feito vários espectáculos, sobretudo para empresas. "Tenho feito vá- rios. E isso dá-me um enorme prazer. Adoro o contacto directo com o público. Tenho feito espectáculos mais carotes e outros que nem tanto. Este domingo vou fazer um em Ílhavo, que vai ser uma homenagem a Carlos Paião", revelou o humorista e apresentador, conhecido também como "o verdadeiro artista".
(...)
Resta agora esperar para saber que tipo de programa tem Nuno Santos para Herman José, provavelmente, em Março.
fonte: DN

João Malheiro volta à Tertúlia

Depois de a Direcção de Programas da SIC ter decidido terminar com a rubrica ‘Calor da Tarde’, do programa ‘Contacto’, o comentador da SIC João Malheiro está de volta ao programa ‘Fátima’.
"Não fui despedido por ninguém", começa por explicar, desdramatizando a questão. "O que se passa é o que o ‘Contacto’ está a ser reformulado e eu estou de regresso ao meu programa de origem, que é o Fátima."
fonte: CM

Quem será o substituto/a da Fátima Lopes?

Rita Ferro Rodrigues, Sofia Cerveira, Maya e José Figueiras são os nomes apontados para substituir Fátima Lopes quando esta entrar de licença de parto. O CM apurou que são estes quatro nomes os mais falados, quer na SIC, quer na Comunicasom.
João Patrício – director de Conteúdos da produtora dos programas ‘Fátima’ e ‘Contacto’ – assegura que "é muito cedo para começar a escolher substitutos".
Filipe, o filho de Fátima Lopes, deverá nascer em Março, mas a apresentadora poderá ir para casa antes se o obstetra o aconselhar.
Rita Ferro Rodrigues e José Figueiras estiveram à frente do ‘Fátima’ durante as férias da apresentadora. O CM contactou Rita Ferro Rodrigues que remeteu resposta para o director de Programas da SIC. Nuno Santos não comentou
José Figueiras e Sofia Cerveira estão no Mónaco a fazer a cobertura do Festival Internacional de Circo de Monte Carlo. Maya que assumiu com Nuno Graciano a apresentação de ‘Contacto’, garantiu ao CM: "Não sei de nada. Mas estou sempre disponível para trabalhar."

Futsal regressa na... SIC RADICAL

Está confirmada a transmissão televisiva, no próximo sábado, do jogo entre o Mogadouro e o Benfica, referente à 15ª jornada da 1ª Divisão. A F.P.F. emitiu um comunicado a informar que a partida inicia-se às 18 horas, em directo na SIC Radical, a partir do Pavilhão da Junta de Freguesia de Mogadouro.
Tradicionalmente palco de grandes enchentes, mesmo em jogos diante de adversários de menor dimensão, é de esperar grande procura de bilhetes para este embate, frente ao campeão nacional.
A Direcção do clube transmontano definiu um preço de 10 euros para os bilhetes, e alerta os adeptos para se deslocarem com a devida antecedência para o recinto, para a entrada dos espectadores decorrer de forma ordeira e sem problemas.
Os ingressos vão estar à venda no dia do jogo, a partir das 13h00, na sede do clube, situado junto ao pavilhão.
fonte: O JOGO online

15 de janeiro de 2009

SIC em terceiro apesar do futebol...

Para os lados de Carnaxide a situação não está boa. E as audiências que o digam. O programa mais visto do dia da televisão foi o jogo da Carlsberg Cup que ficou apenas em 5.º lugar dos mais vistos do dia com 27,7%.
Então e a SIC de há um ano onde é que anda? Num ano perde as audiências assim tão depressa? A concorrência é cada vez mais forte e parece que os portugueses não estão a querer a SIC mais perto deles. Também diga-se de passagem, isto como nota de rodapé, que quem decide quem ganha ou perde são apenas 1000 espectadores em 10 MILHÕES de portugueses...

