DANCIN' DAYS

estreia SEGUNDA na SIC a novela onde vale a pena sonhar!

ÍDOLOS

Domingo temos músicas do século XXI com os 10 finalistas

BOA TARDE

O talk show das tardes da SIC

ROSA FOGO

Assiste à novela no horário nobre da SIC

FINA ESTAMPA

Já estreou na SIC!

30 de novembro de 2008

Grelha da SIC de amanhã (1. Dezembro)

E porque amanhã é feriado a programação da SIC sofre algumas alterações. Ora vejamos:
-não haverá "Edição da Manhã"
-SIC Kids começa às 6h30
-Dois filmes: Bratz e Toy Story (8h20 e 9h35 respectivamente)
-"Fátima" começa às 11h15
-A seguir ao "Primeiro Jornal" há filmes até ao "Jornal da Noite"
-Não há "Contacto", "Rebelde Way", "O Cravo e a Rosa", "Beleza Pura" e "Roda da Sorte"
-A seguir ao "Jornal da Noite" há "Não há Crise"
-Depois novelas "Podia Acabar o Mundo" e "A Favorita"

SIC vence o dia e coloca dois programas nos cinco mais vistos

A SIC voltou a ganhar ontem o dia alcançando um share de 29,3% de share colocando-se à frente da TVI com 27,1% e da RTP 1 com 23,3%. A RTP 2 ficou-se pelos 4,7% de share.
Além da vitória do dia a estação colocou dois programa no top5: em primeiro lugar com um share de 39,9% de share ficou pelo segundo fim-de-semana consecutivo o programa de Nuno Graciano "Não Há Crise". O outro programa mais visto do dia ficou em 5.º lugar com um share de 30,0% e foi o "Jornal da Noite".

"Doença e Preconceito" na Grande Reportagem SIC

Este domingo, e em véspera do Dia Mundial Contra a Sida, a SIC transmite, depois do “Jornal da Noite”, a grande reportagem “Doença e Preconceito”, que mostra as rotinas de doentes e médicos no único hospital do país dedicado em exclusivo às doenças infecciosas, o Joaquim Urbano, no Porto.
Este trabalho, assinado por Miriam Alves, Filipe Ferreira e Maeco Carrasqueira, retrata a evolução na cura desta doença, que, e apesar dos esforços por torná-la menos mortal, por não ter cura, leva ainda à existência de muitos preconceitos.
fonte: JN

Nuno Graciano poderá deixar a apresentação do "Contacto"

O apresentador Nuno Graciano prepara-se para deixar o programa ‘Contacto’, das tardes da SIC. “Não sei quanto tempo mais irei ficar no ‘Contacto’”, revelou à Vidas, dando a entender uma possível saída para breve.
Nuno Graciano conduz o programa que anima as tardes da estação de Carnaxide com a taróloga Maya, que desde Setembro substitui Rita Ferro Rodrigues.
“O ‘Contacto’ continua a liderar”, disse à margem da eleição da Miss Bairrada 2008, em Anadia, que apresentou com Diana Chaves.
O apresentador não confirmou quando vai deixar o programa nem se Maya, que trata carinhosamente por ‘tia’, ficará sozinha a conduzir o formato. “A Maya é uma grande amiga e está a tornar-se uma grande profissional”, limitou-se a dizer.
Quanto ao futuro, Graciano garantiu que “já há outros projectos” e que todos eles vão passar pela SIC. Para manter é também o programa de apanhados ‘Não há crise’.
“A SIC conta comigo”, assegurou Maya, que também marcou presença no evento, sendo presidente do júri que elegeu a Miss Bairrada deste ano. A ex-tertuliana referiu que a experiência como apresentadora do ‘Contacto’ “está a correr muito bem e é para continuar”.
“Eu e o Nuno (Graciano) entendemo-nos muito bem e só o ‘emprestei’ à Diana Chaves por esta noite”, brincou a também organizadora de eventos.
Resta saber durante quanto tempo assim será e se a estação apostará em Maya como apresentadora única.
fonte & foto: CM

A história de Paulo Azevedo

Foi o futebol que lhe abriu a janela da televisão. Afinal, sem mãos e sem pernas praticava a modalidade. Depois de ver a sua história contada na Sport TV e na SIC, Paulo Azevedo participa na nova novela de Carnaxide.
A deficiência física não constituiu embargo para uma vida normal. Aliás, normalidade é o lema pelo qual pauta a sua existência. A diferença caracteriza-o, mas não o define. "Eu nunca quis ser olhado como coitadinho", sublinha, repudiando esse rótulo.
Aos 27 anos, Paulo Azevedo cumpre o objectivo que sempre o mobilizou: ser actor. Integra o elenco de "Podia acabar o mundo", onde dá corpo ao advogado Raimundo. "Está a ser uma experiência muito positiva", diz. As expectativas que depositou não saíram defraudadas. "É melhor do que imaginava". Além do ritmo intenso, enaltece a ajuda dos colegas. Não obstante, "gostaria de vestir um vilão", uma vez que o desafio reside "em construir um perfil distinto de nós".
Para trás, está um curso de jornalismo e a prática de futebol (ver caixa). A primeira vez que apareceu na televisão foi graças a este desporto, numa reportagem da Sport TV intitulada "O melhor jogador do mundo", que já recebeu vários prémios. Na semana passada arrecadou uma menção honrosa no âmbito de uma distinção sobre Direitos Humanos e Integração.
Jaime Cravo, jornalista da estação, ao ver imagens de um jogo, decidiu avançar para a peça acerca de Paulo. Mais tarde, também a SIC, através de Sofia Arêde, tratou a história. "Uma vida normal" foi o nome da reportagem que mostrava a sua obstinação em se tornar actor. À data, frequentava um "workshop" de representação conduzido por Tozé Martinho, quem lhe propôs que fizesse parte da ficção da TVI "A outra", cujo argumento assinara.
Contudo, Nuno Santos, director de Programas de Carnaxide, depois de ver o seu desempenho em palco, convidou-o para os "castings" da novela de produção lusa do canal. Paulo teve de optar. "Escolhi a SIC pois a personagem pertencia ao núcleo principal, enquanto que o papel da TVI era mais pequeno". E a aparente utopia concretizou-se. O actor revela ter ainda um projecto no cinema: "Fui seleccionado para um filme, mas nada posso adiantar". Admite saudades do teatro, e se outra estação voltasse a aliciá-lo, não descartaria a hipótese. Com uma única condição: "Não se tratar de algo que enfatizasse a minha fragilidade". Recentemente, mergulhou nos meandros da literatura com "Paulo Azevedo: Uma vida normal", biografia da autoria de Sofia Arêde.
fonte & foto: JN

Pedro Miguel Ramos > "Subimos o share neste horário"

Boa disposição. Esta é, na opinião de Pedro Miguel Ramos, co-apresentador com Carolina Patrocínio de ‘Tá a Gravar’, na SIC, “a chave para o sucesso” do novo programa de vídeos. “Passámos a ter um share muito maior no horário em que estamos, pós ‘Jornal da Noite’, do que aquele que o canal tinha”, sublinha, em entrevista ao CM.
A estratégia da Direcção de Programas da SIC em estrear, há duas semanas, este formato em horário nobre às quartas, quintas e sextas-feiras, e agora também às terças, terminado ‘O Momento da Verdade’, parece estar a resultar. Ainda anteontem, ‘Tá a Gravar’ ficou na tabela dos dez programas mais vistos, obtendo 24,3% de share. Asseguradas 13 emissões, o apresentador pensa que 'é provável a continuidade do programa'.
Pedro Miguel Ramos, que, com apenas 37 anos, desenvolveu já uma próspera carreira de empresário, com a sua marca de hotelaria Amo.te, assegura que, não obstante um ambiente de alguma tensão, com o quadro de rescisões que decorre na SIC, foi 'muito bem recebido' no regresso à estação, de onde se afastou há 15 anos para ingressar na tropa, após um estágio na Informação do canal.
'Naquele tempo, ainda estava indeciso. Mas sempre me fascinou muito uma carreira enquanto pivô. Tinha já esse bichinho do mesmo registo na rádio', confessa.
Após a tropa, Pedro Miguel fez ‘Flash Moda’ e ‘Último Nível’ (RTP), e mais tarde, na TVI, co-apresentou ‘Big Brother’ com Teresa Guilherme. 'Por essa altura, senti que queria mesmo era seguir o entretenimento', lembra.
'Estar em prime time é uma grande responsabilidade. Mas acho que eu e a Carolina fazemos uma dupla bem-disposta', conclui.
fonte & foto: CM

29 de novembro de 2008

Audiências de "Dia em Grande"

José Figueiras e Marina Santiago são os apresentadores do concurso Dia em Grande, que preenche as manhãs da SIC desde Maio. Por programa, é apresentado um tema central sobre o qual os espectadores podem participar respondendo correctamente às perguntas que estão em jogo.
Analisando o comportamento por semana deste concurso, verifica-se que a primeira semana obteve a melhor performance com 50 100 espectadores de audiência média. Na semana de 6 a 12 de Outubro, o Dia em Grande obteve o pior resultado, com 29 900 espectadores de audiência média. Entre a emissão de estreia, a 19 de Maio, e 23 de Novembro foram exibidos 72 programas que registam 42 200 espectadores de audiência média.
Os 72 programas foram vistos por 3 454 200 indivíduos residentes em Portugal Continental com 4 anos e mais anos, o que representa 36.5% do universo.
No perfil de audiência, o concurso obtém a adesão na Grande Lisboa. Por classe social, a classe D detém a melhor a audiência. Este alvo é responsável por 42% da audiência do programa, aproximadamente. Por Género, destaca-se a população Feminina. Por faixa etária, os indivíduos com mais de 64 anos foram os que mais viram este concurso, com um consumo de audiência acima dos 29%.
fonte: Marktest

"A Favorita" à frente da novela da TVI

A telenovela da SIC "A Favorita" conseguiu destornar a liderança da novela Olhos nos Olhos (TVI) que é transmitida no mesmo horário no passado dia 27 de Novembro. Enquanto que "A Favorita" alcançou 36,1% de share a novela da TVI ficou-se pelos 33,2%.