Herman regressa em Março

Herman José vai regressar à televisão em Março, com um programa na SIC, depois do seu último projecto, «Roda da Sorte», não ter corrido como desejava, estando no ar apenas cerca de quatro meses.
De acordo com o Correio da Manhã, o humorista não sabe ainda qual será a proposta da direcção do canal de Carnaxide, mas tudo ficará decidido num jantar que terá esta quinta-feira com o director de programas, Nuno Santos. Após a actuação num espectáculo em Óbidos, Herman José gracejou ainda, dizendo que «teria piada» o regresso à RTP!

Depois de Alberto João Jardim vem Sargento Luís Gomes

O jornalista veterano terá como convidado na segunda emissão do formato de entrevista que conduz na SIC generalista o sargento Luís Gomes. Após a estreia, na segunda-feira transacta, marcada pela presença do polémico Alberto João Jardim, presidente do Governo Regional da Madeira, seguir-se-lhe-á alguém não tão controverso enquanto figura, mas cuja vida, nos últimos tempos, encerra um caso recheado de celeuma.
Trata-se, pois, do pai "afectivo" de Esmeralda, a menina de Torres Novas, que tem vindo a travar uma verdadeira epopeia jurídica contra o pai biológico da criança, por forma a poder consubstanciar perante a lei a sua efectiva adopção.
O sargento Luís Gomes chegou mesmo a enfrentar um tempo de clausura por trás das grades, tendo sido acusado de rapto, o que mobilizou acesas paixões, inclusivé, por parte de figuras públicas que saíram em sua defesa. Agitadas as hostes, o tema da adopção voltou a estar na ordem do dia e a pautar a agenda do país.
Agora, Mário Crespo terá, com o seu estilo inconfundível, a oportunidade de confrontar Luís Gomes sobre os desígnios que o movem na sua contenda, bem como acerca da entrega de Esmeralda ao pai biológico.
fonte: JN

14 de janeiro de 2009

Lucy renovado a partir de sábado

O próximo Programa da Lucy traz consigo muitas novidades. Prepara-te para conheceres o novo espaço do Programa da Lucy com um cenário diferente, novas músicas interpretadas pela tua cantora favorita, novos jogos com mais diversão, mais explicações do professor Wannabee, mais convidados surpreendentes e reportagens super interessantes!
Não percas, já no próximo Sábado!

Agora já se pode comentar as notícias na SIC ONLINE

A SIC Online está a partir de hoje comentável, ou seja, todas as notícias que são colocadas no site da SIC (http://www.sic.pt/) poderão ser comentadas por aqueles que as visualizam.
É uma nova forma de interactividade entre a SIC Online e o cibernauta. O próprio site da SIC refere o seguinte: "Agora já pode comentar todas as notícias da SIC. Participe e entre no debate" o que leva a uma coisa que é o facto das pessoas passarem a poder ter voz activa no site da televisão. Bem haja por esta iniciativa que já havia começado em relação às novelas do canal como é o caso de "Podia Acabar o Mundo" e que agora passa para a Informação da SIC.

Rio Ave - Sporting hoje na SIC

A segunda jornada da terceira fase da Carlsberg Cup pode decidir vencedores de grupos. Decorre esta quarta-feira a segunda jornada da terceira fase da Carlsberg Cup.
A SIC tem a seu cargo a transmissão de um Rio Ave-Sporting que será emitido pela SIC e pela SIC Internacional a partir das 20h45 (hora de Lisboa). O árbitro designado para este encontro em Vila do Conde foi Jorge Sousa.

13 de janeiro de 2009

Programa de Mário Crespo fica nos 21,6%

A SIC estreou ontem após o "Jornal da Noite" o programa de entrevistas onde o primeiro convidado foi Alberto João Jardim, presidente do Governo Regional da Madeira. Neste primeiro "Mário Crespo entrevista..." o jornalista deslocou-se ao Funchal para fazer a entrevista. O programa teve 9,7% de rating a que corresponderam 21,6 pontos percentuais de share.

Nova Sondagem do blog

A SIC decidiu acabar com a rúbrica do "Contacto" Calor da Tarde. A este propósito o SIC blog lança uma nova sondagem até ao próximo dia 18 de Janeiro.
Quer-se saber, então, se foi ou não bom acabar com o Calor da Tarde no "Contacto"?

Mogadouro-Benfica na SIC

O grupo de trabalho criado na sequência da reunião mantida quarta-feira entre a FPF e a SIC para definir um mapa que sirva de referência para as transmissões televisivas de jogos de Futsal, com base no calendário da época, iniciou os seus trabalhos.As partes, em cooperação com os Clubes, começaram a reavaliar as condições técnicas dos recintos para acolherem as transmissões televisivas. Assim, já a partir da 15ª Jornada, a realizar dentro de uma semana, o Campeonato Nacional volta a ser objecto de transmissão televisiva.Uma percentagem diminuta desses jogos, nomeadamente aqueles que não se realizem aos sábados ou que colidam com outros eventos desportivos já programados, serão transmitidos num dos canais temáticos do universo SIC.
A SIC vai reforçar a aposta na promoção não só dos jogos transmitidos, mas da própria modalidade no maior número de espaços possível, nomeadamente e com especial incidência no seu canal generalista.
O próximo jogo a ser transmitido será o C.A. Mogadouro – SL Benfica, que se realizará em dia e hora a anunciar oportunamente.
fonte: Infodesporto

Aguinaldo Silva NÃO escreve novela para a SIC

Os rumores que surgiram por aí eram de que o autor global, Aguinaldo Silva, estaria tendo reuniões com a cúpula da Globo e com o canal português SIC, que o queria por um ano, para escrever uma novela com estréia prevista para maio.De acordo com o jornal Agora, as negociações estariam acontecendo neste mês. Entanto, a assessoria da emissora nega qualquer plano desse tipo, já que o autor é contratado da Globo.
Até onde parece, não será dessa vez que Aguinaldo irá escrever um folhetim de produção totalmente portuguesa.
fonte: estrelando

Acabaram-se as cusquices no "Contacto"

A direcção de Programas da SIC, a cargo de Nuno Santos, decidiu acabar com a rubrica ‘Calor da Tarde’, inserida no ‘Contacto’, apresentado por Maya e Nuno Graciano. Os comentadores Marta Cardoso, Cláudia Jacques, Rute Marques, João Malheiro e José Castelo Branco foram dispensados e esta semana não vão para o ar.
A direcção de Programas adiantou ao CM que ‘Contacto’ "está em fase de reformatação e nesse processo decidimos acabar com a rubrica por considerarmos que ela não se enquadrava no novo ‘desenho’ do programa que queremos que seja mais virado para a música e para o humor".
Para João Patrício, director de Conteúdos da Comunicasom, produtora dos programas ‘Fátima’ e ‘Contacto’, "isto é um processo normal nos programas de televisão. Tudo tem uma data para começar e nada tem data para acabar".
"Foi uma decisão da Direcção de Programas da SIC, com a qual nós, obviamente concordámos. Já existe um espaço para discussão do mundo cor-de-rosa de manhã, no ‘Fátima’, e à tarde corríamos o risco de repetir formatos. É só isso", adiantou ao CM.
Marta Cardoso, uma das comentadoras, confirmou que lhe foi comunicado que a rubrica do ‘Contacto’ tinha acabado. "Deixou de haver ‘Calor da Tarde’. Não foi um despedimento em massa, porque se não a rubrica continuaria a existir com outros comentadores", notou.
fonte: CM

12 de janeiro de 2009

SIC em primeiro distanciada da TVI

Mário Crespo > "Tenho um papela na informação"