27 de novembro de 2008

SIC prepara concurso para 2009

Aos poucos Nuno Santos, Director de Programas da SIC, começa já a delinear a grelha de programação para o próximo ano, tendo mesmo visitado a Feira de Cannes para adquirir formatos apelativos. Wipeout, um popular concurso norte-americano, é um dos projectos em banho-maria na Estação de Carnaxide.
Já exibido na ABC, o programa propõe que em cada semana 24 pessoas executem as mais loucas, apaixonadas e destemidas provas físicas, ultrapassando obstáculos vários, muito ao jeito dos concursos kamikaze japoneses. Lembra-se do inenarrável Nunca Digas Banzai?
Tudo tendo em vista 50 mil euros ou 250 mil, caso se trate da final. Uma aposta dada como certa lá mais para a Primavera.
fonte: DESTAK

26 de novembro de 2008

SIC premeada

Na área televisiva foi Miriam Alves, da SIC, quem arrecadou o prémio com a reportagem O balneário, e da mesma estação, Carlos Rico ganhou o prémio Diálogo Intercultural, com Escrito na palma da mão.
As menções honrosas em TV serão atribuídas a Pedro Coelho, com Rosa Brava (SIC)
Na imprensa foi distinguida Isabel Marques da Silva, com o trabalho Novas Escravas (Visão). - A.M.
fonte: DN

25 de novembro de 2008

"Nós Por Cá" vai ser diário e autónomo


A SIC vai muscular o formato "Nós por cá" com uma equipa autónoma de cinco jornalistas, passando o programa a ser diário. A estação retoma assim a tradição do jornalismo de denúncia, celebrizado em formatos como o "Praça Pública".
A partir de Janeiro, a SIC vai transformar a rubrica "Nós por cá", até aqui inserida no noticiário, num formato independente, que passa a ser diário, entre as 19 e as 20 horas, antecedendo o "Jornal de Noite", no horário actualmente ocupado pela "Roda da Sorte", de Herman José. O planeamento do novo programa começou na semana passada.
Segundo o JN apurou, esta reformulação de "Nós por cá" é um regresso ao "código genético" inicial da SIC, nos anos noventa, que então lançou formatos inovadores no panorama televisivo, entre eles o "Praça Pública". Esse programa, caracterizado pelo pendor da denúncia, convocando o cidadão a desfiar nos ecrãs a sua indignação - em que os poderes públicos eram interpelados directamente -, foi então apresentado por Nuno Santos, actual director de Programas da SIC, e Júlia Pinheiro, que agora conduz o "As tardes da Júlia", na TVI. E também por Conceição Lino.
Ao JN foi explicado, sobre o novo "Nós por cá", que a ideia é "agarrar o osso e não o largar", um pouco na linha do que tem sido feito em algumas peças do "Caia quem caia", da TVI, mas sem qualquer componente humorística. Isto é, todo o tipo de situações em que haja ilegalidades ou inércia do Estado, a equipa do novo "Nós por cá" fará uma peça em que, com persistência, se tenta ouvir todos os envolvidos.
Conceição Lino vai continuar a conduzir o programa, mas também se pondera a hipótese do pivô Augusto Madureira, coordenador do projecto, ser o co-apresentador. A equipa de jornalistas foi também reforçada: Joaquim Franco, Catarina Neves, Joana Latino, Carla Castelo e Isabel Osório são os recrutados. Conceição Lino escusou fazer comentários, e o director de Informação, Alcides Vieira, esteve incontactável.
fonte: site JN

O Último "Momento da Verdade"

Rosa Maria Coelho respondeu acertadamente e sem vacilar a 19 perguntas do último ‘O Momento da Verdade", emitido hoje à noite na SIC, mas deixou escapar por entre os dedos cem mil euros. "Algumas circunstâncias levaram-me a responder daquela forma. Tive uma conversa com a Teresa em privado e ela deu-me umas dicas que me induziram em erro", confessou ao CM. "Senti que morri na praia", frisou.
"O seu marido é a grande paixão da sua vida?" foi a 20ª e última questão que Teresa Guilherme lhe colocou. "A verdade é que não acredito muito na paixão, mas o meu primeiro instinto era dizer sim, só que, como que a responder ao que a Teresa me tinha dito antes, disse não. Penso que ela ficou muito triste porque deve ter a noção de que me induziu em erro. No estúdio, durante a gravação disse-me ‘olhe que no polígrafo disse sim’, contrariando uma coisa que me disse à queima-roupa na entrada. Fiquei confusa e pensei ‘não vais dizer isso porque ela está a dizer para não o fazeres.’"
A farmacêutica adianta que não se recorda da pergunta fatal ter sido feita no teste do polígrafo. "Está no contrato que eles podem reformular, alterar, acrescentar, enfim..."
Na Granja de Ulmeiro, onde vive, Rosa Maria tornou-se ainda mais famosa. A gente da terra gostou de a ver na televisão e dá-lhe os parabéns. Já em casa as coisas mudaram. "Para melhor. Estamos muito bem, sobretudo eu e o meu marido", acrescentou com uma gargalhada.
EXPÔS A VIDA ÍNTIMA DO CASAL
Rosa Maria Coelho deu a conhecer a sua vida íntima, muito pouco abonatória para o marido, António, confessando que nos últimos seis meses não teve um orgasmo: "Ele vê Marte e as estrelas e eu não..." A concorrente confessou que se sente frustrada e que já chorou depois de ter sexo com o marido. "O sentimento é de mal amada. Não consigo corresponder ao trabalho dele", explicou. A rir, Teresa Guilherme pediu para não usar o termo ‘trabalhar’ quando fala de sexo. A farmacêutica referiu, ainda, que apesar da família ser numerosa se sente sozinha, considerou que o seu "casamento não é feliz" e que já pensou muitas vezes que António não a merecia. Para Rosa Maria o marido não é o ideal. "Ele tem de trabalhar [leia-se sexo] para atingir esse patamar, mas eu vou ajudar", salientou.
SAIBA MAIS
ESTREIA
O Momento da Verdade’ estreou a 9 de Setembro e termina esta noite. Teresa Guilherme conduziu as 13 emissões.
1210
Foi o número de telespectadores que assistiu ao programa exibido a 23 de Setembro, o que teve maior audiência.
701 espectadores seguiram o programa que foi para o ar a 7 de Outubro, o menos visto desta série.
POLÉMICOS
José Nogueira e Pedro Mariano foram os concorrentes mais polémicos. O primeiro batia na mulher, roubava no peso dos produtos da sua mercearia e seduzia as clientes. Pedro Mariano sonhava ter relações com a sogra, porque a achava muito sexy.
fonte: CM

24 de novembro de 2008

SIC em 1.º lugar com 29,4%

A SIC conseguiu ontem ganhar o dia. A estação alcançou os 29,4% de share tendo ficado à frente da TVI que se ficou pelos 28,0% e da RTP1 que alcançou os 22,0%.
Quanto ao programa mais visto da estação foi o "Zé Carlos" que alcançou 31,4% de share (13,2% Rat).