Mário Crespo estreia hoje, às 21h00, um novo programa de entrevistas, na SIC. A primeira conversa é com Alberto João Jardim, que considera um “excelente convidado”.
Começa um novo programa. Em que consiste?
Consiste numa réplica daquilo que tenho feito na SIC Notícias durante estes oito anos. É uma entrevista que dura meia hora. A única diferença para mim é ser na antena aberta. É a diferença entre 100 mil e um milhão. Os convidados vão continuar a ser do mesmo calibre de até aqui. Variam entre Mário Soares e Lobo Antunes, José Saramago e Alexandre Quintanilha, Ramos Horta e Xanana Gusmão. Tudo o que tiver interesse público e tenha uma história para contar, que tenha algo a dizer sobre a nossa vida pública. Acho que nesse momento temos de estar atentos a isso também.
Quem é o primeiro entrevistado?
Vou entrevistar o Alberto João Jardim. Vai ser um arranque auspicioso. Vou à Madeira entrevistá-lo. Foi uma escolha muito deliberada, sobretudo na sequência do veto presidencial, da atitude parlamentar à região autónoma dos Açores. A problemática regional impõe-se novamente. O dr. Alberto João tem certamente uma palavra a dizer sobre isto. Depois é uma personalidade com imensa força e cor na nossa vida pública e política.
E algo controverso, também...
Somos todos. Não o acho mais controverso do que muitos outros. É mais vocal e tem uma maneira de actuar que dá nas vistas. O que o torna ainda mais num excelente convidado para o meu primeiro programa. Estarei em directo da Madeira. Vou no domingo e entrevisto-o na segunda em directo para a SIC generalista às 21h.
Não vai ser um programa preso ao estúdio.
Não, de todo. Se o Barack Obama me desse uma entrevista estava lá amanhã! Já estava a caminho!
Qual foi a que o tirou mais do sério? Odete Santos a tecer ‘elogios’ á ministra da Educação ou a célebre cena com Valentim Loureiro?
É um ambiente muito calmo. A haver algum mérito no que faço, ou no ambiente que construo ali, é que é absolutamente idêntico a uma conversa cá fora, normal. Tento que seja uma réplica de uma conversa no sentido real e normalmente as perguntas que faço são perguntas que me interessam pessoalmente e confio que interessem à maior parte das pessoas. Provavelmente por isso as pessoas se sintam tão à vontade. No caso de Odete Santos, ela sempre teve uma linguagem muito metafórica. Aquilo foi dito num contexto político e metafórico. O ambiente, tento sempre que seja o mais elevado e pela regra é. Não há um momento que consiga distinguir como o mais ‘intenso’. Obviamente toda a gente fala da entrevista do Valentim Loureiro. Ele estava muito crispado e eu estava muito crespo. A haver algum elemento foi a diferença de estilos e de personalidades. Nunca achei que isso fosse um marco muito especial na minha maneira de estar na informação e também não creio que a entrevista o tenha alterado a ele. A maneira como a entrevista acabou foi ele a dizer que nunca mais falava comigo e nunca mais vinha. E eu a dizer-lhe: é pena porque o senhor é um excelente entrevistado. E é algo que mantenho.
O ’60 Minutos’ vai continuar?
Sim, claro. Nada muda a não ser na segunda-feira, que por razões óbvias não posso fazer o jornal à noite. De modo que houve uma alteração na grelha da SIC Notícias. A edição da noite é prolongada por uma hora.
Já dura há quanto tempo?
Aqui tem a duração da SIC Notícias. Oito anos, sempre comigo. Muita gente pergunta porque é que não fazemos uma edição portuguesa. Respondo sempre a mesma coisa: Precisávamos de uma redacção do tamanho da da SIC inteira para conseguir produzir aquilo.
Esteve na RTP e agora volta ao sinal aberto. É bom?
Sinto pouco isso porque temos na SIC Notícias uma marca nacional tão vincada, que a haver uma taxa de reconhecimento das pessoas... tenho a sensação que hoje sou mais identificado pelo trabalho que faço na SIC Notícias do que pelo que fiz na RTP, embora o trabalho na RTP se tenha prolongado por mais 20 anos.
Tem a noção que as pessoas lhe reconhecem credibilidade?