"Muita Lôco" no Zé Carlos

Ana Guiomar > "É igual beijar um homem ou mulher"

Na última semana de Dezembro, a SIC exibirá a cena mais quente da telenovela ‘Podia Acabar o Mundo’: o beijo trocado pelas actrizes Ana Guiomar e Diana Chaves, no papel das lésbicas ‘Sónia’ e ‘Cláudia’. A cena, polémica para uns normal para outros, promete dar um empurrão às audiências do canal.
"Tenho a noção de que se vai fazer História na ficção. Apesar de muita gente já ter assumido publicamente a homossexualidade e começar a tornar-se uma realidade, a nossa mentalidade ainda é um bocadinho fechada", explica Ana Guiomar ao CM.
Quando soube que teria de beijar uma colega de trabalho, a actriz, de 20 anos, não ficou assustada. Quando se representa, diz, "não há sentimento", logo, é "igual beijar um homem ou uma mulher".
Conta Ana Guiomar que no estúdio nada se alterou quando se gravou a cena do beijo lésbico. "Ninguém da equipa foi mandado sair. Foi tudo gravado à primeira e com naturalidade", sublinha, depois de esclarecer que a cena foi "trabalhada" com a ajuda dos dois directores de actores, José Martins e Rita Alagão.
No enredo, Ana Guiomar veste a pele de ‘Sónia’, uma jovem estudante de Medicina que conhece a médica ‘Cláudia’ (Diana Chaves), num hospital de Londres. "Apaixonamo-nos e assumimos o romance. Ao contrário do meu pai, que me apoia, a minha mãe vai reagir mal ao tomar conhecimento desta relação. Na ficção, os meus pais são católicos e muito conservadores", conta a actriz. Sobre este trabalho de composição revela que o "maior desafio" foi "o factor da homossexualidade".
Em seis anos de profissão, Ana Guiomar sublinha o marco que foi ‘Morangos com Açúcar’, na TVI. "Não falo profissionalmente, porque as personagens não tinham grande profundidade, mas o elenco dava-se muito bem e o trabalho era divertido. Depois das gravações íamos ao cinema, jantar... Ainda hoje continuamos muito unidos", conta. A actriz diz que, ao andar na rua, "seja de cabelo curto ou comprido", "loira ou morena" continua a ser reconhecida pelos miúdos de seis e sete anos que a tratam todos por ‘Marta’, nome da personagem que tinha em ‘Morangos’. "Não sei como é possível reconhecerem-me, pois na época deveriam ser quase bebés..."
Ter "sempre trabalho", "voltar ao teatro" e "crescer como pessoa e actriz" é a maior ambição da actriz.
PERFIL
Ana Guiomar. Tem 20 anos. Nasceu em Torres Vedras e tem dois irmãos "terríveis", de 12 e 14 anos. Participou em ‘Morangos com Açúcar’ e ‘Tempo de Viver’ (TVI), ‘Conta-me como Foi’ (RTP1) e ainda ‘A Vida Privada de Salazar’ e ‘Podia Acabar o Mundo’ (SIC).
CENA PROMETE POLÉMICA
Diana Chaves e Ana Guiomar protagonizam uma relação homossexual na novela ‘Podia Acabar o Mundo’, da SIC. Na ficção, Diana Chaves dá vida à enigmática médica ‘Cláudia’, enquanto Ana Guiomar assume o papel de ‘Sónia’, uma estudante de Medicina ambiciosa e temperamental.
O autor da novela, Manuel Arouca, explicou ao CM como se proporcionou este caso. "Tudo começou porque a personagem vivida por Ana Guiomar chega de Inglaterra e sente-se dividida sobre a sua sexualidade. Este foi o ponto de partida. Depois sei que o desafio foi lançado à Diana Chaves".

fonte & foto: site CM

23 de novembro de 2008

Banda RBL no "Lucy"

Mais de 3000 visitas!

O SIC blog está de parabéns e os seus visitantes também. Hoje atingiu a marca das 3000 visitas em pouquíssimo tempo de existência.
Aqui poderá saber tudo sobre a sua televisão -a SIC. Mas não é só a SIC que está em evidência ora veja: SIC Notícias, SIC Radical, SIC Mulher, SIC Online ou até mesmo SIC Internacional já foram faladas aqui no SIC blog.

Obrigado a todos!

Não há Crise em 1.º lugar

O programa de ontem apresentado por Nuno Graciano intitulado "Não há Crise" teve direito a ficar em primeiríssimo lugar no top 5 da televisão portuguesa. O programa de apanhados internacionais atingiu um share de 36,4% tendo sido o programa mais visto naquele horário. Há mesma hora na TVI passava o CQC que ficou atrás do "Não Há Crise" atingindo 33,8% de share.

Teresa Guilherme poderá produzir para a SIC programas

Teresa Guilherme prepara a produção de um formato de humor a exibir na SIC em 2009. E tem outro projecto para a internet.
As rescisões na SIC não a afectam?
Enquanto apresentadora nunca assinei contrato com ninguém. Estive na RTP, SIC e TVI e nunca assinei contrato. Nessa altura, tudo funcionava sem papéis, com acordos de cavalheiro. Hoje, sim, tenho um papel assinado. Mas nunca quis contratos de exclusividade, nunca quis ser empregada de ninguém, porque não tenho feitio, acho que começaria logo a transformar-me, a implicar com as pessoas. Prefiro a sensação de que me posso ir embora, apesar de sempre ter honrado os meus compromissos e nunca ter deixado um projecto por concluir. É uma maneira de estar na vida.
Em que moldes está, então, estabelecida a sua relação contratual com a SIC?
Depois de ter vendido a produtora Terra do Nunca à SIC assinei um contrato para apresentar um programa em 2008, que é ‘O Momento da Verdade’, e tenho um orçamento para 2009 para produzir uma série de programas. Eu não sou da SIC, trabalho para a SIC.
Como vê a restruturação da SIC?
Esta restruturação é um processo normal. Já aconteceu na RTP com Almerindo Marques. O objectivo é alivar as empresas. A informação que tenho é que todos os quadros do canal receberam a proposta de rescisão da administração. Vi o papel nas mãos de funcionários da Terra do Nunca e estou preocupada com o futuro deles, pois alguns são pessoas muito talentosas. A pensar neles estou decidida a avançar mais depressa com projectos que tenho como produtora para 2009, de forma a poder agarrar alguns desses funcionários.
Na SIC, com ‘O Momento da Verdade’, a Teresa não arrebatou audiências como o fez com o ‘Big Brother’, na TVI.
O momento era diferente e as novelas na TVI foram também uma alavanca. E depois, ‘O Momento da Verdade’ continua de saúde. Ele entra com 16% de share e chega até aos 30%. Mas houve factores que não favoreceram a agilidade do programa.
Que factores foram esses?
Não teve a ver com a produção nem com a apresentação. Teve a ver com a forma como se gravou. Gravar 13 programas em 29 dias foi mortal! Este tipo de concurso, que tem uma base de ‘reality’, precisava de ser muito bem estruturado por mim, por forma a dar tudo por tudo pelos concorrentes.
A pressa é inimiga da qualidade.
A maneira de fazer mais barato é fazer mais depressa. Mas aconteceram coisas mais graves.
O quê, por exemplo?
O horário. O programa deveria ter sido exibido depois das 22h30. E os primeiros cinco foram transmitidos a horas diferentes. Depois surgiram dois programas por semana, sem promoção. A partir daí o formato nunca mais se aguentou. O programa deveria ter tido 70 minutos. Num formato de apenas 50 minutos, após os intervalos, é muito difícil voltar a puxar pelo programa e atingir a mesma audiência.
E ainda havia o programa da Rita Ferro Rodrigues?
Não fazia sentido que logo a seguir ao ‘O Momento da Verdade’ entrasse um programa de estúdio a julgar os concorrentes. Isso foi prejudicial. Ao contrário do que se disse, nunca falei sobre o assunto com a Rita, de quem sou amiga há muitos anos. Apesar de tudo, ‘O Momento da Verdade’ faz uma audiência acima da média da estação. O programa poderia ter sido muito melhor, mas não me desiludiu.
Poderá haver uma segunda edição?
Não acredito. É um formato caro.
E se o programa tivesse sido em directo?
Tinha saído valorizado. O directo teria dado outro envolvimento às pessoas que estão em casa e às que estão no estúdio.
Tem fundamento a notícia do regresso de uma nova versão de ‘Não se Esqueça da Escova de Dentes’?
O formato é actual, mas não há dinheiro agora para fazer uma coisa dessas. Ou talvez não, dado que o dinheiro ficou tão mais caro. Naquela altura, as pessoas queriam uma viagem para o fim do Mundo e um automóvel topo de gama como prémio. Hoje, qualquer dinheirinho como prémio já dá muito jeito. Adorei fazer aquele programa. Era muito giro voltar a fazê-lo.
Da nova geração, quem se vai distinguir na apresentação?
Fiquei muito surpreendida com o ‘Caia quem Caia’. Está muito bem feito e é difícil produzir aquele tipo de programa. Está ali um belíssimo trabalho. A Joana Cruz é uma excelente apresentadora, o José Pedro Vasconcelos tem um ‘boneco’ engraçado em TV e tem perfil para um determinado tipo de programa. E a grande surpresa é o Pedro Fernandes, que é brilhante e tem muita energia. E os repórteres de rua também são óptimos. Está ali um naipe de futuros apresentadores brilhante. As crises são boas para surgirem bons comunicadores.
Há apresentadores para determinados formatos?
O José Carlos Malato é um excelente apresentador de concursos, mas não gostei de o ver no talk show. Eu, por exemplo, de manhã nunca tive sucesso. É o estilo da pessoa que não se encaixa em determinados formatos. Não há apresentadores para tudo.
Que programas vai produzir em 2009?
Fiz algumas propostas ao Nuno Santos. E ele trouxe de Cannes um ou dois formatos que achou interessantes e que poderiam ser incluídos neste naipe de programas que vou produzir em 2009.
Já tem algum projecto entre mãos?
Para evitar que alguns amigos e óptimos profissionais entrem no desemprego quero arrancar já com um projecto de modo a agarrar alguns deles.
Que tipo de formato vai fazer?
Humor. Gosto muito de formatos de humor.
O humor faz falta no cenário audiovisual?
O humor e a informação! Rir é fundamental para as pessoas vibrarem positivamente. Em tempos de crise, procuram-se programas mais descontraídos.
Que mais tem na calha?
Um projecto engraçado que não tem a ver com a televisão, mas sim com o meio de comunicação mais directo que temos neste momento.
Está a falar da internet?
Sim. É só um projecto e foi um convite que recebi.
Se surgir um projecto interessante para apresentar noutro canal, fá-lo-ia?
Não está fora de questão.
Como reage aos boatos em torno da sua vida privada?
REORGANIZAR A VIDA E OS AFECTOS
'PAREI PARA PENSAR'
Com a venda da sua produtora à SIC, Teresa Guilherme, que nos dois últimos anos chegou a trabalhar '18 horas por dia' ficou menos sobrecarregada. 'Parei para pensar. Para saber o que me apetece fazer em termos profissionais. Para quê desperdiçar tempo a virar a página da história dos outros quando posso virar a página da minha vida?', questiona-se. Decidida a viver com o que ganha, uma vez que 'não é consumista', Teresa aposta agora na 'organização dos afectos'. 'Nestes dois anos não dei atenção à minha mãe e aos meus amigos', lamenta. Mais magra sete quilos, a produtora tem agora tempo para se dedicar aos benefícios do pilates, das massagens, da acupunctura e da sua última descoberta, a Psicologia Comportamental.
‘NEGÓCIO DA CHINA’
'ESTÁ TUDO EM ABERTO'
Miguel Falabella mantém o convite que fez a Teresa Guilherme para o elenco de ‘Negócio da China’, mas a saída do protagonista e outros percalços atrasaram a sua partida: 'O projecto foi abalado, mas já vi muitos enredos da Globo darem uma reviravolta. Veja-se o que aconteceu na ‘A Favorita’, que é um êxito desde que se soube quem era o assassino. Não sei se irei, e quando irei. Está tudo em aberto', explica Teresa Guilherme, que fará de vilã no enredo.
PERFIL
Teresa Guilherme, 53 anos, produziu sucessos como ‘Não se Esqueça da Escova de Dentes’, ‘Ai os Homens’ e ‘Furor’ (SIC). Atingiu o pico da popularidade na apresentação do ‘Big Brother ’(TVI). Na SIC produziu e participou em novelas e séries.