Seria de uma imodéstia muito grande admitir que sim. Mas também seria de uma falta de realismo dizer que não. Sei que tenho um papel na nossa informação. Tenho trabalhado para ele há décadas. Faz parte da minha vida. Ser jornalista é a minha vida. Sem isso ela seria muito incompleta.
Tem saudades da RTP?
Neste momento não. Não trocava a SIC por rigorosamente nada. Acho que as dificuldades que a indústria privada está a atravessar nos fazem redescobrir energias novas. Esta ida para o canal generalista é uma dessas iniciativas. A RTP foi uma época da minha vida. Houve um período em que pensei que podia fazer carreira na RTP. Mas a dependência estatal e sobretudo a dependência política é uma carga muito grande.
Essa dependência intensificou-se com o passar dos anos?
Quando vejo o ambiente em que trabalho, de total liberdade e não deve haver muitos órgãos de comunicação no mundo com este ambiente de autocrítica e troca de impressões do mais desinibido que há... A SIC e a SIC Notícias têm uma cultura muito própria que a RTP não tem.
Quer dizer que a RTP é complexada?
A RTP é mais do que complexada. Deixou-se subjugar durante décadas demais. Tem uma carga imensa de afectação ao poder político de que é muito difícil libertar-se, para quer que esteja lá a trabalhar. É uma espécie de estigma de que a RTP se conseguiu emancipar e tenta reinventar-se o que acaba por lhe retirar identidade. A SIC não tem essa necessidade de reinvenção.
O que acha do ‘Jornal Nacional’ à sexta-feira, com Manuela Moura Guedes?
Gosto muito. Só tenho pena de ser em cima da hora a que eu trabalho. Senão seria um dos jornais que eu via. É um programa semanal certamente com grande impacto.
Gostava de voltar à imprensa?
Gosto muito da escrita e é muito exigente. Neste momento gostava de fazer o que faço.
E também já trabalhou na rádio?
Sim, foi o primeiro emprego que tive. Na rádio em Joanesburgo, na África do Sul. Foi o começo de tudo. Tinha 24 aninhos, tinha acabado de sair da tropa. Tinha a cabeça ainda um bocadinho desarrumada.
Mas andava indeciso quanto ao futuro?
Andava muito confuso. Entrei em engenharia, mas já não tinha confusão nenhuma porque já tinha entrado no técnico. Sai do exame de matemática e nem fui ver a nota. Saí ao fim do primeiro ano. Ainda pensei em ir para universidade em Joanesburgo mas não tinha disponibilidade e era muito caro.
É um homem que já esteve em várias partes do mundo. Sente-se português?
Sinto... Estive muito perto de adquirir nacionalidade sul africana, mas nunca o fiz. Tive residência permanente. Obviamente sou português e não é só porque a minha língua é a minha pátria. Se calhar em termos linguísticos até tenho outras pátrias também.
Pensa em que língua?
Depende. Nem sempre é em português. Sobretudo dá-me muito prazer ler e escrever em Inglês.
Tem mais facilidade?
Acho que sim. Acho que até foi uma das minhas limitações iniciais em Portugal. Lembro-me que quando vim para cá em 1981 até trouxe uma máquina de escrever portátil QWERT, porque não me conseguia entender com uma AZERT que eram as da RTP.
Viveu nos EUA. Ainda continua com o mérito de ter sido o único jornalista português com acreditação permanente na Casa Branca?
Sim é verdade. O Luís Costa Ribas tinha um condicionalismo especial por ter trabalhado na Voz da América. A Casa Branca só credencia jornalistas que nunca tenham trabalhado para sistemas governamentais. A Voz da América era um Sistema Governamental.
É o pivô mais antigo da Europa?
Sou certamente. E o jornalista também!
Gostava de voltar aos EUA?
Gostava. Provavelmente a minha vida passará por aí. No futuro terei períodos prolongados em que vou viver na zona de Washington.
PERFIL
Mário Crespo nasceu em Coimbra há 62 anos. Passou a infância em Moçambique e mais tarde voltou para Portugal. O primeiro emprego foi numa rádio em Joanesburgo, África do Sul. Já de regresso a Portugal, foi director do jornal ‘A Capital’, esteve mais de 20 anos na RTP, parte dos quais como correspondente nos EUA. Mais tarde passou para a SIC, onde se mantém.
fonte: CM