21 de novembro de 2008

Informação SIC vai sofrer alterações

A reestruturação que está a ser feita na SIC terá implicações na informação de Carnaxide, apurou o CM. A criação de novos espaços informativos, a remodelação do ‘Jornal da Noite’ e uma eventual alteração na estrutura da direcção de Informação são, para já, mudanças previstas para o início de 2009, quando a nova direcção-geral, assumida por Luís Marques, tomar posse.
Contactado pelo CM, Luís Marques remeteu esclarecimentos para a direcção de Informação. Mas até ao fecho desta edição não houve resposta da SIC.
O CM apurou, entretanto, que a actual estrutura de Informação, que integra cinco elementos – o director Alcides Vieira, os subdirectores José Gomes Ferreira e Martim Cabral, o subdirector de Informação e director Output, Rodrigo Guedes de Carvalho, e o subdirector de Informação e director Superdesk, Carlos Rodrigues –, é considerada demasiada face à actual crise e deverá ser remodelada.
Estas mudanças são ditadas pelas baixas audiências da SIC, que desde finais de Setembro se mantém em terceiro lugar, atrás da TVI e da RTP 1, e pelos maus resultados financeiros do grupo Impresa (que detém a SIC), que no último trimestre sofreu uma quebra de 94,8% nos lucros. Entretanto, a Impresa abriu um processo de rescisões de contrato amigáveis extensível a todos os funcionários do grupo SIC.
fonte: CM

19 de novembro de 2008

Tá a Gravar estreia hoje

É hoje que estreia o programa da SIC "Tá a Gravar" apresentado pela Carolina Patrocínio e pelo recém chegado Pedro Miguel Ramos que regressa a uma casa que bem conhece depois de ter estado a estagiar na redacção da SIC já lá vão 15 anos!
Com coordenação de Daniel Oliveira (o mesmo de Episódio Especial e de Fama Show) o programa promete trazer vídeos caseiros divertidos até ao telespectador. Se os tiver também poderá enviar para gravar@sic.pt.

Sabia que...

O director de programas da SIC e outros directores da SIC têm como toque de voice mail o Hino da SIC? Ah pois não sabia? Fica a saber.
Pois é ao que parece se tentar ligar para Nuno Santos e este estiver com o telemóvel desligado aparece-lhe o hino da SIC a ser tocado.

Rui Santos lança petição

"A introdução das novas tecnologias no futebol, para reduzir a margem de erro dos árbitros, não tem necessariamente de mudar a essência do jogo: os seus ritmos, a beleza dos movimentos, a genialidade dos protagonistas. Mas dar-lhe-á verdade."Pela verdade desportiva no futebol, Rui Santos lançou uma petição online. Neste espaço, o comentador da SIC explica a iniciativa, responde às suas dúvidas e convida-o desde já a assinar também a petição.

18 de novembro de 2008

No próximo "Momento da Verdade"

Rosa Maria Coelho, de 55 anos, é a última concorrente de ‘O Momento da Verdade’, SIC. Hoje divide o espaço televisivo com Henrique Pina e na próxima terça-feira responderá às restantes perguntas. "Não cheguei aos 250 mil euros", confessou ao CM a concorrente que participou "porque sempre quis saber como era a televisão por dentro".
A farmacêutica, que se fez acompanhar pelo marido, António, pela filha, Maria José, e pelo amigo do casal, José Paiva, concorreu para ajudar o próximo e não teve pejo em revelar que, apesar de uma vida em comum feliz, não considera o marido um bom amante, pois "há falta de tempo para os ‘preâmbulos’. Isso é coisa que não existe lá em casa."
Descontraída, Rosa respondeu ainda pronta e afirmativamente a perguntas como: "O seu marido foi o primeiro e único homem que beijou?" e "Está arrependida de ter casado virgem?" "O amor tem cheiro e aroma e eu gosto muito do meu marido", adiantou sem hesitar, nem mesmo quando Teresa Guilherme avançou com o nome de Richard Gere. "Esse só se fosse para dançar", desdenhou.
Rosa confessou que o marido também foi virgem para o casamento. "Nenhum de nós sabia o que fazer na noite de núpcias. Até andei a mudar lâmpadas", revelou. Daí que esse não tenha sido o dia mais feliz da sua vida. "O meu filho João nasceu de cesariana e a Maria José de parto natural, por isso o dia em que ela nasceu foi o mais feliz da minha vida", contou.
A 13.ª PERGUNTA FOI-LHE FATAL
Henrique Pina já foi um dos donos da noite da zona Oeste. Os negócios não correram bem e hoje, com 40 anos, é motorista – transporta strippers e alternadeiras de e para o clube de um amigo – e é sócio numa empresa hoteleira, na Rinchoa. Foi a ‘O Momento da Verdade’ para organizar a vida, mas a 13ª pergunta foi fatal: "Alguma vez alguém lhe pagou um favor com sexo?" Henrique respondeu não, mas, segundo o polígrafo, mentiu. Pai de três filhos – fruto de dois casamentos, o último com Sheila, ex-alternadeira –, confessou que se ganhasse dava uma prenda de aniversário aos filhos. "Não tenho dinheiro para lhes dar nada", disse , emocionado. Henrique frisou que sua causa os pais perderam a casa. "Éramos fiadores e se não vendesse a casa o banco ficava com tudo", explicou a mãe, Maria Rosa.
fonte: CM

17 de novembro de 2008

Pedro Miguel Ramos no "Tá a Gravar"

Pedro Miguel Ramos volta à apresentação de um programa televisivo na próxima quarta-feira, dia 19, apurou o CM. O marido de Fernanda Serrano aceitou o convite da direcção de Programas da SIC para co-apresentar ‘Tá a Gravar!’, em parceria com Carolina Patrocínio.
O nome de Pedro Miguel Ramos surgiu após o afastamento de Pedro Ribeiro, inicialmente dado como certo na condução daquele formato. No entanto, o director de Programas da Rádio Comercial, Pedro Ribeiro não teve luz verde da Media Capital (que detém aquela rádio e a TVI) para trabalhar num programa de Carnaxide.
Ao CM, Daniel Oliveira, coordenador de ‘Tá a Gravar!’, explica que este 'programa é feito em conjunto com os espectadores. Vive muito de imagens do dia-a-dia, nacionais e internacionais'. Aquele responsável adianta que ‘Tá a Gravar!’ não é um programa de apanhados pois recorre a 'situações reais, que não são forjadas'. E exemplifica: 'Usamos muitos conteúdos da internet. Uma parte do programa assenta naqueles mails que recebemos no local de trabalho, com a indicação para ver um vídeo ou um comentário.'
Por essa razão, salienta Daniel Oliveira, ‘Tá a Gravar!’ não é apenas um programa hilariante. 'Temos um bom equilíbrio. Procuramos outras valências e estamos atentos à actualidade', nota.
Para já, ‘Tá a Gravar!’ está pensado para uma série de 13 programas, que serão exibidos às quartas, quintas e sexta-feiras, logo a seguir ao ‘Jornal da Noite’ (cerca das 21h30). O programa tem também uma grande componente de ligação aos telespectadores, que podem enviar vídeos, fotos, sugestões e comentários para o endereço gravar@sic.pt.
Tá a Gravar!’ marca também a estreia de Carolina Patrocínio em horário nobre. A apresentadora, que se destacou em ‘Disney Kids’ e ‘Rock in Rio’, está ansiosa por ter a oportunidade de 'fazer companhia a um público mais vasto' e garante que vai manter 'um registo próprio'.
PERFIL
Pedro Miguel Ramos nasceu a 26 de Junho de 1971. Integrou a redacção da SIC, mas saiu para trabalhar na Rádio. Trabalhou na RTP e na TVI, onde apresentou ‘Big Brother’, ao lado de Teresa Guilherme. Empresário, lançou a cadeia de bares Amo.te.
fonte & foto: CM

"Na Casa do Toy" - Zé Carlos

Primeiro concerto dos RBL

15 de novembro de 2008

Destaques do "Episódio Especial"

Hoje no "Episódio Especial" acompanhamos a vida das novelas da SIC. Primeiro com a entrevista na "casa" de Maria Vieira que brevemente aparecerá em "Negócio da China" juntamente com o apresentador Ricardo Pereira entre outros actores portugueses. Acompanhamos também as gaffes dos actores de novelas como "Podia Acabar o Mundo", "Rebelde Way" e "A Favorita". Entrevistou-se também Grazzi Massafera que fará um triângulo amoroso em "Negócio da China". O "Episódio Especial" esteve no primeiro concerto dos RBL - banda saída da "Rebelde Way" - que brevemente aparecerá na SIC num dos episódios. Foi possível ver, também, as gravações de "Podia Acabar o Mundo" no Hospital do Montijo! Episódio Especial... histórias sem fim!

"Queremos uma SIC mais forte"

Nuno Santos, director de Programas da SIC, disse ontem estar 'confortável com o orçamento do próximo ano. A propósito das rescisões na estação de Carnaxide, o responsável foi peremptório: 'A SIC entrou numa fase de reestruturação, que tem por objectivo torná-la mais forte e isso, acho, é o mais importante para todos'. Ainda sobre a mesma matéria, Nuno Santos conclui: 'Um dos ítens desse plano de reestruturação é o processo de rescisões amigáveis'.
Quanto ao seu receio de vir a 'perder' alguém que considere imprescindível, o director de Programas da SIC afirma: 'Não! Por princípio não tenho medo de coisa alguma'.
Durante a apresentação do livro 'Rosa do Oriente' de Manuel Arouca, autor da novela 'Podia Acabar o Mundo', Nuno Santos confirmou ainda que o programa de Carolina Patrocínio não terá co-apresentação de Pedro Ribeiro. 'Por muita pena minha, e dele também, mas parece que havia aí uma incompatibilidade'.

O Humor como contrapoder

José Sócrates, Manuela Ferreira Leite, Santana Lopes, António Costa. Apesar de não serem propriamente conhecidos pelo seu sentido de humor, têm protagonizado inúmeros episódioshilariantes, seja através das imitações dos ‘Gato Fedorento’ (SIC) e de ‘Os Contemporâneos’ (RTP 1), ou nos apanhados de ‘Caia Quem Caia’ (TVI) e ‘Vai Tudo Abaixo’ (SIC Radical). A verdade é que quem está no poder facilmente se torna alvo de sátira, o que faz da política uma fonte inesgotável de material para os programas de humor.
'Para alguma coisa os políticos portugueses haviam de ser bons', afirma Ricardo Araújo Pereira, que ao longo das várias séries de ‘Gato Fedorento’ já imitou muitos políticos, sendo que o primeiro-ministro tem sido um dos seus alvos favoritos, sobretudo em ‘Zé Carlos’. José Pedro Vasconcelos, apresentador e repórter de ‘Caia Quem Caia’ (TVI), defende que 'o humor é contrapoder por natureza. Temos a classe política que merecemos e sensibilizamos o público o melhor possível'. Por sua vez, o crítico de televisão e professor universitário Francisco Rui Cádima entende que 'quando a política vai além da ordem natural das coisas e do Mundo e por se levar tão a sério corre o risco de fazer de qualquer cidadão um bom humorista.' Já Herman José avisa que, muitas vezes, os políticos acabam por ser 'concorrência desleal' para os humoristas. 'Muitos são dois em um:original e caricatura', acrescenta o comediante e apresentador de ‘A Roda da Sorte’ (SIC). Eduardo Madeira, actor e autor de ‘Os Contemporâneos’, alerta para o facto de, por vezes, os políticos serem, só por si, uma comédia. 'Normalmente, o trabalho deles supera o dos humoristas. Além de nos fornecerem muita matéria-prima, por vezes fazem coisas tão disparatadas que nos deixam sem nada para dizer. Quem sabe se, um dia destes, poderíamos pôr os políticos a fazer ‘Os Contemporâneos’ e nós a fazer um Conselho de Ministros...' Igualmente acostumado a brincar com o poder está Jel, que decidiu levar o seu programa ‘Vai Tudo Abaixo’ (SIC Radical) aos EUA em tempo de eleições. 'Ao longo da História vemos que a política, mais do que uma fonte de inspiração, tem sido uma nau para a comédia. O riso sempre esteve associado à contestação e a comédia sempre foi uma arma contra o poder', comenta. Já o crítico televisivo Eduardo Cintra Torres acredita que o trabalho dos humoristas passa por desmistificar o lado mais feio da política: 'Faz parte do entendimento da opinião pública que a política recorre à mentira, ao exagero, aos efeitos retóricos, às promessas de sonho. Além disso, em democracia a política diz respeito a toda a gente e as suas acções e palavras são muito divulgadas pelos media, pelo que é um tema que grande parte do público conhece e, assim, o trabalho dos humoristas é mais facilmente compreensível por um maior número.'
Outro dos motivos porque a política é tão apetecível diz respeito ao facto dos seus protagonistas serem alvos fáceis. 'É muito fácil fazer humor com a política. Além de terem uma exposição pública muito grande, eles representam o poder. E é sempre aliciante atacar o poder', admite Jel. Para Frederico Pombares, guionista do ‘Telerural’, na RTP 1, a 'predilecção pelos políticos advém do facto de eles gorarem o carácter seríssimo que a política tem no rumo das nossas vidas, invertendo-lhe a relevância. Quando algo tão sério é protagonizado por gente tão pouco séria, está mesmo a pedi-las.' Já Eduardo Madeira acredita que a maioria dos políticos reage mal às brincadeiras de que é alvo... mas em privado. 'Talvez tenham ataques de fúria e partam a casa toda. Mas, na rua, fingem manter a calma e ter um grande fair-play. Por isso são um alvo fácil', explica o humorista. Quem acredita que os representantes do poder até gostam de aparecer é Rui Cádima: 'Não vejo que a política seja ‘achincalhada’ nos programas de humor. Há que ter poder de encaixe, desde que não se passe dos limites... e ao humor concedem--se sempre limites generosos. Mas veja-se o ‘Contra-Informação’, que é um programa que leva a sátira política mais longe na televisão portuguesa. Como se sabe, os políticos gostam de se ver no programa, mesmo quando saem um pouco chamuscados.' Contudo, nem todos esperam sair ilesos destas brincadeiras. 'Há poderes muito perigosos. Que não reagem às claras. Que tomam as suas decisões cobardemente escondidos debaixo do manto diáfano da inimputabilidade. Vicissitudes de democracias em construção', alerta Herman José. No caso de ‘Vai Tudo Abaixo’, as reclamações são uma constante. 'Em Portugal é frequente recebermos queixas e ameaças dos partidos. Temos um ou dois processos. Curiosamente, nos EUA só tivemos problemas com as autoridades junto à Casa Branca, quando estávamos a gravar um sketch', revela Jel. No universo da política existem figuras mais caricaturáveis do que outras. José Pedro Vasconcelos acha que 'o elenco nacional é reduzido e parco em novidades.' Para Frederico Pombares, as personalidades mais apetecíveis 'são as que se contradizem e mais bizarras se tornam.' Eduardo Madeira dá um exemplo: 'a governadora do Alasca, Sarah Palin, é a típica rapariga que, se fosse da minha turma, quando era mais novo, passaria o tempo a ser gozada pelo seu ar de marrona bem comportada.' – *Com F.G. e M.A.R.
'LOUVADO SEJAS, Ó MAGALHÃES' BATE RECORDE DE QUEIXAS NA ERC
TELESPECTADORES OFENDIDOS
Até ao fecho da edição, a Entidade Reguladora para a comunicação social tinha recebido 125 queixas relativas ao sketch ‘Louvado Sejas Ó Magalhães’, exibido no ‘Gato Fedorento: Zé Carlos’. 'As reclamações não foram apenas de católicos, mas de áreas próximas do Governo. A 'campanha' do ‘Zé Carlos’ sobre o computadorzinho foi muito menos intensa do que do Governo', sublinha Cintra Torres.
CAMPANHAS PRESIDENCIAIS EM PROGRAMAS DE COMÉDIA
'HUMORISTAS SÃO MAIS CREDÍVEIS'
Durante as eleições nos EUA, tanto Barack Obama como John McCain aceitaram participar em programas de humor como ‘Daily Show’ e ‘Saturday Night Live’, numa estratégia para ganhar votos. 'Os políticos norte-americanos reconhecem que mais vale juntarem-se aos humoristas, já que não conseguem vencê-los', afirma Jel, que seguiu de perto as presidenciais com ‘Vai Tudo Abaixo na América’. E acrescenta: 'Hoje em dia, os humoristas são mais credíveis junto do público do que os políticos, que até usam o humor nos seus discursos. É coisa que ainda não se nota em Portugal, à excepção de Alberto João Jardim e Valentim Loureiro.'
fonte: CM

Faleceu actor d' "Os Malucos do Riso"

Pedro Pinheiro, 68 anos, protagonista da série ‘Os Malucos do Riso’ (SIC), faleceu quinta-feira à noite no Hospital CUF Descobertas, em Lisboa, vítima de cancro do pâncreas. O corpo do actor sai hoje às 12h30 da Basílica da Estrela para o Cemitério dos Olivais, onde será cremado.
Foi na sequência de uma operação à próstata, em Maio, que os médicos descobriram o cancro que o vitimou. "O Pedro recuperou bem da cirurgia, mas em Outubro teve uma recaída e foi internado. Sofreu uma depressão, mas morreu sereno", diz ao CM o amigo Alberto Barreto.
Após a cremação, as cinzas de Pedro Pinheiro serão levadas para a Abrigada, Alenquer, sua terra natal e onde repousam os pais do artista.
Sobre o actor, Vítor Espadinha afirma: "Trabalhei com ele durante seis anos. Era uma excelente pessoa e um excelente colega." Já Luciano Reis, autor da biografia ‘Actor de Mil Palcos’, afirma que Pedro Pinheiro, que celebrou este ano 45 anos de carreira, "foi o artista mais completo do espectáculo até hoje".
O actor escreveu mais de uma centena de peças de teatro radiofónico, foi autor de inúmeros sketches de ‘Os Malucos do Riso’ e deixou inédito um romance. Na televisão, entrou em dezenas de séries e novelas, como ‘Roseira Brava’,‘Ajuste de Contas’ (RTP), ‘Anjo Selvagem’ e ‘Tudo por Amor’ (TVI). O seu trabalho mais recente foi no filme ‘Amália’.
Numa entrevista recente ao boletim da Câmara Municipal de Alenquer, Pedro Pinheiro afirmou: "Foi um percurso de muito trabalho, sem nunca me desviar do rumo traçado nem pôr em causa o esforço que me exigia. A minha ambição nunca me obrigou a pôr em bicos de pés. Sempre tentei ser honesto. As luzes da ribalta só me iluminaram. Nunca me deslumbrei com elas."
PERFIL
Pedro Pinheiro nasceu a 27 de Novembro de 1939, na Abrigada, Alenquer. Estudou no Conservatório e estreou-se em 1963 no Teatro. Na SPA existem 134 registos de obras suas. Era solteiro e não deixa filhos.
DEPOIMENTOS
"HOMEM HONESTO E EXCELENTE COLEGA" (Maria Tavares, Actriz)
"Vim de Castelo Branco de propósito para me despedir do Pedro Pinheiro, um homem honestíssimo e excelente colega. Conhecemo-nos no Conservatório e fizemos depois muito teatro infantil."
"É UMA PERDA MUITO GRANDE PARA MIM" (João Carvalho, Actor)
"Era um querido amigo e colega. Mesmo depois de ‘Os Malucos do Riso’ ter terminado, continuámos a trabalhar juntos na escrita. Nunca o esquecerei. É uma perda muito grande para mim. E só espero que, onde ele esteja, esteja bem."
"TINHA UMA GRANDE PAIXÃO PELO TEATRO" (Camilo de Oliveira, Actor)
"Era um homem com uma grande paixão pelo teatro, actividade que sempre levou muito a sério. E o seu desaparecimento deixa os palcos mais pobres. Pedro Pinheiro era um profissional de valor, que escrevia muito bem."

"Lucy" vai passar a ser ainda melhor

A partir de Janeiro, ‘Lucy’, o programa infantil apresentado por Luciana Abreu que preenche as manhãs de fim-de-semana da SIC, vai sofrer alterações. O CM apurou que o formato passará a ter novas rubricas e contará com mais jogos interactivos.
Sem querer adiantar pormenores, Luciana Abreu confirmou ao CM que o programa vai ser remodelado. "A única coisa que posso dizer é que ‘Lucy’ vai mudar para melhor", afirmou a apresentadora, de 23 anos, que, entretanto, já adoptou um visual menos atrevido do que tinha nas primeiras emissões.
"As alterações são um procedimento normal, de rotina, até porque o programa cumpre o seu objectivo", explicou ao CM fonte da direcção de Programas da SIC, acrescentando: "Apenas vamos melhorar a sua performance, pois temos muita ambição."
Lucy’ estreou a 30 de Agosto com 3,8% de audiência e 34,9% de share. No target 4/14 anos, o formato regista 9% de audiência média e 44,8% de share.

Pedro Ribeiro fora do "Tá a Gravar" por culpa da TVI!

O autor das “Conversas ribeirinhas”, da SIC Radical, foi impedido pela Média Capital de apresentar o novo programa da SIC, confirmou ontem o JN junto da estação de Carnaxide.
Recorde-se que Pedro Ribeiro tem actualmente o cargo de director de Programas da Rádio Comercial, do grupo detentor da TVI.
Até ao final do dia de ontem ainda não tinha sido encontrado substituto para a apresentação do formato, feito com vídeos dos espectadores, ao lado de Carolina Patrocínio. Não se sabendo, por esse motivo, se “Tá a gravar!” estreia na próxima quarta-feita.
fonte: JN

14 de novembro de 2008

Morreu o actor Pedro Pinheiro

O actor Pedro Pinheiro faleceu ontem, às 20h15, aos 68 anos, devido a doença prolongada. O popular actor dos «Malucos do Riso», programa da SIC, estava internado desde 2 de Outubro devido a um cancro, recentemente descoberto.
Com esta notícia, que nos deixa a todos tristes, resta dizer à família: FORÇA, MUITA FORÇA!

"Big Show SIC" - in Zé Carlos

Propostas de rescisão na SIC

Luís Marques, recém-nomeado director-geral da SIC, já tem pela frente o seu primeiro desafio: tentar rescindir contratos de trabalho por mútuo acordo e reduzir assim drasticamente as despesas fixas do grupo. O convite aos trabalhadores, de que já na edição de ontem demos conta e que surge numa situação particularmente difícil da economia portuguesa – e mundial –, é genérico e pode ser aproveitado por quem quiser negociar a respectiva rescisão, obtendo desse modo condições muito superiores às que decorreriam de um despedimento colectivo. A comissão executiva da SIC está a oferecer aos funcionários do grupo – actualmente cerca de 600 – 1,75 meses de indemnização por ano de trabalho, com um máximo de 200 mil euros, mais dois meses de salário. A validade da medida, que tem como objectivo “adequar a estrutura de custos à realidade”, irá prolongar-se até 5 de Dezembro, de modo a que os interessados saiam até final do ano. Em 2002, Pinto Balsemão já dirigira idêntico convite aos quadros do grupo SIC. O último trimestre da área de negócio de televisão fechou com prejuízos de 1,6 milhões de euros.
fonte: site RECORD

13 de novembro de 2008

Audiências da Lucy!

Depois de dar vida a Floribella, Luciana Abreu está de volta aos ecrãs da SIC para apresentar o Programa da Lucy, dedicado aos mais pequenos e onde não faltam os jogos e passatempos além das interpretações musicais da própria. Presença regular no programa, é também o Professor Wanabee com as suas curiosidades científicas.
O Programa da Lucy estreou a 4 de Outubro com 2.4% de audiência média e 27.3% de share. O melhor registo verificou-se no fim-de-semana seguinte, a 12 de Outubro, quando Luciana Abreu obteve 3.3% de audiência média e 26.2% de share. Os 12 programas transmitidos até à data alcançam 2.8% de audiência média e 26% de share.
Analisando o comportamento das crianças (4/14 anos), destaca-se também o dia 12 de Outubro com a melhor performance. O Programa da Lucy, neste dia, resultou em 11% de audiência média (126.500 espectadores) 44.6% de share junto deste target. O primeiro programa obteve o pior resultado neste alvo, com 5.8% de audiência média (66.900 espectadores) e 30% de share. No alvo crianças, o Programa da Lucy regista 8.5% de audiência média e 43.3% de share. De registar que, nas 12 emissões transmitidas, o Programa da Lucy foi, no alvo crianças, líder do canal por 4 ocasiões, ou seja, liderou nos dias 12 e 18 de Outubro e em Novembro foi líder nos dias 1 e 9.

fonte: Marktest

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Lésbicas na ficção em "Podia Acabar o Mundo"

A homossexualidade é um tema na ordem do dia. Mas transportar uma relação entre duas mulheres para uma novela nacional é quase inédito. Um beijo entre personagens femininas é pioneiro. Vai poder ver-se em "Podia acabar o Mundo", na SIC.
Diana Chaves e Ana Guiomar interpretam Cláudia e Sónia, respectivamente, na trama da chancela de Carnaxide, sendo que vão viver uma acesa e polémica paixão, a qual, tanto quanto se sabe, irá pelo menos culminar num beijo. Esta cena está integrada no episódio 61 e, ao que tudo indica, irá para o ar dentro de sensivelmente um mês. Já nos primórdios de "Morangos com açúcar", da TVI, se sugeriu uma relação homossexual entre mulheres, mas não se foi além disso. Viu-se pouco dela.
Na altura, a personagem interpretada por Maria Sampaio apaixonava-se pela de Cláudia Vieira. Porém, não passou de um amor platónico e, como tal, não consumado.
Também lá fora esta temática tem sido deveras abordada, sobretudo em séries (ver caixa). Mas, de acordo com Virgílio Castelo, actor e consultor para a ficção da SIC, "não se está a copiar qualquer moda". E concretiza: " O objectivo é reflectirmos cada vez mais a actualidade e a homossexualidade feminina é como outra sexualidade qualquer".
O responsável garante que a temática é tratada na novela "de uma forma profunda, séria e rigorosa". No entanto, como reagirão as mentes mais conservadoras? "Poderá gerar celeuma. Ao fazermos um produto abrangente, haverá franjas de espectadores que não se identificarão", contudo, acrescenta: "Como construtores de histórias, temos a responsabilidade de retratar a realidade que existe e não uma outra idealizada". A novela deve ser, então, além da componente lúdica, um veículo para desmistificar preconceitos e "suscitar reflexão".
Aliás, ideia corroborada por Pedro Lopes, guionista da produtora SP Televisão. "É um produto de massas com uma função educativa e deve colocar questões, levantar problemas e confrontar as pessoas", defende. Na medida em que quebrar o tabu da homossexualidade feminina "é uma preocupação universal", não vê aqui nenhum tipo de seguidismo face às séries estrangeiras.
Recupere-se a controvérsia que surgiu no Brasil relativamente a uma cena da novela "Duas caras" da Globo, exibida por cá na SIC, que foi censurada porque continha um beijo entre duas personagens masculinas gay. Na opinião de Pedro Lopes, "foi uma decisão da estação", portanto, não representativa do hipotético conservadorismo de um povo.
Convicto de que "Podia acabar o Mundo" prima "pelo bom gosto e não pretende chocar", crê que "a sociedade portuguesa está mais do que preparada para acompanhar o relacionamento em causa".
fonte: JN

SIC com "Tá a Gravar"

Os problemas registados na GMTS, produtora do grupo SIC, afectaram a estreia do programa ‘Tá a Gravar!’. O formato saiu ontem da grelha de programação da estação, ou seja, na véspera de ir para o ar. “Ainda nem sequer gravei”, confessou ao Correio da Manhã Carolina Patrocínio, que divide a apresentação com Pedro Ribeiro.
A gerência da GMTS, chefiada por Luís Marques, suspendeu a actual direcção por suspeita de actos lesivos, tal como o CM noticiou ontem. Essa suspensão afectou os trabalhos da empresa, que fornece conteúdos e técnicos à SIC.
Em comunicado, a estação fez saber que 'ao contrário do que estava anunciado na grelha [...] o programa ‘Tá a Gravar!’ só estreia na quarta-feira, dia 19 de Novembro'. 'O formato vai arrancar, em princípio e se tudo correr bem, para a semana. Foi avançada a data de estreia para dia 12, mas não estava nada certo', assegurou a apresentadora.
Carolina deixa assim as manhãs de fim-de-semana da SIC para se estrear em prime time. 'Estou muito contente com a proposta da direcção de Programas e bastante ansiosa com a estreia. Espero ter o perfil adequado, um perfil descomprometido e descontraído, acima de tudo', adiantou.
A apresentadora irá, ao lado de Pedro Ribeiro, fazer 'companhia a um público bastante vasto'. 'Tenho um registo muito próprio que espero não perder, apesar de o público ser bastante diferente. O Pedro também vai ajudar. É um programa de vídeos de cariz diferente, uns mais divertidos, outros de imagens reais. Não sei qual vai ser a duração do formato porque ainda nem sequer comecei a gravar', referiu ainda Carolina.
fonte: CM

Vai haver despedimentos amigáveis na SIC

O grupo SIC, que pertence à Impresa, iniciou hoje um processo de reestruturação interno que passa por um programa de rescisão do contrato de trabalho por mútuo acordo com os trabalhadores. De acordo com um comunicado enviado hoje para todos os colaboradores, a que o PÚBLICO teve acesso, a decisão vem na sequência da criação do grupo de trabalho “SIC 2009” e visa “adequar a estrutura de custos à realidade actual do negócio”.No comunicado, assinado pela comissão executiva, é referido quem está abrangido pelo programa e quais as condições e prazos de que dispõe para integrar o processo. O período para apresentação de pedidos de rescisão amigável termina a 5 de Dezembro e a saída dos trabalhadores, em geral, deverá acontecer até 31 de Dezembro deste ano.“Podem candidatar-se ao programa os trabalhadores com idade até 61 anos (inclusive) com contrato sem termo celebrado com as empresas SIC, Lisboa TV, GMTS, SIC OnLine, iPlay, Dialectus, Gestão de Direitos e Terra do Nunca, há mais de 12 meses e que estejam ao serviço à data da publicação desta Ordem de Serviço”, lê-se no documento.No entanto, a comissão informa que apenas serão “tendencialmente aceites todas as candidaturas em que a saída do trabalhador não implique a sua substituição ou em que seja possível a substituição interna”. É, também, salvaguardado que os trabalhadores em situação se requisição, ausência prolongada ou com processos disciplinares em curso não poderão aceder a esta rescisão amigável.Quando às condições a que os trabalhadores terão direito, a empresa garante um valor bruto igual a 1,75 vezes o valor médio do salário mensal dos últimos 12 meses, por cada ano no grupo. Contudo, este valor é sujeito a um mínimo de seis meses de retribuição certa mensal e a um máximo de 200 mil euros, “salvo se o produto da retribuição certa mensal pelo número de anos de antiguidade for superior, caso em que este valor prevalecerá”. Os candidatos aprovados terão direito a um prémio adicional de dois meses de retribuição certa mensal.No comunicado é, ainda, assegurado que os trabalhadores que virem os seus pedidos recusados por interesse da empresa poderão, posteriormente, em qualquer outra medida de reestruturação que lhes seja menos favorável, beneficiar do regime agora anunciado.A medida que agora atinge o grupo SIC foi já aplicada no grupo Impresa, proprietária do primeiro. No início deste mês Pinto Balsemão, presidente do conselho de administração da Impresa, tinha já enviado um comunicado aos colaboradores onde avisava que “tendo em conta as tendências cada vez mais nítidas do mercado dos meios de comunicação social” o grupo ia preparar “com muita clareza e determinação, o futuro das suas áreas comerciais”, nomeando José Alberto Bastos e Silva para conduzir aquilo que consideram um “importante e urgente processo de mudança”, pelo que as funções de director-geral da SIC passariam a ser desempenhadas por Luís Marques.
O PÚBLICO tentou obter uma reacção, mas uma fonte oficial do grupo, apesar de confirmar o início do processo, explicou que a SIC não vai fazer qualquer comentário à situação.
fonte: Públicio

"Gato TV" o novo site da SIC

Além dos quatro “gatos fedorentos” a SIC Online anda “à procura do cómico que há em cada um de nós”. A “Gato TV” é o novo canal na internet lançado pela estação de Carnaxide, uma plataforma de vídeos cómicos feitos pelos utilizadores, para que cada um “solte o Zé Carlos que há em si!”.A ideia desta televisão online é criar uma ferramenta de interacção com os visitantes do site oficial do programa dos “Gato Fedorento” na SIC, chamado “Zé Carlos”. O novo canal pretende acolher “sketches” non-sense e mensagens deixadas pelos utilizadores que costumam aceder ao site www.sic.pt/zecarlos. Além disso, permite também jogar e acertar no “O que tu queres sei eu” ou então legendar cinco vídeos colocados pelos “Gato Fedorento” online em que não se entende o que dizem.“É uma oportunidade única para utilizadores e anunciantes se associarem a um projecto com grande potencial, original e divertido!”, afirma Pedro Soares, director da SIC Online.A Gato TV foi criada no âmbito do site do programa “Zé Carlos”, que teve já mais de um milhão de páginas vistas e 250 mil visitas.
fonte: Público

12 de novembro de 2008

CD "Rebelde Way" à venda


Carolina Patrocínio prepara novo projecto

Já por várias vezes ela fez questão de dizer que não é mais a “menina da Disney” e agora quer mesmo prová-lo. Aos 21 anos, Carolina Patrocínio vai dar início a um novo projecto na televisão: a apresentadora estará ao lado de Pedro Ribeiro na condução de “’Tá a Gravar”, o programa que a SIC estreia no próximo dia 19 e que revela imagens da actualidade e captadas pelos espectadores. Carolina – que foi apontada como uma das conquistas de Cristiano Ronaldo – é também a cara de uma campanha de videojogos para raparigas que será lançada em breve. Está em todas!

10 de novembro de 2008

"Arte de Roubar" já nos cinemas!

"Não há Crise" com bons resultados

No sábado, ‘Não Há Crise!’, com Nuno Graciano, conquistou 11,4% de audiência, o que corresponde a 1 082 900 telespectadores, e teve 32,9% de share. Um resultado muito positivo, tendo em conta que na semana anterior foi exibido a um domingo (dia 2), à mesma hora de ‘Gato Fedorento: Zé Carlos’ (SIC), e caiu para o oitavo lugar da lista dos programas mais vistos.
Ontem de manhã, Nuno Graciano já sabia dos resultados do seu programa e partilhou a sua satisfação com o CM. "Estou em Amesterdão, mas já me informaram das audiências. Estou muito contente", disse o apresentador, admitindo que não é fácil ganhar no horário nobre. "Os portugueses querem esquecer a crise e está provado que as fórmulas mais simples têm bons resultados. Não é à toa que o ‘Não Há Crise!’ tem quase uma hora de duração, quando este tipo de formatos costuma ter apenas entre 25 a 30 minutos", explica Nuno Graciano, adiantando que, em breve, "vamos apostar em apanhados nacionais para melhorar o programa."
fonte: CM

"Missão Sorriso" na SIC

A apresentadora de ‘Contacto’ (SIC) é uma das protagonistas da campanha promocional da ‘Missão Sorriso’, que pela primeira vez apresenta efeitos tridimensionais e que arranca amanhã nos ecrãs da estação de Carnaxide, apesar da sua transmissão estar também a ser negociada com outros canais.
Maya juntou-se às actrizes Diana Chaves e Patrícia Bull e aos apresentadores Rita Ferro Rodrigues e Nuno Graciano para fazer parte deste projecto de responsabilidade social do Continente, que custou 4 milhões de euros e cujas receitas, resultantes das vendas de produtos com o símbolo da Leopoldina, revertem para a compra de equipamento médico.
fonte: CM

Cenas polémicas em "Podia Acabar o Mundo"

Cenas polémicas de romance e sexo no feminino prometem aquecer a grelha da SIC. As actrizes Diana Chaves e Ana Guiomar vão ser protagonistas de uma relação homossexual na novela ‘Podia Acabar o Mundo’, enquanto Liliana Santos e Sandra Cóias se despem de preconceitos em ‘Second Life’, um filme realizado por Nicolau Breyner e co-produzido pelo canal, com estreia marcada para 2009.
Na novela da SIC, Diana Chaves e Ana Guiomar dão vida, respectivamente, à enigmática médica ‘Cláudia’ e à ambiciosa estudante de Medicina ‘Sónia’. Elas vão viver uma relação amorosa intensa e mostrarão um dos mais sensuais beijos vistos na televisão. Em segredo fica, por enquanto, a data de exibição deste episódio, já que só na próxima semana é que a personagem de ‘Sónia’ aparece. Contudo, a sua ligação à médica já vem desde os tempos da faculdade, em Londres.
"Tudo começou porque a personagem vivida por Ana Guiomar chega de Inglaterra e se sente dividida relativamente à sua sexualidade. Este foi, digamos, o ponto de partida. Depois sei que o desafio foi lançado à Diana Chaves. O tema será abordado nos seus vários ângulos", contou ao CM o autor da novela, Manuel Arouca.
Quanto a ‘Second Life’, o produtor, Alexandre Valente, confessou ao CM: "Fiquei agradavelmente surpreendido com o empenho das actrizes Liliana Santos e Sandra Cóias." A relação entre as duas mulheres, a fotógrafa ‘Liza’ (Cóias) e a ousada ‘Raquel’ (Campos), começa após uma coreografia com música flamenca, que o produtor reclama como "uma cena muito bonita, que tem a ver com sensualidade, glamour, com o entendimento que há entre duas mulheres." Para que as actrizes se sentissem mais à-vontade a equipa foi reduzida ao essencial durante a rodagem da cena.
"FALAR DE HOMOSSEXUALIDADE NUMA NOVELA É MUDANÇA"
Solange F., a ex-apresentadora da SIC Radical que em Março deste ano assumiu publicamente a sua homossexualidade, diz que "falar do assunto numa novela é sinal de mudança". A actual comentadora da ‘Tertúlia Cor-de-Rosa’ do "Fátima", da SIC, considera excessivo falar em "maior liberdade", mas acredita que o facto de o tema ser tratado revela que "começa a notar-se, de facto, uma maior abertura de mentalidades".
Solange F. acredita também que faz sentido incluir o tema em produções destinadas "ao público juvenil, nas quais já se aborda outros temas do dia-a-dia, como as questões económicas e a gravidez na adolescência". Solange acredita que a mudança está no facto de há uns anoso assunto ser "mais tabu."
PORMENORES
POLÉMICA
‘Sónia’ (Ana Guiomar) vai aparecer no 50.º episódio de ‘Podia Acabar o Mundo’ e logo gera polémica por se sentir dividida relativamente à sua sexualidade.
DO CINEMA PARA A SIC
‘Second Life’ estreia no dia 29 de Janeiro no cinema e posteriormente será exibido na SIC. A propósito do foco principal do filme, o produtor, Alexandre Valente, diz: "É, sobretudo, uma reflexão de vida." Valente é também o produtor de ‘O Crime do Padre Amaro’ e ‘Corrupção’.
PAPEL GAY
O veterano Ruy de Carvalho também vive o papel de um homossexual em ‘Second Life’. O actor, de 81 anos, interpreta um estilista e inspirou-se em Karl Lagerfeld, costureiro da casa Chanel, para compor o personagem ‘Guido’.
fonte: CM

Jorge Mourato em "Vip Manicure"

'Urbano’, cangalheiro de profissão e dono da Agência Funerária Mortadela, vai ser o grande amor da vida de ‘Maria Delfina Caroço’ (Maria Rueff). A personagem interpretada por Jorge Mourato entra em cena no próximo episódio de ‘VIP Manicure’, que será exibido segunda-feira, dia 10, na SIC.
Tanto ‘Maria Delfina’ como ‘Urbano’ não têm qualquer experiência sexual. "Eles são os dois atolambados e virgens, ainda por cima", revelou ao CM Ana Bola, autora dos textos da sitcom.
A actriz e escritora, que encarna a personagem de ‘Denise de Magalhães’, uma empresária no ramo das nails, admitiu: "Quem me dera poder contar com o Jorge Mourato em todos os episódios. Vamos tentar que ele apareça o mais possível. De vez em quando, lá vamos ter o nosso cangalheiro..." Ana Bola adianta que existem alguns condicionamentos de produção. "Não estava previsto que tivéssemos mais convidados, uma vez que a Mina Andala já é uma actriz convidada na série."
Jorge Mourato admite que ainda não sabe bem como é o seu ‘Urbano’. "Logicamente será um registo cómico mas ainda só li o guião por alto", explicou ao CM. Contudo, Ana Bola adiantou que, antes de seduzir ‘Maria Delfina’, ‘Urbano’ vai sair com Sofia Aparício. "Ela propõe dar-lhe umas lições de como ser sexy."
CURIOSIDADES
CONVIDADOS
Fátima Lopes, Luciana Abreu, José Cid, Daniel Nascimento e José Castelo Branco já participaram na série. Dia 17 será a vez de Simone de Oliveira.
SUCESSO
O formato de ‘VIP Manicure’ foi apresentado pela produtora CBV na última edição do Mipcom, em Cannes. Vários países mostraram-se interessados em adquirir a sitcom.
TEATRO
‘VIP Manicure’ nasceu com a peça ‘Celadon’, protagonizada pelas duas actrizes.
fonte: CM

Luís Marques como director geral da SIC

A partir de 1 de Janeiro de 2009, Luís Marques, o chief operacting officer (COO) da estação, assumirá o cargo de director-geral da SIC. Luís Marques assumirá o cargo presentemente ocupado por José Alberto Bastos e Silva. Este, por sua vez, passará a integrar o Conselho de Administração e da Comissão Executiva da estação.
fonte & foto: CM